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Lamento, mas os salários são a dívida

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Anda por aí um cartaz que chega a ser cómico na sua ignorância ou demagogia. É um cartaz do BE que diz assim: "cortem na dívida e não nos salários". Contra esta cara de pau que é sempre protegida pela epiderme esquerdista do jornalismo pátrio, vale a pena reforçar a evidência: a dívida soberana paga os salários da função pública, ou melhor, paga parte desses salários . Os salários são a dívida; não existe um abismo entre dívida e salários, mas sim uma relação de causa-efeito, porque uma boa parte dos salários do funcionalismo dependia do crédito que o Estado obtinha junto dos mercados; em consequência, essa massa salarial depende agora da troika. Cortar na dívida (não emitir?; não pagar a que já foi emitida?) era o mesmo que cortar ainda mais nos salários. Das duas, uma: ou os líderes do BE vivem num daqueles mundos de fantasia infantil com elfs e fadinhas, ou BE está a mentir de propósito.

Para ter um mínimo de coerência, o BE tinha de assumir os efeitos das suas escolhas. E esse caminho de honestidade política até tem duas saídas. Em primeiro lugar, o BE podia assumir a luta contra a dependência do Estado em relação ao crédito/dívida. Ou seja, o "cortem na dívida" devia ter como consequência a defesa ativa de uma coisa simples: o Estado português devia emitir menos dívida nos mercados. Mas, como se sabe, o BE é contra a imposição de um tecto constitucional que limite o endividamento do Estado. A desonestidade é fantástica: de manhã, o BE xinga "a ditadura dos mercados"; à tarde, o mesmo BE reconhece, de forma indirecta, que a sua ideia de governação depende dos mercados da dívida . Em segundo lugar, o BE podia assumir que as suas escolhas conduziriam o país à saída do Euro e à reintrodução do Escudo. Porquê? A segunda saída coerente para o "cortem na dívida" seria o famoso "não pagamos". Confesso que respeitaria esta escolha do BE. Sucede que, para começo de conversa, o BE não se dá ao respeito, pois vende a ideia de que podemos ter uma coisa e o seu contrário.  


Opinião


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Edwin. O rapaz que aprendeu a sonhar

O que Edwin sabia sobre a vida era sobreviver. Na cabeça dele não cabiam sonhos e os dias eram passados à procura de comida para ele e para a mãe e para o irmão. A fome espreitava nos cantos da barraca de palha no Quénia e ele escondia-se dela como podia - chupar as pedras era uma forma de a enganar. Mas a sorte dele mudou porque alguém viu nele outra coisa. E tudo começou numa dança. Agora, os mesmos dedos que agarravam as pedras tocam hoje teclas de um piano Bechstein. E os pés dele já não estão nus mas calçados. Com chuteiras. Primeiro no Benfica, agora no Estoril, o miúdo de 15 anos que fala como gente grande descobriu que tinha um sonho: ser futebolista. Como Drogba.

Todas as ilhas têm a sua nuvem

Raul Brandão chamou-lhe 'A Ilha Branca'. Como viajante digo que tem um verde diferente das outras oito que com ela formam o arquipélago dos Açores. É tenra, mansa, repousante e simultaneamente desafiante. Esconde segredos como a lenda da Maria Encantada e um vulcão florestado a meio do século passado que nos transporta para uma dimensão sulfurosa e mágica. Obrigatória para projetos de férias de natureza.

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Xarém com conquilhas

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione com esta nova receita.

O que se passa dentro da cabeça dele

O que leva um tipo a quem iam amputando uma perna a regressar ao sítio onde os ossos se desfizeram, uma e outra vez, e testar os limites do seu corpo? Resposta: a busca pelo salto perfeito, que ele diz existir dentro dele e que ele encontrará mais dia menos dia. É a fé e a confiança que o movem e o levam a pular para lá do que é exigido a um campeão olímpico e mundial que não tem mais nada a provar a ninguém - a não ser a ele próprio. Este é um trabalho que publicámos em agosto de 2014, quando o saltador se preparava para os Europeus e falava das metas que tinha traçado para 2015 e 2016: mostrar que não estava acabado. Sete meses depois, provou-o no Europeu de pista coberta em Praga, onde venceu este fim de semana.

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Em Portugal, a dedicação à língua mirandesa tem nome próprio: Amadeu Ferreira, o jurista da CMVM que - quando todos diziam que "era uma loucura impossível" - arranjou tempo para traduzir "Os Lusíadas", a "Mensagem", os quatro Evangelhos da Bíblia e ainda duas aventuras do Asterix para uma língua que pertence a um cantinho do nordeste português e é falada por menos de 15 mil pessoas. No final de 2014 deu ao Expresso aquela que viria a ser a sua última entrevista. Morreu no passado domingo e esta quinta-feira foi lançada a sua biografia, "O fio das lembranças", com quase 800 páginas.

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Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

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E por que razão Raposinho a massa salarial da FP
é, agora, suportada pela dívida?

Não será por, entre outras razões, um Estado falido ter querido resgatar dois bancos privados?

Não será por, entre outras razões, um Estado ter andado durante décadas a favorecer alguns privados em parcerias com autênticas cláusulas leoninas?

Se o Estado não fosse (des)governado e o dinheiro que desde há quase 30 anos entra neste país não tivesse sido desbaratado por políticos e alguns privados, não haveria necessidade de pedir dinheiro para CUMPRIR UMA DAS OBRIGAÇÕES DO ESTADO.

Sim, Raposinho, o ESTADO paga ORDENADOS porque a ESCRAVATURA foi abolida. Aquilo que nunca foi ABOLIDO foi a responsonsabilidade dos governantes por gestão ruinosa, só que estes não prestam contas.

Cortar gorduras não é cortar salários, mas a nível dos recursos humanos (entre outros) significa torná-los eficientes...

(já agora, Raposinho, quanto dinheiro se pediu emprestado para que o gabinete do teu amigo Pedrocas tivesse 31 automóveis?)
31 pópós???
Re: 31 pópós???
Re: 31 pópós???
Re: 31 pópós???
Re: 31 pópós???
A falácia da troika e dos salários
Re: A falácia da troika e dos salários
Re: A falácia da troika e dos salários
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Não acredito!
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Mas quais salarios, qual dívida......
"Se não tivéssemos dinheiro agora para fazer face às questões relevantes para o Povo Português, também não é com o acordo da Troika que o teríamos, já que dos 78 mil milhões de euros a que o mesmo se reporta, 12 mil milhões são para meter directamente na banca, 34 mil milhões para pagar juros - os juros exorbitantes, especulativos e usurários que a banca estrangeira, em particular a alemã, nos foi impondo - e 30 mil para avales e outras garantias do Estado a instituições do sector financeiro. Ou seja, nada destinado ao pagamento de salários, pensões ou subsídios ou a matar a fome a quem dela sofre.
A verdade é que, sem esta "ajuda" da Troika, o País continua a produzir - ainda que bastante menos do que podia e devia - e os trabalhadores continuam a pagar todos os meses os seus impostos e contribuições. Todos os meses são produzidos cerca de 15 mil milhões de euros de riqueza (média mensal do nosso PIB) pelo que é uma falácia dizer que o País já não teria dinheiro para pagar salários no próximo mês. Pois só não teria se continuasse a pagar os tais juros especulativos, a meter dinheiro na banca (só no BPN já lá vão mais de 5 mil milhões), nas parcerias público-privadas (que representam mais de 50 mil milhões de dívida), etc.
Se a isto se somar que, como todos sabemos, em Portugal só paga impostos quem trabalha, que, por exemplo, a banca tem pago cerca de 1/4 dos impostos pagos pela generalidade das empresas enquanto a sua dívida ao exterior é a mais elevada de todas". ...
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
BE
O BE é um pequeno grupo de provocadores, que faz da demagogia programa. A finalidade é pôr pauzinhos na engrenagem, jogando na falência do regime democrático.

Só fala do BE quem não quer falar dos 2500 milhões a transferir dos trabalhadores para os patrões, nem na manifestação de 1 milhão.Nem da culpa das poupanças no decréscimo do consumo, nem das pieguices e histerismos dos portugueses, que se queixam, não se sabe de quê. na versão do PM.

Aí é que está o problema, não nos slogans do BE...............
A falácia da troika e dos salários
Re: BE
O Louçã está rico
Re: O Louçã está rico
Re: BE
Re: BE
Re: BE
Mais da velha hipocrisia Canhota
Obrigado Raposo, por escrever tão taxativamente o que muitos pensam e vêm escrevendo nas redes sociais.

PCP, BE e alguns Socialista dizem ser contra a TROIKA.

Querem a TROIKA fora do País.

Querem ser donos de si próprios.

Estão no seu pleno direito de manifestar e ter opinião própria.

Mas estão também a não ser coerentes.

POLÍTICO, REFORMADO E FUNCIONÁRIO PÚBLICO QUE SEJA CONTRA A TROIKA, DEVE IMEDIATAMENTE DEVOLVER OS SALÁRIOS DESDE JUNHO DE 2011.

Sim, porque afinal o Estado não tinha dinheiro para pagar os salários, as reformas e demais compromissos nessa data e até hoje o dinheiro que está a ser depositado na conta dessas pessoas, é dinheiro proveniente da TROIKA.

Sejam coerentes para que a opinião que têm não seja demagógica e sectária desde a sua origem.
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha cobardia pateta
Re: Mais da velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
O RAPOSO A PASSAR-SE ...
Pois é ... os grandes problemas de Portugal são os cartazes do BE ... e já agora as tias dos gajos do Bloco ... também ...
Quero ver o Dr. Mexia a chorar
É verdade Henrique Raposo. Os salários são a dívida.
E as rendas da EDP são o quê? Lucro?
E o dinheiro injetado na Banca é o quê? Lucro?
E as PPP's são quê? Lucro?
E as fundações são o quê? Lucro?
Ainda não os vi chorar!!!
Não foi você que disse numa crónica, que enquanto não visse o Dr. Mexia a chorar, não acreditava muito na equidade...!

Re: Quero ver o Dr. Mexia a chorar
Re: Quero ver o Dr. Mexia a chorar
Re: Quero ver o Dr. Mexia a chorar
A falácia da troika e dos salários
Já o Estaline dizia , uma mentira repetida mil vezes passa a ser verdade.

Essa história que sem troika , não há dinheiro para salários é uma falácia , Portugal , pudera tambem , ainda produz o suficiente para pagar salários , agora sem a troika , não produz o suficiente para pagar os salários e os 9 mil milhões de juros ao mesmo tempo , essa é que é a verdade.

Portugal teria é que decretar uma moratória no pagamento da sua divida , nada de novo e de estranho , porque Portugal já o fez várias vezes no passado e voltará a fazer no futuro , isso no capitalismo é normal , faz parte do ciclo de reciclagem do sistema , o que não é normal é querer-se massacrar um povo por causa de uma divida.
Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Sócrates foi o responsável pela bancarrota do País e o POvo agora está a pagar a factura!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Vou meter um susto ao águia:
Re: Vou meter um susto ao águia:
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
HR
Diga-me qual o partido na AR que é verdadeiramente honesto?
Sabe qual a diferênça entre um político e um jornalista?
honestidades
O que pensa o Henrique Raposo da honestidade do atual primeiro-ministro? Já comparou o que ele disse antes de ser eleito com o que faz agora? Talvez isso tenha mais importância para os portugueses do que um cartazinho do BE...
HR: fazer jornalismo simples, claro e pedagógico
Parabéns Henrique Raposo,

O seu texto é pequenino, lê-se rápido e entende-se de imediato a mensagem.

O bom jornalismo não é só informar, mas também denunciar a demagogia, fazendo pedagogia.

Henrique Raposo conseguiu isso de forma simples e clara.

Parabéns!
Re: HR: fazer jornalismo simples, claro e pedagógi
Re: HR: fazer jornalismo simples, claro e pedagógi
Re: HR: fazer jornalismo simples, claro e pedagógi
Esqueça lá o BE...
Esqueça lá o BE, temos coisas importantes para falar nestes dias...

oreivaivestido.blogspot.pt/2012/09/o-triunfo-do-derrotismo.html
E por que razão Raposinho a massa salarial ´
Análise profunda como sempre

Pega-se num cartaz (aceitando a versão de Raposo da lavra do BE) e explica-se o estado da nação. Simples e eficaz.

Apesar de ter nascido com uma estrutura mental de esquerda nunca votei no BE. Reconheço mérito na denúncia de situações que de outro modo estariam ainda mais fora do debate político, e na facilidade de abordar as chamadas questões "fracturantes", que muitas vezes são ridicularizadas sem razão.
Mas claro que não posso votar num partido que tem Louçã como líder, uma mistura em partes iguais de fundamentalista islâmico, ditador iluminado e Torquemada.

Já no PCP votei algumas vezes, em eleições de pequeno poder local, onde o que importa são as pessoas e não o partido.
Seria incapaz de votar no mais dogmático dos partidos portugueses, apesar da empatia natural do camarada Jerónimo, uma surpresa pela positiva no aspecto humanista que não estávamos habituados em Cunhal e mesmo em Carvalhas, se bem que a cassete ainda seja a mesma.

Mas querer atribuir responsabilidades relevantes a partidos que estão completamente fora dos lugares de decisão política e económica, o BE desde sempre, o PCP há uns 35 anos, parece-me a mais despudorada das demagogias. Espantosamente é uma teoria que ainda faz escola.

Mais de 80% dos eleitores escolhem regularmente e sem excepções ser representados pelo chamado "arco-do-poder".
Alguém honestamente pode afirmar sem se rir que se o PCP e o BE não existissem a nossa situação financeira e económica seria diferente?
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
DESTA VEZ CONCORDO
Concordo desta vez consigo. O BE NÃO PÁRA DE DAR TIROS NO PÉ, NO PIANISTA, E EM TODA A GENTE. A SUA POSIÇÃO POLÍTICA É APENAS SER "DO CONTRA". REIVINDICALISMO DESCEREBRADO.

A SAÍDA DA UE E DO EURO, COM A REESTRUTURAÇÃO, RENEGOCIAÇÃO, OU CORTE DA DÍVIDA, são a ÚNICA ALTERNATIVA VIÁVEL À BANCARROTA TOTAL que se avizinha CADA VEZ MAIS RAPIDAMENTE!!!!

Além disso, na perspectiva de uma AUSTERIDADE QUE DURE 15 ou 20 ANOS, MAIS VALE SOFRÊ-LA PARA ALCANÇAR A SUSTENTABILIDADE DO PAÍS, DO QUE A ESCRAVIZAÇÃO DOS PORTUGUESES AOS INTERESSES ESTRANGEIROS.

E por último, OS CÁLCULOS DE PASSOS, DE SEGURO, E DO BE, baseiam-se no pressuposto ERRADO E ALTAMENTE PERIGOSO de que a situação FINANCEIRA INTERNACIONAL NÃO SE IRÁ ALTERAR, e de que Portugal "conseguirá pagar a Dívida" CONTINUANDO TUDO NA MESMA OU EVOLUINDO FAVORAVELMENTE.

Por último, a INSTABILIDADE SOCIAL e a DEGRADAÇÃO DA ECONOMIA vão no sentido de uma PARAGEM OU DE UM CONFLITO SOCIAL E POLÍTICO MUITO GRAVE.

NÃO SERVE DE NADA REZAR À N. S. DE FÁTIMA E ESPERAR QUE TUDO CORRA BEM!!!!
Re: DESTA VEZ CONCORDO
Re: DESTA VEZ CONCORDO
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