21 de abril de 2015
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Oferecer o que já valeu meio milhão

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É evidente que grandes negócios de ontem podem nada valer hoje. Quem montaria agora uma empresa distribuidora de cabogramas ou quereria um franchising de forjas para moldar ferraduras de cavalos? Vem isto a propósito da venda da TAP, do que ela vale e do que ela valia. 

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50 anos sem tratamento

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Andava a década de 70 pelo princípio quando os médicos Gonçalves Ferreira, Arnaldo Sampaio (pai de Jorge Sampaio) e Baltazar Rebelo de Sousa (pai de Marcelo Rebelo de Sousa) se batiam pelos Cuidados de Saúde Primários, aqueles que nos permitem cuidar da saúde sem recurso aos hospitais. Poucos anos depois, Constantino Sakellarides, salvo erro no Centro de Saúde do Casal Ventoso, levava à prática estratégias de saúde de proximidade. Na época, já havia os chamados enfermeiros de família, posteriormente esquecidos.  

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O problema do copo cheio

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Há uma nova versão sobre o velho debate dos copos meios cheios e meio vazios. Agora é sobre copos (ou cofres) cheios e copos (ou cofres) vazios. Há quem prefira uns; há quem se preocupe menos com o aforro e mais com o dia a dia. Há quem não goste de ver copos cheios quando há pessoas muito desidratadas e há quem defenda que mantê-los repletos é uma forma de evitar sedes futuras e secas mais profundas.   

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A república dos magistrados

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Apareceu a proposta que faltava para avançarmos no sentido da república dos magistrados. Os sindicatos dos procuradores e o dos inspetores da PJ propõem que esta polícia deixe de ser tutelada pelo Governo e passe a integrar a Procuradoria-Geral da República. O seu diretor não seria nomeado pelo Governo, mas designado pelo Conselho Superior do Ministério Público, sob proposta do procurador-geral da República. 

 

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A fatura está a chegar

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Que têm em comum os subsídios atribuídos aos médicos que se queiram fixar em zonas de baixa densidade populacional e o apoio, aprovado na quinta-feira, a emigrantes que admitam regressar? O serem duas boas intenções, mas não passarem de aspirinas de dose reduzida prescritas para uma gripe de febres altas.  

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Pede-se pouco à mulher de César

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Ouvir hoje Passos Coelho falar da dívida que teve à Segurança Social recorda-nos outros episódios que ocorreram com outros homens que também não eram "cidadãos perfeitos". O caso de Murteira Nabo ou de António Vitorino, por exemplo. Ambos ministros de António Guterres, demitiram-se por terem existido erros nos cálculos da Sisa. No primeiro caso esteve em causa a compra de um andar, no segundo um monte alentejano. Neste último, refira-se que uma vez refeitas as contas se verificou que até tinha sido pago mais imposto do que o devido. Cavaco Silva também perdeu dois ministros, Martins da Cruz e Carlos Borrego, um por ter intercedido a favor de um familiar, o outro por causa de uma anedota. 

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Discutir frangos

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Com o devido respeito, sempre digo que este país anda, há duas semanas, a discutir "frangos". Primeiro excitado por um anúncio; depois por causa de um país que está hoje "bastante diferente" do que estava há quatro anos. No discurso de António Costa a empresário chineses, o líder socialista arranjou tema para a chicana política - vai ser pior do que o célebre "bem, é só fazer as contas" de António Guterres em 1995. 

 

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O fim da via única

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Onde o ministro alemão Wolfgang Schäuble viu um programa de ajustamento que funcionou, sendo Portugal a prova de que a dose de austeridade foi remédio ajustado, o presidente da Comissão Europeia encontrou pecados "contra a dignidade" de portugueses, gregos e irlandeses. Se dúvidas ainda houvesse, as declarações de Jean-Claude Juncker, feitas quarta-feira à noite, vieram provar que, afinal, não há, como alguns queriam fazer crer, uma teoria única sobre o caminho para a salvação. 

 

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Coelho da cartola

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Mais um coelho tirado da cartola: vem aí a carta por pontos, anunciou o secretário de Estado da Administração Interna. Como se o sistema atual não fosse muito diferente. Em meados dos anos 90, com o novo Código da Estrada, ficou estabelecido que quem tiver, num período de cinco anos, cinco infrações graves ou muito graves, ou três graves, fica sem carta. Só não foi anunciado como sendo um sistema por pontos porque em França a carta por pontos tinha gerado uma grande contestação.   

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