21 de maio de 2013 às 7:50
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José Roquette volta a acusar Caixa Geral

O promotor do Parque Alqueva, SAIP, que avançou com um processo de insolvência, questiona por que é que se mantém público um banco que não dá apoio a investimentos privados.
Margarida Fiúza (www.expresso.pt)

Depois de há pouco mais de uma semana ter anunciado que pedira a insolvência da sua Sociedade Alentejana de Investimento e Participações (SAIP) - por falta de financiamento bancário para o projeto que estava a desenvolver no Alqueva - José Roquette voltou hoje à carga.

O promotor do Parque Alqueva retomou as acusações à Caixa Geral de Depósitos (CGD), dizendo que "mal se compreende que aquilo que é declarado de interesse estratégico para o Estado (...) acabe por falhar por falta de apoio do banco (CGD) do mesmo Estado". Mais: "Se a CGD não confiava na bondade do projeto tinha a obrigação de o ter dito de forma clara e atempada, assim evitando aquilo que é um desperdício de tempo e de dinheiro para todos os envolvidos, em especial, para o promotor que avançou até ao limite, até onde podia ir".

A proposta de financiamento estruturado do projeto assumia a CGD e o BPI como financiadores. O BPI aceitou as garantias de José Roquette. Mas a Caixa exigiu um aval pessoal do empresário, que seria "incomportável". Sem financiamento garantido, a SAIP avançou com o pedido de insolvência no tribunal de Reguengos de Monsaraz.

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Re: José Roquette volta a acusar CGD
Sr. Roquete: a CGA é um banco público, mas públicos não são os dinheiros que estão por lá depositados ... Não faça confusão. No dia em que percepcionar que a CGD utiliza o meu dinheiro sem critérios rigorosos, tiro-o de lá. E como eu fazem todos os demais depositantes. A qualidade de público não implica obrigações acrescidas, relativamente a qualquer outro banco, no apoio a projectos privados. Pelo contrário: mais rigor, até!
É confortável imputar ao banco público obrigações em matéria de apoio a projectos, porque é sabido que mais tarde ou mais cedo passará pelo poder um partido "amiguinho" e “tolerante” que perdoa a dívida. Depois pagam os contribuintes.
O amigo do Sr Roquete (os socialistas) foram-se e com eles partiram as facilidades de crédito. Azar!
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Patrões
Os nossos patrões são assim, empreendedores mas tem pouco de empresários, investem só com o dinheiro dos outros, se a coisa falhar pagam os mesmos "acionistas" de sempre, ou seja, o POVO, que vai rompendo as algibeiras de tanto rapar para pagar os buracos que este senhores abrem. Que raio de gente empresarial temos, um em Abrantes promete e espera que seja a banca a suportar o risco, o outro diz que é estratégico investimento para o país, mas quem lucraria com isso era só ele e os seus sócios, no meio disto tudo quem se lixa, termo passista, é o Zé Povinho que vê tudo a arder e a voar para os paraísos fiscais, todos a gamar e o pior que lhes acontece é darem-lhe uma pulseira.
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Portugal
O país dos empresários e investidores que só assumem o risco se este for partilhado por vários, mas que assumem os lucros sozinhos.
A CGD tem hoje a pior administração dos....
..... últimos 35 anos.

Disso não tenho qualquer dúvida, podendo afirmá-lo com segurança, por conhecimento directo (fui quadro da CGD durante algumas décadas).

É evidente que dirão logo que sempre houve nomeações politicas. É verdade mas, por outro lado, sempre aconteceu que se procurou entre os "amigos" nomear gente do ramo, conhecedora do negócio e quase sempre também alguns Directores (de carreira) da Instituição.

Jacinto Nunes, Oliveira Pinto, Rui Vilar, João Salgueiro, António Sousa e muitos outros atestam cabalmente o que atrás refiro.

Com uma ou outra excepção era gente competente e conhecedora da área que menteve a CGD na liderança destacada durante todos estes anos, mesmo fazendo aqui e ali "grandes frete"s aos diversos Governos.

Agora não é assim. Gente conzenta, sem ideias e que, afinal, parece estar lá apenas para dizer "sim" a quem lhes arranjou o tacho.

No entanto, no caso concreto, a Administração da CGD esteve muito bem, mantendo a exigência do aval ao Roquete.

Se ele não acredita no projecto e não quer correr riscos porque hão-de os bancos assumi-los?

Deveria ser sempre assim.......
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Serão cataratas ou miopía, meu caro Goodwaves Ver comentário
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Pedir dinheiro emprestado ? e as garantias reais?
Como cliente da CGD exigo que o meu banco tenha muito cuidado com os projectos onde aplica o dinheiro dos clientes, o negócio da "china" do turismo já terminou ou não repararam.
Como contribuinte estou farto dos senhores ditos investidores andarem a brincar com o meu dinheiro.
Quem pede emprestado tem de dar garantias reais sobre esse valor, este principio foi aldrabado nas ultimas decadas com o resultado que se pode constatar.
É mais um negócio das "minhocultra" lembram-se na segunda metade da década de 80, ou dos fabulosos investimentos do BPP, BPN ou AFINSA efectivamente houve gente que ganhou muito dinheiro mas no fim muita mais gente ficou sem esse dinheiro.
Quem acredita cegamente em projetos arriscados e não tem liquidez para os mesmos tem de acreditar que se entregar bens em valor superior aos montantes pedidos nada lhes vai acontecer ou será que não acreditam assim tanto nesses projectos e querem que outros corram os riscos.
Não me pareçe que este senhor tivesse muita dificuldade em reunir bens para apresentar como garantia, ou estarei enganado?
Seria mais um - os lucros são privados mas os prejuizos são públicos -
Regras iguais para todos quer peça muito dinheiro ou pouco, e esqueçam garantias como obras de arte, selos e similares.
Quando se tem uma ideia de negocio
E o banco A não financia, vai-se ao Banco B, C, D até encontrar quem financie. A menos que não se acredite no negocio e tudo não passe de mais uma negociata em que o lucro é privado e o prejuízo é publico.
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Aval pessoal incomportável
Já insistiram com o Sr Roquete para explicar porque é incomportável o seu aval pessoal?
Quer manjedoura como no tempo do BPN
os empresários do tipo em questão querem investir mas sem correr riscos...Assim até uma dona de casa do século XVIII era empresária. caso tudo corra bem ficam com os lucrus, caso o projeto corra mal a CGD ficaria com o prejuizo...Muito inteligente este empresário portugues...Se que um banco privado porque não procura um? Há mkuitos em Portugal...deve querer dado e arregaçado...Porque não apresentou garantias? Este tipo de empresários não faz nenhuma falta a portugal, bem pelo contrário...
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