22 de outubro de 2014
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Tostões e milhões

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Algo se passa. Os portugueses vão às lojas dos chineses comprar produtos a um euro, mas os chineses vêm a Portugal fazer compras de muitos milhões: ajudaram a esgotar os andares de luxo, compraram hospitais, uma companhia de seguros, a elétrica nacional, um quarto da rede elétrica e têm algumas empresas de distribuição de água. E chegaram há pouco tempo.  

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Cidadãos-polícias

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Jorge Sampaio chamou-lhe "justiça de apedrejamento", um regresso ao "pelourinho"; os juízes consideram-na "populista, demagógica, perigosa e inconsequente"; e os procuradores acrescentam que vem "potenciar a justiça privada". Paula Teixeira da Cruz insiste que o acesso dos encarregados de educação à lista de condenados por pedofilia é uma decisão que salvaguarda "os superiores interesses da criança", dada a "enorme taxa de reincidência" neste tipo de crimes. Já se percebeu que a questão vai parar ao Constitucional. Mas a polémica não acabará, seja qual for a decisão.

 

 

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Pagam os do costume

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As receitas do IRS, o imposto sobre os que trabalham, tiveram uma subida muito acentuada e estão a apanhar as do IVA (34% contra 37,5% do total do bolo arrecadado pelo Estado). Como as receitas do IVA provêm, em grande parte, do consumo da classe média e o IRS tributa os seus vencimentos, é cada vez mais claro que o sistema fiscal está a precisar de nova estratégia.

 

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Cobrar a luz no preço da lâmpada

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António foi ao supermercado comprar lâmpadas. Reparou que tinham subido ligeiramente de preço e perguntou o que se tinha passado. "Não sabe? Agora os equipamentos de iluminação trazem uma taxa para a EDP, pois quem compra lâmpadas é porque vai gastar eletricidade. E como o senhor pode ser um dos que roubam corrente da instalação pública, a luz é paga à cabeça."   

 

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Muito podem os galos nos seus poleiros

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Costuma dizer-se que a autoridade e a dignidade conquistam-se e conferem-se e que não são fáceis de preservar.

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Escândalo anunciado

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Causou aparente surpresa a afirmação, por parte do presidente do grupo de trabalho criado pelo Governo para combater a quebra de natalidade, que há empresas que obrigam "as mulheres a assinar declarações de que não engravidarão nos próximos cinco ou seis anos". 

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Estamos a perder? Mude-se o árbitro

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Saber se o Tribunal Constitucional está ou não a atuar dentro dos seus limites é matéria que requer especialistas qualificados. E estes dividem-se, como temos visto. Assim sendo, longe de mim ter opinião pública sobre o assunto. Sei é que a democracia serve pessoas simples como eu - que não são juristas, muito menos constitucionalistas, mas votam e gostam de ter algumas certezas antes de votar.   

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Os fantasmas?do Largo do Rato

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Há muitos, muitos anos houve um secretário-geral do PS que chegou ao Largo do Rato e percebeu que o palácio estava assombrado pelo espírito do seu antecessor.  

 

 

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Não fala quem quer

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Reza o ponto 5, alínea a) de um projeto em preparação no Ministério da Saúde: Os "colaboradores e demais agentes devem guardar absoluto sigilo e reserva em relação ao exterior de toda a informação, nomeadamente de factos e de decisões de que tenham conhecimento no exercício das suas funções que, pela sua natureza, possa afetar ou colocar em causa qualquer interesse" do organismo.

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Edição Diária 17.Abr.2014

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