20 de maio de 2013 às 14:13
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Jornal "Público": Miguel Relvas acusado de ameaçar jornalista

Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares é acusado pelo Conselho de Redação do jornal "Público" de ter ameaçado a jornalista Maria José Oliveira, de quem "divulgaria, na Internet, dados da vida privada", caso uma notícia fosse publicada.
Mariana Cabral (www.expresso.pt)
Miguel Relvas é o número 2 do Governo de Pedro Passos Coelho Mário Cruz/Lusa Miguel Relvas é o número 2 do Governo de Pedro Passos Coelho

O Conselho de Redação do "Público" acusa o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, de ter ameaçado o jornal - e a jornalista Maria José Oliveira - a não publicar uma notícia sobre o caso das "secretas".

Depois da audição de Relvas na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, na terça-feira, Maria José Oliveira questionou o ministro sobre uma série de "incongruências" sobre o seu depoimento.

O número 2 do Governo terá contatado a editora de política do "Público" telefonicamente e, de acordo com o comunicado do Conselho de Redação, "terá dito que, se o jornal publicasse a notícia, enviaria uma queixa à ERC, promoveria um black out de todos os ministros em relação ao 'Público' e divulgaria, na Internet, dados da vida privada da jornalista."

Conselho de Redação acusa direção de ter falhado


A direção do jornal foi informada da situação, mas, até à data, não tomou qualquer posição - e não publicou a notícia em questão. A editora de política diz que a decisão da não publicação já teria sido tomada antes das alegadas ameaças de Miguel Relvas. A diretora Bárbara Reis, citada pelo comunicado, esclarece que o assunto tem de ser tratado com calma e não "a quente".

O Conselho de Redação acusa a direção do jornal de ter falhado "ao não repudiar imediata e publicamente a inaceitável atitude de pressão daquele que é considerado o número 2 do Governo da República. O 'Público' não pode nunca aceitar, calado, tal tipo de pressões e é lamentável que o tenha feito."

Os elementos do Conselho de Redação - Bruno Prata, Clara Viana, João D'Espiney, João Ramos de Almeida, Luís Francisco, Luís Miguel Queirós, Ricardo Garcia e Rita Siza - dizem que irão "estudar o caso com o advogado do jornal e com o Sindicato dos Jornalistas para definir acções futuras junto das entidades competentes."



Leia na íntegra o comunicado do Conselho de Redação do "Público":

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Degradação progressiva da política portuguesa
O que esta notícia revela, a ser verdade, não é mais do que a degradação progressiva da qualidade dos nossos políticos, ficando em evidência que temos fascistas no poder a fingir que são democratas.

Espero, muito sinceramente, que este caso seja devidamente esclarecido e que, caso se venha a provar que os factos relatados são verdadeiros, que o primeiro-ministro ponha o ministro Miguel Relvas imediatamente na rua.

Caso os factos sejam verdadeiros e o ministro fascista Miguel Relvas não seja demitido, estaremos perante um novo quadro político que só pode levar milhões de portugueses a concluir que os fascistas tomaram o poder em Portugal e se permitem agir enquanto tal, com a impunidade com que sempre agiram e que é conhecida ao longo da história.

Tenho dúvidas, sérias dúvidas, de que a jornalista tivesse inventado as acusações endereçadas a Miguel Relvas. Inclino-me, portanto, para a tese da veracidade das acusações, embora aguarde melhores esclarecimentos.

Espero, acima de tudo, que o primeiro-ministro de Portugal não esteja refém de uma corja fascista que se permite manipular jornalistas, órgãos de comunicação social e, ainda por cima, ter a desfaçatez de ameaçar uma jornalista com dados da sua vida privada.

Haja vergonha!

Fascistas, nunca mais, nunca mais, nunca mais!

Nunca, nunca mais!
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Desespero dos Socretinos após ...Passos-Seguro. Ver comentário
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Meu grande anjinho idiota... Ver comentário
Quero ler o artigo que mete medo ao Relvas. Ver comentário
VAI COMENTAR NO PÚBLICO PARA SABERES COMO... Ver comentário
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Oh Miguel..............
Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo. Também no Brasil tem amigos de peso e portas abertas. Dos homens do "mensalão" às agências de marketing, da direita conservadora a decisores políticos e empresariais, dos media ao jet-set, a sua agenda regista várias figuras de relevo na sociedade brasileira, por boas e más razões. Lá, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e bons negócios. E foi lá também que o PSD começou a ganhar as eleições...

Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio desde 2008. Mais difícil é precisar o momento em que ministro-adjunto se tomou de amores pelo Brasil. Até há uns anos, ele situava as melhores férias da sua vida na Baía. Aí, em 2000, fez turismo cultural com a família e descansou num resort da Ilha de Comandatuba lendo teses e ensaios sobre Eça de Queirós. Relvas gosta de seguir a máxima que diz que nunca se é feliz duas vezes no mesmo lugar. À ilha, não voltou, mas o Brasil é um eterno retorno na sua vida.

Para lá viajou com o primeiro-ministro Santana Lopes, em setembro de 2004. Era então secretário-geral do partido e conheceu Nizan Guanaes, dono de um dos maiores grupos de marketing político e considerado pelo Financial Times um dos brasileiros mais influentes do planeta. Naquela altura, Relvas procurava quem refinasse a campanha do PSD no ano seguinte, embora mantivesse contrato, desde 2001, com o brasileiro Einhart da Paz. No Rio, em 2005, o atual ministro também representou o antigo líder do partido..
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Recordando... A História anda em espiral...

Manuela Moura Guedes processa judicialmente Sócrates por difamação
22 | 04 | 2009

"Em entrevista à RTP1, transmitida terça-feira à noite, José Sócrates referiu-se ao telejornal das 20:00 de sexta-feira da TVI, apresentado por Manuela Moura Guedes, como sendo "travestido" e feito "de ódio e perseguição."

Minha cara jornalista, faça a mesma coisa que a Manuela e terá alguns momentos de glória na mídia portuguesa... Pelo menos enquanto o Relvas estiver no governo.
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Os boys, já não assaltam... estão no aparelho!
O Relvas nunca ameaçaria directamente...

Arranja alguém para o fazer.

Esse é o método da escola dos jotas.

Vejam como é que esses jovens boys, com o nome escarrapachado em vários processos da PJ, conseguem estar em liberdade, fazer programas e debates televisivos, escrever artigos nos jornais, dar entrevistas, etc.

A Maçonaria tornou-se um covil de lobos...

Esses incivilizados, assaltaram a maçonaria como assaltaram os partidos.

Viramo-nos para a direita ou para a esquerda, e encontramos o mesmo tipo de boy.

Dominaram a classe política partidária por dentro, e agora dominam o Estado.

As eleições, são uma mera formalidade, para haver rotatividade.
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Encontro Passos-Seguro ...socretinos desesperados. Ver comentário
Quero ler o artigo que mete medo ao Relvas. Ver comentário
Ai as Comossões de Inquérito...
... as Comissões de Inquérito.

Por menos do que isso o encrespado andou de t-shirt na Assembleia da República a afirmar que tinha sido censurado...

Estivesse o outro a governar e havia de ser uma coisa linda...

Viva a União Nacional, a Liga 28 de Maio, a economia e a pobreza desse tempo, desígnio da actual governação!

Viva o Relvas e o ministro da economia que justifica ser uma aberração pelo facto de os outros terem governado mal, segundo a sua apreciação
Re: Ai as Comossões de Inquérito... Ver comentário
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Jornal Público Miguel Relvas acusado de ameaçar
Dizem os crentes que Deus escreve direito por linhas tortas. A Comunicação Social não se tem cansado de andar com este governo ao colo. Foi o que sempre fizeram mesmo antes das eleições. Diz o povo que cá se fazem cá se pagam. Sócrates nem necessitava de por o pé em ramo verde, que era logo lançado na fogueira. Ainda hoje assim acontece e mesmo tendo-se retirado continuam a não o deixar em paz. Não há dia que não falem nele e sempre num bota a baixo. Primeiro foi o jornalista Rosa Mendes da RDP e nem uma palavra, depois foi as bastonadas na greve geral e pouco se falou. Agora vieram as ameaças e por este andar mais dia menos dia, já ninguém poderá fazer nada.

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/03/maiakovski-1893-1930.html

Re: Jornal Público Miguel Relvas acusado de ameaça Ver comentário
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Princípio de Murphy
Nada é tão mau, que não possa piorar. A ser verdade ao camarada Relvas não esta outro caminho que a passagem à sala imediata.
  Pressões, pedidos, tentativas de controle, tudo isso existe, é lamentável, mas, com a frequência, vai entrando nos hábitos de actividade política.

Mas isto é chantagem pura, digna de filmes sórdidos sobre criminalidades várias.

Ameaçar uma jornalista com a divulgação de factos da sua vida privada, revela baixa formação moral, mas também que procurou ter esse conhecimento. Pode-se pensar que o Relva tem dossiers especiais sobre determinadas pessoas e que está disposto a usá.los, quando se sinta em perigo.

Assunto a acompanhar, mas , havendo verdade na história, tem que ser o fim de uma carreira política de fraca qualidade.

Fora o que a Procuradoria Geral da República possa pensar acerca de um cidadão possuidor de conhecimentos das vidas privadas de cada um...........
Re: Princípio de Murphy Ver comentário
OU é Relvas é Burro ...ou a jornalista mentirosa. Ver comentário
Oh Miguel............
Marques Mendes, na reunião da comissão executiva da Internacional Democrata Centrista, à época presidida por José María Aznar.

A partir de 2006, iniciou a sua atividade como gestor e consultor de empresas privadas e começou a viajar com regularidade para o outro lado do Atlântico. A frequência acentuou-se a partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico.

O grupo Finertec é uma empresa com interesses nas áreas das energias, tecnologia, construção, imobiliário e turismo, sobretudo em África. Já a Alert, graças a Relvas, conquistou mercado no Brasil. O primeiro contrato foi celebrado em 2007 com a secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e, daí para cá, a empresa está presente em dezenas de hospitais, institutos, clínicas e unidades de saúde, sobretudo em Minas, mas também em São Paulo, Rio e noutros estados.

Com a entrada para o Governo, Relvas cessou estas atividades. "Fiz sempre questão de receber todos os meus honorários em Portugal, recusando utilizar a faculdade que a lei me concedia de pagar os meus impostos fora do País", esclarece. Em 2010, apresentou um rendimento global de quase 230 mil euros

Oh Relvas............
s amigos no Brasil atravessam vários quadrantes e atividades. E carregam alguns fardos também. César Maia (ex-prefeito do Rio) e Rodrigo Maia (atual deputado) - pai e filho, ambos do partido Democratas - dão Relvas como exemplo. "Tem sido uma referência para todos nós", diz César. "Estivemos com ele no dia da eleição em Portugal", recorda Rodrigo. No DEM, sigla pelo qual esta força política de direita é conhecida no Brasil, vários deputados foram apanhados em casos de corrupção. Em 2007, segundo O Globo, o partido herdeiro da ARENA, base da ditadura militar, ocupava o primeiro lugar no número de políticos que perderam o mandato por denúncias de corrupção (69). No ranking dos Estados com maior número de políticos "cassados", na expressão brasileira, Minas Gerais liderava.

Jorge Borhausen, antigo dirigente da ARENA, e Paulo Bornhausen, deputado, abandonaram o DEM. Conheceram o Relvas nos anos 90 no Brasil e permanece uma "profunda amizade", atesta Paulo. "É um profissional muito competente. Tem amigos no mundo da economia, da política e em muitas outras áreas". Jorge festejou com Relvas e Passos Coelho após a tomada de posse em Lisboa. Paulo ajudou a fundar o novo PSD brasileiro, que há dias entregou no tribunal o processo para a legalização. O partido começou torto: nos primeiros documentos, apareceram milhares de assinaturas falsificadas e mortos. Agora, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, presidente do PSD e próximo de José Serra, candidato derrotado por Dilma
Re: Oh Relvas............ Ver comentário
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Oh Miguel
nas presidenciais, tenta pôr ordem na casa. Amigo de Relvas, polémico, tem explicar à justiça, por estes dias, o aumento do seu próprio salário em 51 por cento.

Nota: Textos extraido da Visão com a devida venia..
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Afinal o Relvas é um empreendedor formidável. Ver comentário
E de borla oh tabuarasa. Leu tudo?..comprendeu?... Ver comentário
Re: E de borla oh tabuarasa. Leu tudo?..comprendeu Ver comentário
Só leio aquilo que é positivo... Ver comentário
Nunca vi um esquerdola elogiar um empresário. Ver comentário
Minha senhora por favor...

À jornalista Maria José Oliveira

Minha senhora por favor... Para que armar tanta confusão?

A coisa é simples de ser resolvida... Procure o Doutor Balsemão, e peça-lhe para publicar o seu trabalho... Tenho a absoluta certeza qiue ele o fará...

O que interessa é o conteúdo do seu trabalho, estou ancioso por saber o que tem a dizer... Deixe-se de burocracias... Disse que me disse que deixou de dizer, não me interessa gosto de fatos e números.

Por certo, o Expresso não fará qualquer censura... Apresse-se que já se faz tarde...
Re: Minha senhora por favor... Ver comentário
Se o Relvas não quer... Publiquem essa porra!

"De acordo com a direção do “Público”, a notícia em causa não foi publicada apenas por razões editorias, por não conter “nenhum fato relevante”, nada estando essa decisão relacionada com as pressões de Miguel Relvas." (JN)

Já que o Relvas não quer, o Público outro jornal qualquer tem a obrigação moral de publicar a notícia em causa...

E deixemos de palhaçadas... De coscuvilhices!!!
defender algo e o seu contrário
Alguns do que hoje estão alarmados branquearam o comportamento de Relvas no caso da RDP sobre Angola. Mais uma vez, a coerência é lançada às urtigas com a facilidade de quem sente que não vai ser confrontado com as suas contradições.
O certo é que existe um padrão no sentido de controlar a comunicação social, a única razão capaz de explicar aliás, a proteção e branqueamento que a imprensa dedica diariamente a esta organização sinistra que se autodenomina Governo.
Re: defender algo e o seu contrário Ver comentário
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Miguel Relva a precisar de conselhos de Santana.
Miguel Relvas devia pedir uns conselhos a Santana Lopes sobre a forma como se deve lidar com jornalistas. O ex-primeiro ministro aprendeu com eles uma grande lição quando tentou fazer o mesmo que Relvas; uma humilhante derrota eleitoral.
Onde há fumo?
Há fogo?
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Expresso nas Redes
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