20 de junho de 2013 às 10:33
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Japão reativa dois reatores nucleares

O chefe do Governo japonês deu luz verde à reativação de dois reatores nucleares, depois da paragem de todas as centrais a dia 5 de maio.

O primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, ordenou hoje a reativação dos dois primeiros reatores nucleares depois do acidente de Fukushima, em março de 2011, que levou à paragem de todas as centrais do país, informou a imprensa local.

Esta decisão foi tomada depois de uma reunião com o governador da província de Fukui, no centro do Japão, Issei Nishikawa, que manifestou ao Executivo de Tóquio o seu apoio à reativação dos reatores da central nuclear Oi, da empresa Kansai Electric Power.

"Por ter a compreensão das autoridades locais, a reativação dos reatores 2 e 4 da Oi é a decisão final do Governo", afirmou Noda durante a reunião, de acordo com o canal de televisão nipónico TBS.

Os dois reatores passaram nos testes de resistência realizados em todas as centrais nucleares do Japão na sequência do acidente de Fukushima e foram considerados seguros.

O chefe do Governo nipónico tinha apelado recentemente à necessidade de se reativarem os reatores da Oi, alegando eventuais repercussões negativas sobre a economia e vida dos cidadãos. O Japão, que até março de 2011 dependia em 30% da energia nuclear, tem todas as centrais paradas desde o dia 5 de maio.

 

Comentários 4 Comentar
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Como se existisse uma verdadeira altenativa.
O Japão mais não fez do que assegurar-se da segurança das mesmas.

Entretanto ninguém apareceu com uma fonte de energia limpinha e verdinha para substituir todas as restantes.

Que andaram as associações ambientalistas a fazer entretanto? Manifestações=)

O próximo da lista será a Alemanha, basta passar o período eleitoral.
Fukushima
O desastre de Fukushima, terrível nos seus contornos e, sobretudo, no seu contexto, que foi um dos mais violentos tsunamis da história humana mais recente, não pode ser esquecido, sobretudo por duas razões: a energia nuclear, sendo aparentemente limpa, levanta problemas de tão grande complexidade, e isso não só no aspecto técnico, mas também no que ao juízo moral diz respeito, que nenhuma sociedade se deve permitir o recurso ao nuclear, e isso por mais inevitável que ele ainda seja, sem o estabelecimento de protocolos da mais alta fidelidade no que à segurança diz respeito. As vantagens do nuclear são óbvias; mas os seus riscos também o são: escórias impossíveis de cancelar, risco na ordem dos milhares de anos caso algum acidente, se pior do que o de Fukushima, acontecer. Nesse sentido, apoio a decisão do governo japonês de desligar todas as suas centrais nucleares; no que ao seu progressivo reacendimento diz respeito, espero sobretudo que nem o populismo nem a falta de alternativas energéticas sejam a única razão para tal, pois é preciso garantir que os protocolos de segurança sejam de tal ordem que não seja nem sequer possível prever, por via de dedução lógica ou histórico-indutiva, um novo desastre da magnitude do que em marco de 2011 aconteceu em Fukushima. Porque de uma coisa estou certo: Fukushima esteve longe de ser o pior que, num caso assim, se pode, ou deve, imaginar! Deus nos livre, então, dos piores cenários possíveis no que ao nuclear diz respeito!
O que é que eu disse?...
Nuclear? No thanks!
Já há muito tempo imensas alternativas ao nuclear, petróleo, etc.

Infelizmente a 'elite' que também controla estas fontes de energia poluentes e perigosas não quer abdicar dos biliões que geram!

Aqui estão algumas alternativas que foram abafadas:
- www.veteranstoday.com/2011/12/30/the-history-of-mits-blatant-suppression-of-cold-fu sion/
- www.youtube.com/watch?v=gaO3aYAz2Bo

Há tecnologia que nem nos passa pela cabeça e que 'eles' não deixam que seja conhecida pois aí eles perderiam o controlo sobre a humanidade.
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