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Jornalistas espanhóis despedidos criam publicação independente

É apresentada como uma publicação informativa e cívica que fará frente à subordinação aos interesses do poder económico e financeiro. "infoLibre" reúne ex-jornalistas do "El País", "Público" e RTVE.  
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O antigo diretor do jornal espanhol "Público", Jesús Maraña, anunciou hoje no Twitter a criação do "infoLibre", uma nova publicação que contará com jornalistas despedidos do "Público", "El País" e RTVE.

Não é claro se terá uma edição em papel ou se será uma publicação exclusivamente online, nem se faz ideia com quantos colaboradores contará.

Ainda há pouca informação sobre o futuro órgão de comunicação social, mas já foi criado um blogue onde são apresentado o espírito do projeto inscrito nos seus príncipios editoriais

"infoLibre é uma proposta informativa e cívica que nasce no momento em que a crise económica ameaça tanto a democracia como o jornalismo, cada vez mais subordinados aos interesses do poder económico e financeiro", refere o blogue do futuro órgão de comunicação social espanhol.

Ainda segundo o blogue, "o projeto será impulsionado por um grupo de jornalista com uma participação substancial nas ações da empresa editora. O que garantirá que os critérios informativos prevaleçam sobre qualquer outro".


Opinião


Multimédia

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A crise segundo "Einstein": o exemplo espanhol
Os portugueses têm de olhar para os bons exemplos e não esperar que o Governo faça tudo.

A crise pode ser uma boa oportunidade, e estes jornalistas espanhóis são a prova.

O texto foi escrito depois do crash de 1929 nos EUA:

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.
A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.
A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura.
É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.
Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito.
É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."

Albert Einstein
Oportunissimo,Carlos-Carlos!
Re: Oportunissimo,Carlos-Carlos!
Assim" Infolibre" poderá ser muito mais útill aos
cidadãos e a Espanha dada a independência dos seus jornalistas. Excepto o Público que pasou só a existir on-line devido a dificuldades financeiras, mas já antes era um bom jornal quando saia em papel...
Parabéns, infoLibre!
E o maior sucesso ao projecto!
Quando é que surge um projecto semelhante em PT?
Ontem já era tarde.
Arriscar investir
Seria muito importante que muitos começassem a investir competência, trabalho, esforço, dedicação e a arriscar a sua reputação, qualidade de vida e dinheiro em vez de se queixarem de tudo e de todos menos deles próprios.

Serve de exemplo para todos.
Camões até chora....

Os nossos "Jornaleiros" não Jornalistas deveriam antes de publicar os seus artigos relerem com cuidado as frases escritas.
Para ser em "Bom Português" o Jornalista deveria escrever:

JORNALISTAS ESPANHOIS DESPEDIDOS CRIAM PUBLICAÇÃO INDEPENDENTE.

MC
Re: Camões até chora....
Do mal o menos
A minha opinião sobre o jornalismo é de independência total, o que se tem feito até agora, depois de terem acabado com o pouco jornalismo independente que existia, não é jornalismo é copy paste à subserviência.
Cada vez mais subordinados aos interesses do poder
Económico e financeiro!

Aí está o verdadeiro poder por traz de toda esta miséria que vive o mundo
Independentes?
Serão mesmo independentes? É que fugir aos interesses económicos e financeiros é uma coisa e esquecerem-se dos interesses políticos é outra, que acaba por resultar no mesmo, uma vez que a política anda sempre subordinada aos interesses económicos e financeiros, seja qual for o regime. Se tiverem a coragem de denunciar tudo o que vai de pôdre por esse mundo dos poderes, já será aumenos esclarecer um pouco melhor o povo, já que dos tribunais pouco ou nada se espera, pois já todos sabemos as artimanhas usadas e os interesses em jogo.
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