156

Português nega ser o carrasco no vídeo do Estado Islâmico

Anterior
Quando Johnny Depp era mesmo um ator
Seguinte
Passos e Portas: a porta da rua pode ser serventia da casa
Página Inicial   >  Blogues  >  A Tempo e a Desmodo  >   Lamento, mas os salários são a dívida

Lamento, mas os salários são a dívida

|

Anda por aí um cartaz que chega a ser cómico na sua ignorância ou demagogia. É um cartaz do BE que diz assim: "cortem na dívida e não nos salários". Contra esta cara de pau que é sempre protegida pela epiderme esquerdista do jornalismo pátrio, vale a pena reforçar a evidência: a dívida soberana paga os salários da função pública, ou melhor, paga parte desses salários . Os salários são a dívida; não existe um abismo entre dívida e salários, mas sim uma relação de causa-efeito, porque uma boa parte dos salários do funcionalismo dependia do crédito que o Estado obtinha junto dos mercados; em consequência, essa massa salarial depende agora da troika. Cortar na dívida (não emitir?; não pagar a que já foi emitida?) era o mesmo que cortar ainda mais nos salários. Das duas, uma: ou os líderes do BE vivem num daqueles mundos de fantasia infantil com elfs e fadinhas, ou BE está a mentir de propósito.

Para ter um mínimo de coerência, o BE tinha de assumir os efeitos das suas escolhas. E esse caminho de honestidade política até tem duas saídas. Em primeiro lugar, o BE podia assumir a luta contra a dependência do Estado em relação ao crédito/dívida. Ou seja, o "cortem na dívida" devia ter como consequência a defesa ativa de uma coisa simples: o Estado português devia emitir menos dívida nos mercados. Mas, como se sabe, o BE é contra a imposição de um tecto constitucional que limite o endividamento do Estado. A desonestidade é fantástica: de manhã, o BE xinga "a ditadura dos mercados"; à tarde, o mesmo BE reconhece, de forma indirecta, que a sua ideia de governação depende dos mercados da dívida . Em segundo lugar, o BE podia assumir que as suas escolhas conduziriam o país à saída do Euro e à reintrodução do Escudo. Porquê? A segunda saída coerente para o "cortem na dívida" seria o famoso "não pagamos". Confesso que respeitaria esta escolha do BE. Sucede que, para começo de conversa, o BE não se dá ao respeito, pois vende a ideia de que podemos ter uma coisa e o seu contrário.  


Opinião


Multimédia

Desaparecidos para sempre no Mar do Norte

O dia 15 de novembro já foi feriado, há 90 anos. A razão foi o desaparecimento de Sacadura Cabral algures no Mar do Norte. Depois de fazer mais de oito mil quilómetros de Lisboa ao Rio de Janeiro, o aviador pioneiro não conseguiu completar o voo entre a cidade holandesa de Amesterdão e a capital portuguesa. Ainda hoje, não se sabe o que aconteceu ao companheiro de Gago Coutinho e tio-avô de Paulo Portas, a quem o Expresso pediu um sms.

Os muros do mundo

Novembro relembrou-nos os muros que caem, mas também os que permanecem e os que se expandem. Berlim aproximou-se de si própria há 25 anos, mas há muros que continuam a desaproximar. Esta é a história de sete deles - diferentes, imprevisíveis, estranhos.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Terror religioso está a aumentar

Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.

Ó Capitão! meu Capitão! ergue-te e ouve os sinos

Ele foi a nossa ama... desajeitada. Ele foi o professor que nos inspirou no liceu. Ele trouxe alegria, mesmo nas alturas mais difíceis. Ele indicou-nos o caminho na faculdade. Ele ensinou-nos a manter a postura, mas também a quebrar preconceitos. Ele ensinou-nos que a vida é para ser aproveitada a cada instante. Ó capitão, meu capitão, crescemos contigo e vamos ter de envelhecer sem ti. 


Comentários 156 Comentar
ordenar por:
mais votados
E por que razão Raposinho a massa salarial da FP
é, agora, suportada pela dívida?

Não será por, entre outras razões, um Estado falido ter querido resgatar dois bancos privados?

Não será por, entre outras razões, um Estado ter andado durante décadas a favorecer alguns privados em parcerias com autênticas cláusulas leoninas?

Se o Estado não fosse (des)governado e o dinheiro que desde há quase 30 anos entra neste país não tivesse sido desbaratado por políticos e alguns privados, não haveria necessidade de pedir dinheiro para CUMPRIR UMA DAS OBRIGAÇÕES DO ESTADO.

Sim, Raposinho, o ESTADO paga ORDENADOS porque a ESCRAVATURA foi abolida. Aquilo que nunca foi ABOLIDO foi a responsonsabilidade dos governantes por gestão ruinosa, só que estes não prestam contas.

Cortar gorduras não é cortar salários, mas a nível dos recursos humanos (entre outros) significa torná-los eficientes...

(já agora, Raposinho, quanto dinheiro se pediu emprestado para que o gabinete do teu amigo Pedrocas tivesse 31 automóveis?)
31 pópós???
Re: 31 pópós???
Re: 31 pópós???
Re: 31 pópós???
Re: 31 pópós???
A falácia da troika e dos salários
Re: A falácia da troika e dos salários
Re: A falácia da troika e dos salários
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Não acredito!
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Re: E por que razão Raposinho a massa salarial da
Mas quais salarios, qual dívida......
"Se não tivéssemos dinheiro agora para fazer face às questões relevantes para o Povo Português, também não é com o acordo da Troika que o teríamos, já que dos 78 mil milhões de euros a que o mesmo se reporta, 12 mil milhões são para meter directamente na banca, 34 mil milhões para pagar juros - os juros exorbitantes, especulativos e usurários que a banca estrangeira, em particular a alemã, nos foi impondo - e 30 mil para avales e outras garantias do Estado a instituições do sector financeiro. Ou seja, nada destinado ao pagamento de salários, pensões ou subsídios ou a matar a fome a quem dela sofre.
A verdade é que, sem esta "ajuda" da Troika, o País continua a produzir - ainda que bastante menos do que podia e devia - e os trabalhadores continuam a pagar todos os meses os seus impostos e contribuições. Todos os meses são produzidos cerca de 15 mil milhões de euros de riqueza (média mensal do nosso PIB) pelo que é uma falácia dizer que o País já não teria dinheiro para pagar salários no próximo mês. Pois só não teria se continuasse a pagar os tais juros especulativos, a meter dinheiro na banca (só no BPN já lá vão mais de 5 mil milhões), nas parcerias público-privadas (que representam mais de 50 mil milhões de dívida), etc.
Se a isto se somar que, como todos sabemos, em Portugal só paga impostos quem trabalha, que, por exemplo, a banca tem pago cerca de 1/4 dos impostos pagos pela generalidade das empresas enquanto a sua dívida ao exterior é a mais elevada de todas". ...
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
Re: Mas quais salarios, qual dívida......
BE
O BE é um pequeno grupo de provocadores, que faz da demagogia programa. A finalidade é pôr pauzinhos na engrenagem, jogando na falência do regime democrático.

Só fala do BE quem não quer falar dos 2500 milhões a transferir dos trabalhadores para os patrões, nem na manifestação de 1 milhão.Nem da culpa das poupanças no decréscimo do consumo, nem das pieguices e histerismos dos portugueses, que se queixam, não se sabe de quê. na versão do PM.

Aí é que está o problema, não nos slogans do BE...............
A falácia da troika e dos salários
Re: BE
O Louçã está rico
Re: O Louçã está rico
Re: BE
Re: BE
Re: BE
Mais da velha hipocrisia Canhota
Obrigado Raposo, por escrever tão taxativamente o que muitos pensam e vêm escrevendo nas redes sociais.

PCP, BE e alguns Socialista dizem ser contra a TROIKA.

Querem a TROIKA fora do País.

Querem ser donos de si próprios.

Estão no seu pleno direito de manifestar e ter opinião própria.

Mas estão também a não ser coerentes.

POLÍTICO, REFORMADO E FUNCIONÁRIO PÚBLICO QUE SEJA CONTRA A TROIKA, DEVE IMEDIATAMENTE DEVOLVER OS SALÁRIOS DESDE JUNHO DE 2011.

Sim, porque afinal o Estado não tinha dinheiro para pagar os salários, as reformas e demais compromissos nessa data e até hoje o dinheiro que está a ser depositado na conta dessas pessoas, é dinheiro proveniente da TROIKA.

Sejam coerentes para que a opinião que têm não seja demagógica e sectária desde a sua origem.
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha cobardia pateta
Re: Mais da velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da (re)velha cobardia pateta
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
Re: Mais da velha hipocrisia Canhota
O RAPOSO A PASSAR-SE ...
Pois é ... os grandes problemas de Portugal são os cartazes do BE ... e já agora as tias dos gajos do Bloco ... também ...
Quero ver o Dr. Mexia a chorar
É verdade Henrique Raposo. Os salários são a dívida.
E as rendas da EDP são o quê? Lucro?
E o dinheiro injetado na Banca é o quê? Lucro?
E as PPP's são quê? Lucro?
E as fundações são o quê? Lucro?
Ainda não os vi chorar!!!
Não foi você que disse numa crónica, que enquanto não visse o Dr. Mexia a chorar, não acreditava muito na equidade...!

Re: Quero ver o Dr. Mexia a chorar
Re: Quero ver o Dr. Mexia a chorar
Re: Quero ver o Dr. Mexia a chorar
A falácia da troika e dos salários
Já o Estaline dizia , uma mentira repetida mil vezes passa a ser verdade.

Essa história que sem troika , não há dinheiro para salários é uma falácia , Portugal , pudera tambem , ainda produz o suficiente para pagar salários , agora sem a troika , não produz o suficiente para pagar os salários e os 9 mil milhões de juros ao mesmo tempo , essa é que é a verdade.

Portugal teria é que decretar uma moratória no pagamento da sua divida , nada de novo e de estranho , porque Portugal já o fez várias vezes no passado e voltará a fazer no futuro , isso no capitalismo é normal , faz parte do ciclo de reciclagem do sistema , o que não é normal é querer-se massacrar um povo por causa de uma divida.
Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Sócrates foi o responsável pela bancarrota do País e o POvo agora está a pagar a factura!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Vou meter um susto ao águia:
Re: Vou meter um susto ao águia:
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
Re: Louçã,Sócrates e a bancarrota!
HR
Diga-me qual o partido na AR que é verdadeiramente honesto?
Sabe qual a diferênça entre um político e um jornalista?
honestidades
O que pensa o Henrique Raposo da honestidade do atual primeiro-ministro? Já comparou o que ele disse antes de ser eleito com o que faz agora? Talvez isso tenha mais importância para os portugueses do que um cartazinho do BE...
HR: fazer jornalismo simples, claro e pedagógico
Parabéns Henrique Raposo,

O seu texto é pequenino, lê-se rápido e entende-se de imediato a mensagem.

O bom jornalismo não é só informar, mas também denunciar a demagogia, fazendo pedagogia.

Henrique Raposo conseguiu isso de forma simples e clara.

Parabéns!
Re: HR: fazer jornalismo simples, claro e pedagógi
Re: HR: fazer jornalismo simples, claro e pedagógi
Re: HR: fazer jornalismo simples, claro e pedagógi
Esqueça lá o BE...
Esqueça lá o BE, temos coisas importantes para falar nestes dias...

oreivaivestido.blogspot.pt/2012/09/o-triunfo-do-derrotismo.html
E por que razão Raposinho a massa salarial ´
Análise profunda como sempre

Pega-se num cartaz (aceitando a versão de Raposo da lavra do BE) e explica-se o estado da nação. Simples e eficaz.

Apesar de ter nascido com uma estrutura mental de esquerda nunca votei no BE. Reconheço mérito na denúncia de situações que de outro modo estariam ainda mais fora do debate político, e na facilidade de abordar as chamadas questões "fracturantes", que muitas vezes são ridicularizadas sem razão.
Mas claro que não posso votar num partido que tem Louçã como líder, uma mistura em partes iguais de fundamentalista islâmico, ditador iluminado e Torquemada.

Já no PCP votei algumas vezes, em eleições de pequeno poder local, onde o que importa são as pessoas e não o partido.
Seria incapaz de votar no mais dogmático dos partidos portugueses, apesar da empatia natural do camarada Jerónimo, uma surpresa pela positiva no aspecto humanista que não estávamos habituados em Cunhal e mesmo em Carvalhas, se bem que a cassete ainda seja a mesma.

Mas querer atribuir responsabilidades relevantes a partidos que estão completamente fora dos lugares de decisão política e económica, o BE desde sempre, o PCP há uns 35 anos, parece-me a mais despudorada das demagogias. Espantosamente é uma teoria que ainda faz escola.

Mais de 80% dos eleitores escolhem regularmente e sem excepções ser representados pelo chamado "arco-do-poder".
Alguém honestamente pode afirmar sem se rir que se o PCP e o BE não existissem a nossa situação financeira e económica seria diferente?
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
Re: Análise profunda como sempre
DESTA VEZ CONCORDO
Concordo desta vez consigo. O BE NÃO PÁRA DE DAR TIROS NO PÉ, NO PIANISTA, E EM TODA A GENTE. A SUA POSIÇÃO POLÍTICA É APENAS SER "DO CONTRA". REIVINDICALISMO DESCEREBRADO.

A SAÍDA DA UE E DO EURO, COM A REESTRUTURAÇÃO, RENEGOCIAÇÃO, OU CORTE DA DÍVIDA, são a ÚNICA ALTERNATIVA VIÁVEL À BANCARROTA TOTAL que se avizinha CADA VEZ MAIS RAPIDAMENTE!!!!

Além disso, na perspectiva de uma AUSTERIDADE QUE DURE 15 ou 20 ANOS, MAIS VALE SOFRÊ-LA PARA ALCANÇAR A SUSTENTABILIDADE DO PAÍS, DO QUE A ESCRAVIZAÇÃO DOS PORTUGUESES AOS INTERESSES ESTRANGEIROS.

E por último, OS CÁLCULOS DE PASSOS, DE SEGURO, E DO BE, baseiam-se no pressuposto ERRADO E ALTAMENTE PERIGOSO de que a situação FINANCEIRA INTERNACIONAL NÃO SE IRÁ ALTERAR, e de que Portugal "conseguirá pagar a Dívida" CONTINUANDO TUDO NA MESMA OU EVOLUINDO FAVORAVELMENTE.

Por último, a INSTABILIDADE SOCIAL e a DEGRADAÇÃO DA ECONOMIA vão no sentido de uma PARAGEM OU DE UM CONFLITO SOCIAL E POLÍTICO MUITO GRAVE.

NÃO SERVE DE NADA REZAR À N. S. DE FÁTIMA E ESPERAR QUE TUDO CORRA BEM!!!!
Re: DESTA VEZ CONCORDO
Re: DESTA VEZ CONCORDO
Comentários 156 Comentar

Últimas


Pub