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Já morreram 502 pessoas nas estradas este ano

Até 7 de novembro houve 33.127 feridos ligeiros. É no distrito do Porto que morreram mais pessoas em acidentes.
Lusa |

Os acidentes rodoviários provocaram este ano 502 mortos, menos 13,8 por cento do que no mesmo período de 2011, revelam dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

No dia em que se assinala o Dia Mundial em Memória das Vítimas das Estradas, a ANSR, que reúne números da PSP e GNR, indica que, entre 1 de janeiro e 7 de novembro deste ano, 502 pessoas morreram em acidentes rodoviários, menos 81 que no mesmo período de 2011, em que morreram 583.

O distrito do Porto foi aquele em que os acidentes provocaram mais mortos (70), seguido do distrito de Lisboa (58) e do de Leiria (42).Já os distritos com menos vítimas mortais este ano são Évora, com nove, e Bragança, com 10 mortos.

Os números da ANSR indicam também que os desastres causaram 1.742 feridos graves, menos 15,8 por cento do que em 2011, quando ficaram gravemente feridas 2.071 pessoas.

Homenagear as vítimas 


A ANSR diz também que até 7 de novembro foram contabilizados 33.127 feridos ligeiros, contra os 34.040 do ano passado, representando uma diminuição de 2,6 por cento Estes dados dizem respeito às mortes no local do acidente ou durante o percurso para o hospital e não incluem as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

O Dia Mundial em Memória das Vítimas das Estradas, que este ano se assinala com o tema "Hoje é dia de aprender com o passado", é assinalado hoje em várias cidades do país.

Segundo a ANSR, o espírito deste dia é o público reconhecimento "da memória daqueles que perderam a vida nas estradas e ruas portuguesas", significando também uma "ajuda aos sobreviventes aconviver com o trauma de memórias dolorosas resultantes de acidentes rodoviários".

O dia foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) e é assinalado em todos os países da União Europeia. Em Portugal, as cerimónias são promovidas pela "Estrada Viva - Liga Contra o Trauma", ao qual se associam a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e a Direção-Geral de Saúde, que vão realizar a simulação de um atropelamento numa passadeira e uma sessão solene que vai contar com a participação de testemunhos de familiares.

No distrito de Braga, a GNR, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e os bombeiros promovem uma campanha de sensibilização e prevenção de acidentes de trânsito aos condutores.


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E que tal um estudo pedagógico do trânsito?
Nesta coisa dos acidentes rodoviários julgo que era pedagógico sabermos o quanto evoluímos ao longo dos últimos 30 anos:

- Estamos a conduzir com mais cuidado nas Autoestradas?

- Estamos a ter menos acidentes por excesso de velocidade?

- Estamos a respeitar mais e melhor as regras de trânsito?

- Estamos a respeitar mais as passadeiras?

- Estamos a respeitar mais a sinalização semafórica?

- Estamos a respeitar mais os passeis e estacionamentos proibidos?

Estes dados, que existem, bem podiam ser trabalhados para os apresentar ao País.

Era pedagógico saber em que e quanto evoluímos, no uso do automóvel.

Mas a PSP e a GNR debitam-nos acontecimentos sem ligação nem evolução, com excepção das 'operações' (esta mania dos nomes militares), da GNR que comparam com o ano anterior.

Hoje, com os meios informáticos, não era difícil apresentar um estudo feito pelas próprias forças de segurança.

Há tantos militares com elevadas patentes que passam o dia nos quartéis sem fazer nada...

Colaboração é preciso!
Re: E que tal um estudo pedagógico do trânsito?
Re: E que tal um estudo pedagógico do trânsito?
O civismo ou a falta dele.
Morrem mas massajam o "ego" ao volante!
Re: O civismo ou a falta dele.
!
Não vejo grande melhoria, porque o consumo de combustíveis também baixou bastante, talvez menos 7%, o que se traduz em menos carros a circular. A PRP recebe milhões todos os anos de quem paga seguros. Os que não têm seguros não contribuem, evidenteente. Alguns não têm seguro, mas a polícia quando os apanha tem medo deles, porque lhe chamam rcistas e xenófobos e os polícias encolhem-se. Muito desse dinheiro que eu pago em seguro (não o tal que de vez em quando por aqui anda a palrar...) deve ser desviado para os partidos. FORA COM ELES!!!
Re: 502 mortos nas estradas em 2012
Isto é muito fácil de explicar:

Um automobilista faz-se á estrada e num instante ele é helicópteros da Polícia por cima, patrulhas automóveis por todo o lado...

É claro que um automobilista não é de ferro e começa a ficar nervoso com aquela demonstração de força, ora com tanto stress, é fácil ocorrer um acidente!
Re: 502 mortos nas estradas em 2012
Re: 502 mortos nas estradas em 2012
NA GUERRA É QUE MORRIAM!!
Estes números revelam que as mortes nas estradas portuguesas são superiores aos da Guerra do Ultramar.

Na guerra morriam em defesa do património histórico,mas nas estradas morrem como tordos.

Nem mais um soldado para Angola!!!

Nem mais um carro nas estradas de Portugal;

ANDEM A PÉ,malditos portugueses!!!
Macho Ibérico // Fémea Ibérica
Lembro há quarenta anos um associado britânico que visitava Portugal com frequência comentar que "the Portuguese are very gentle people who become beasts behind the wheel" / os Portugueses são de brandos costumes mas viram feras ao volante.
Quarenta anos depois pouca coisa mudou. A atitude é basicamente a mesma por todo Portugal, na Andalusia e na Galiza. No resto de Espanha há incomparavelmente mais civismo, e creio que o remédio foi santo e eficaz: vigilância policial apertada, nada de facilidades e multas que mordem que se fartam. Certas pessoas podem ter dificuldade em aprender línguas, mas aprendem rápido quando lhes tocam na carteira.
Re: Macho Ibérico // Fémea Ibérica
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Edição Diária 17.Abr.2014

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