26/05/2012 atualizado às 1:56
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Já é mais fácil desbloquear telemóveis

Entra hoje em vigor a lei que obriga as operadoras a prestar o serviço de desbloqueamento gratuito de telemóveis, após dois anos.

0:25 Segunda feira, 30 de agosto de 2010
O período de fidelização tem um prazo máximo de dois anos
O período de fidelização tem um prazo máximo de dois anos
Desbloquear um telemóvel vai ser mais fácil e barato a partir da segunda feira, dia em que entra em vigor a lei que obriga as operadoras a prestar este serviço gratuitamente no fim do período de fidelização (24 meses). 
 
O decreto-lei 56/2010, publicado a 1 de junho, proíbe as operadoras de cobrar dinheiro para desbloquear os aparelhos quando termina o período de fidelização, que vincula os clientes a uma dada empresa, e impõe limites aos valores cobrados para pôr fim a um contrato ou pedir o desbloqueamento durante esse período 
 
O período de fidelização tem um prazo máximo de 24 meses, sendo proibido cobrar valores superiores a 100% do custo do equipamento nos primeiros seis meses, deduzidos do valor já pago pelo utente. 
 
Após os seis meses, o valor cobrado não pode ser superior a 80% do custo do telemóvel e, no último ano do período de fidelização, só pode ir até 50% deste valor.

Prazo máximo de cinco dias 


O diploma estipula que os operadores deverão satisfazer os pedidos dos consumidores num prazo máximo de cinco dias. 
 
O desbloqueamento gratuito era uma reivindicação antiga da associação de defesa dos consumidores DECO, que considerava não haver razões legais para obrigar os cliente a ficar numa rede contra sua vontade e exigir o pagamento de um certo montante para se poder libertar. 

APRITEL questiona condições 


No final de julho, a Associação de Operadores de Telecomunicações (APRITEL) manifestou, no entanto, algumas dúvidas sobre o cumprimento da lei relativa ao desbloqueamento de telemóveis, considerando que esta só devia ser aplicada a contratos celebrados a partir de 30 de agosto. 
 
O presidente da APRITEL, João Couto, referiu na altura que a lei só deveria ser aplicada aos contratos celebrados a partir dessa data, para que as operadoras pudessem adaptar os sistemas às novas regras, registando o valor de mercado dos telemóveis. 
 
Só conhecendo este valor se poderá fazer o cálculo da comparticipação que o cliente tem de pagar para poder desvincular-se antes do fim do período de fidelização, explicou, adiantando que a diferença entre um aparelho desbloqueado e um outro pertencente a uma determinada rede é subsidiada pela operadora.  

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É uma vergonha o que se passa em Portugal
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 12:54 | Domingo, 29 de agosto de 2010
com as operadoras de telemóveis. Ao contrário do que se passa noutros países, onde os utentes têm outras garantias. é um escãndalo, por exemplo, quando se está no estrangeiro cobrarem um minuto por uma tentativa de chamada, que por várias razões não se concretiza, muitas vezes por culpa das operadoras locais ou não, mas o utente paga sempre. É vergonhoso...
 
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Mais fácil
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:32 | Segunda feira, 30 de agosto de 2010
Era haver uma fiscalização séria e isenta, mas estas empresas gerem milhões e o governo quer tostões?
 
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Haverá vantagem em desbloquear telemóveis?
vera borges (seguir utilizador), 1 ponto , 1:42 | Segunda feira, 30 de agosto de 2010
Ou compreenderá a notícia todos os esclarecimentos necessários, a que as operadoras, caso o cliente o deseje não se furtem através de uma qualquer vírgula... ou ponto a prestar esse serviço. E qual o custo real?
Pode não ser compensador?
Um exemplo que me foi dado hoje (por ética não vou referir a operadora), para um telemóvel que tinha custado 70 euros, com o sistema de carregamentos pré-pagos, custaria cerca de 20 euros o desbloqueio...
A ser verdade, melhor fazer contas!!!
 
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Ladrões
vidiguera (seguir utilizador), 1 ponto , 10:41 | Segunda feira, 30 de agosto de 2010
Todas as operadoras móveis, e não só, são um mar de aldrabices. Comecem pela MEO, passem pela ZON e sigam para TMN, Vodafone, Phonix, Rede 4, em suma não escapa uma. Pagamos caríssimo e temos um serviço mau.
E ninguém dá a cara. Só aparecem os "simpáticos" operadores que dizem: Boa tarde, Sr. José. Então o que se passa, Sr. José. Vou reportar a sua queixa. Sr. José. E eu com vontade de os mandar chamar Sr. José à **** ***
** *****. Chefes não existem. Pessoas com poder de decisão nem vê-las. As empresas escondem-se cobardemente. "O Sr. assinou um contrato para nós lhe fornecermos até 12 Megas. Se só chegam 2, 3 ou 4 Megas à sua residencia, lamentamos, mas estamos a cumprir o acordo. Mas Minha Senhora os vossos técnicos dizem que o serviço só pode ter funcionamento razoável, se cá chegarem 8 Megas, e vocês dão-me apenas 3 ou 4. AH Sim! Não pode ser. Vamos enviar imediatamente técnicos a sua casa. Nunca nos aconteceu algo igual.
  Em suma, somos enganados "legalmente".
 
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    Re: Ladrões    Ver comentário
jccccccc (seguir utilizador), 1 ponto , 12:32 | Segunda feira, 30 de agosto de 2010
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vidiguera (seguir utilizador), 1 ponto , 19:41 | Segunda feira, 30 de agosto de 2010
    Re: Ladrões    Ver comentário
jccccccc (seguir utilizador), 1 ponto , 22:42 | Segunda feira, 30 de agosto de 2010
    Re: Ladrões    Ver comentário
pamaga (seguir utilizador), 1 ponto , 9:26 | Terça feira, 31 de agosto de 2010
VODAFONE
pamaga (seguir utilizador), 1 ponto , 9:22 | Terça feira, 31 de agosto de 2010
Há cerca de um ano fui à VODAFONE pedir que me desbloqueassem um telefone com 8, sim oito anos, de utilização e depois de lhes comprar outro; pediram-me 50 €. Claro que não aceitei.
 
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Proíba-se!
João Macedo (seguir utilizador), 1 ponto , 1:00 | Quinta feira, 2 de setembro de 2010
Enviei ontem um comentário a este artigo com o título supra e mais ou menos o teor que se segue: "A obrigatoriedade da relação exclusiva entre um telemóvel e determinada operadora devia ser proibida. Eu aqui nem sequer sei o que isso significa. Adquiro os telemóveis como bem entendo e procedo de igual modo na escolha da operadora. Era o que mais faltava que assim não fosse.". Curiosamente, esse comentário, que chegou a ser publicado, desapareceu ulteriormente, e aliás não só não passei de oito para nove comentários da minha autoria (depois de essa progressão ter sido indicada), como desci de oito para sete! Uma mimoseira, sim senhor. Parabéns!
 
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