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Legislativas 2015

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Sondagem. PS e coligação separados por 0,5 pontos

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A sondagem da Eurosondagem para o Expresso e a SIC mostra uma aproximação de PSD e CDS ao socialistas. E falta pouco mais de uma semana para os portugueses irem a votos

Martim Silva

Martim Silva

Diretor-Executivo

A pouco mais de uma semana das eleições legislativas de 4 de outubro, a emoção, como se ainda fosse possível, volta a aumentar.

A sondagem da Eurosondagem para o Expresso e a SIC mostra uma subida das duas maiores forças nas intenções de voto. Mas com a coligação PàF a subir mais que o PS e a situar-se agora a apenas 0,5 pontos dos socialistas.

Aliás, na sondagem desta semana estas são mesmo as únicas duas forças que registam uma subida nas intenções de voto.

Ao mesmo tempo, e reforçando o que já tinha acontecido na última sondagem, nesta a coligação volta a conseguir mais mandatos. Ou seja, perde em percentagem de votos, mas depois, fruto do sistema eleitoral, acaba por conseguir, na conversão de votos em mandatos, mais lugares na Assembleia da República.

As sondagens publicadas pelo Expresso e a SIC ao longo dos últimos tempos têm revelado uma consistente aproximação da coligação ao PS, embora o partido de António Costa esteja sempre em primeiro lugar nas intenções de voto.

Aos inquiridos é ainda perguntado quem acreditam que vai ser o próximo primeiro-ministro. Aqui, António Costa vence com uma margem mais folgada.

FICHA TÉCNICA

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 17 a 23 de setembro de 2015.Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte — 20%; A.M. do Porto — 14,3%; Centro — 28,9%; A.M. de Lisboa — 27,2% e Sul — 9,6%, num total de 1548 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1867 tentativas de entrevistas e, destas, 400 (20,5%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo: feminino — 51,7% e masculino — 48,3%, e, no que concerne à faixa etária, dos 18 aos 30 anos — 17,5%; dos 31 aos 59 — 50,2%; com 60 anos ou mais – 32,3%. O erro máximo da amostra é de 2,49%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.