27 de dezembro de 2014
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De boas intenções...

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O ministro Poiares Maduro lamentou este fim de semana, em entrevista à TSF, que reformas do Governo como  o Mapa do Cidadão ou o programa Aproximar não tenham merecido suficiente divulgação por parte dos jornais, rádios e televisões. Perguntaram os jornalistas: "Não será uma falha do Governo esta dificuldade em comunicar com os cidadãos?" Que não, respondeu o ministro. Na opinião de Poiares Maduro, o problema é que a comunicação social foi de tal forma manipulada pelo anterior Governo que teme noticiar os aspetos positivos do atual Executivo, para evitar novas colagens. Curiosa análise a do ministro.  

 

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O inexplicável

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Procurar opiniões, análises e previsões na internet sobre o preço do petróleo é atividade altamente surpreendente. Quando está em subida, surgem análises sobre os prejuízos para a economia mundial, o holocausto fica à vista e só o nuclear nos pode salvar; quando entra em queda, então o drama é dos países produtores e as energias alternativas passam a proscritas.

 

 

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Sócrates tem razão, mas não se pode queixar

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Na carta que escreveu ao "Diário de Notícias", o cidadão José Sócrates está carregado de razão. Tem faltado coragem aos políticos para reformar a Justiça. Não lhe mexem quando os casos escaldam, porque não se atua a quente; nada se altera quando o problema está adormecido, porque o assunto é delicado. 

 

 

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A maldição de segredos

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Porque pode um Tribunal de Instrução dizer que há indícios de corrupção e não pode o indiciado dar a sua versão sobre o que lhe apontam? E porque pode o tribunal apontar os crimes sem ter a obrigação de dizer no que se baseia ? Porque há segredo de Justiça.

 

 

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De olhos arregalados e fatura na mão

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Disse Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, na comissão de inquérito que decorre em São Bento: "Se pudesse tinha tirado a idoneidade a Ricardo Salgado. Mas não tinha poderes." Carlos Tavares, presidente da Comissão do Mercado de Valores Imobiliários, repetiu a ideia. 

 

 

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Aprender com Francisco George

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Francisco George, e também Paulo Macedo, têm sido dois dos principais antídotos contra o alarme que o surto de legionela está a causar. Presentes onde deviam ter estado, sem se imporem em demasia, falando com o rigor e a tranquilidade aparentemente ajustadas à situação, os dois passaram a mensagem que era importante difundir.

 

 

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Antimerkelista primário

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Desculpem, mas não consigo resistir: vou ser um  antimerkelista primário. Porquê? Porque a chanceler resolveu dizer que Portugal e Espanha devem ter menos licenciados e que é necessário levar os dois países a mudar as políticas educativas. Defendeu que é necessário persuadir-nos (ufa, por enquanto só fala em persuadir - lá estou eu com piadolas primárias!).   

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Viver numa torre de marfim

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Horta Osório, o tão aclamado banqueiro que preside ao Lloyds, esteve esta semana em Lisboa, onde veio dizer que "temos de viver dentro das nossas possibilidades", que "as pessoas têm de trabalhar mais ou, pelo menos, melhor" e que "os salários só podem aumentar se houver mais produtividade".

 

 

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A primeira dívida do novo PS

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De que mais se falou em Portugal nos últimos três anos? De futebol? Do sucesso internacional do fado? Provavelmente, o tema dívida pública bateu todos os outros.

 

 

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Tostões e milhões

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Algo se passa. Os portugueses vão às lojas dos chineses comprar produtos a um euro, mas os chineses vêm a Portugal fazer compras de muitos milhões: ajudaram a esgotar os andares de luxo, compraram hospitais, uma companhia de seguros, a elétrica nacional, um quarto da rede elétrica e têm algumas empresas de distribuição de água. E chegaram há pouco tempo.  

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