5 de março de 2015
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Discutir frangos

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Com o devido respeito, sempre digo que este país anda, há duas semanas, a discutir "frangos". Primeiro excitado por um anúncio; depois por causa de um país que está hoje "bastante diferente" do que estava há quatro anos. No discurso de António Costa a empresário chineses, o líder socialista arranjou tema para a chicana política - vai ser pior do que o célebre "bem, é só fazer as contas" de António Guterres em 1995. 

 

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O fim da via única

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Onde o ministro alemão Wolfgang Schäuble viu um programa de ajustamento que funcionou, sendo Portugal a prova de que a dose de austeridade foi remédio ajustado, o presidente da Comissão Europeia encontrou pecados "contra a dignidade" de portugueses, gregos e irlandeses. Se dúvidas ainda houvesse, as declarações de Jean-Claude Juncker, feitas quarta-feira à noite, vieram provar que, afinal, não há, como alguns queriam fazer crer, uma teoria única sobre o caminho para a salvação. 

 

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Coelho da cartola

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Mais um coelho tirado da cartola: vem aí a carta por pontos, anunciou o secretário de Estado da Administração Interna. Como se o sistema atual não fosse muito diferente. Em meados dos anos 90, com o novo Código da Estrada, ficou estabelecido que quem tiver, num período de cinco anos, cinco infrações graves ou muito graves, ou três graves, fica sem carta. Só não foi anunciado como sendo um sistema por pontos porque em França a carta por pontos tinha gerado uma grande contestação.   

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Haja bom senso e que não falte a informação

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A Saúde é um dos melhores solos para a demagogia medrar. É terreno perigoso. Pelos dramas que esconde, pela dor que pode causar, pela facilidade com que se estigmatizam profissionais ou políticos, pela facilidade em manipular através dos sentimentos. Há emoções fortes e Passos Coelho fez muito bem em tentar sensibilizar a comunicação social (ainda que o tenha feito de forma desajeitada) para que o acompanhamento destes casos seja feito com cuidados redobrados. Um pedido que nada tem de especial.  

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O regresso à sardinha em lata

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Lembram-se de quando não havia ligação entre os comboios que chegavam ao Rossio e o Metro, nos Restauradores? E que o mesmo se passava em Entrecampos e na Avenida de Roma? Lembram-se de quando a Carris ficava na Calçada de Carriche e não chegava a Odivelas? Lembram-se de quando se andava nos transportes "como sardinha em lata"? Era a lógica de cada empresa tratar de si, da sua concessão. Já lá vai quase meio século.                                      

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1900 mistérios que é urgente desvendar

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Paulo Macedo pede "serenidade". O ministro da Saúde quer que as notícias sobre o que se está a passar nas Urgências e nos hospitais em geral sejam dadas sem alarme e lidas com fé na boa atuação do seu ministério. Mas para que isso fosse possível era essencial perceber-se bem por que motivo morreram, nas três primeiras semanas deste ano, mais 1900 pessoas do que em igual período do ano passado.

 

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Não havia necessidade

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O que leva um ministro da Defesa a fazer aprovar as novas leis orgânicas do Ministério da Defesa, do Estado-Maior-General das Forças Armadas e dos três ramos militares a escassos meses do fim do mandato?

 

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Vantagens de passar pela prisão

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O caso Sócrates ainda agora começou e a criatura já ultrapassou o criador. A discussão vai além das questões sobre o comportamento do antigo primeiro-ministro, a exuberância da sua vida parisiense, a dependência de recursos alheios e mesmo de questões de âmbito penal que permitem fazer vaticínios sobre a alegada prática de crimes graves. 

 

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De boas intenções...

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O ministro Poiares Maduro lamentou este fim de semana, em entrevista à TSF, que reformas do Governo como  o Mapa do Cidadão ou o programa Aproximar não tenham merecido suficiente divulgação por parte dos jornais, rádios e televisões. Perguntaram os jornalistas: "Não será uma falha do Governo esta dificuldade em comunicar com os cidadãos?" Que não, respondeu o ministro. Na opinião de Poiares Maduro, o problema é que a comunicação social foi de tal forma manipulada pelo anterior Governo que teme noticiar os aspetos positivos do atual Executivo, para evitar novas colagens. Curiosa análise a do ministro.  

 

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O inexplicável

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Procurar opiniões, análises e previsões na internet sobre o preço do petróleo é atividade altamente surpreendente. Quando está em subida, surgem análises sobre os prejuízos para a economia mundial, o holocausto fica à vista e só o nuclear nos pode salvar; quando entra em queda, então o drama é dos países produtores e as energias alternativas passam a proscritas.

 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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