19 de abril de 2014 às 21:35
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Itália receia confronto entre o norte e o sul da Europa

Dizendo-se preocupado com as "tensões" na zona euro e aumento das tendências nacionalistas, o líder do Governo italiano Mario Monti teme que haja um confronto na Europa.

Lusa

O primeiro-ministro italiano, Mario Monti, alertou a Alemanha para o risco de um "confronto entre Norte e Sul" na Europa, numa entrevista hoje publicada pela revista alemã "Der Spiegel".

Monti manifestou-se preocupado com as "tensões que acompanham a zona euro nos últimos anos", que contêm "a semente da dissolução psicológica da Europa".

O chefe do Governo italiano considera "muito preocupante" o aumento das tendências nacionalistas na Europa, que "levantaram uma frente de confronto entre norte e sul".

Monti sugere que, mais do que financiamento, o sul da Europa precisa de solidariedade: "Se a Alemanha e outros países estão interessados em que a atual política em Itália tenha futuro, [devem dar] apoio moral, não financeiro", disse o estadista italiano, segundo traduções da entrevista feitas pelas agências EFE e Bloomberg.

Margem de manobra, precisa-se 


O chefe do Governo italiano considera que alemães e outros europeus "devem dar mais alguma margem de manobra a alguns países da zona euro que estão a cumprir os requisitos da forma mais estrita".

A "margem de manobra" também deve ser concedida pelos parlamentos nacionais aos respetivos governos, disse Monti, numa referência velada à situação política alemã. Monti sugeriu que uma política de inflexibilidade tornará "a dissolução da Europa mais provável que o reforço da integração".

Monti tem sido um dos grandes defensores de uma política mais interventiva das instituições europeias para resolver a crise da zona euro. Nesse sentido, saudou as medidas anunciadas recentemente pelo seu compatriota Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu.

Esta semana, Draghi afirmou que o "conselho de governadores [do BCE] poderá aplicar mais medidas não convencionais para restaurar a transmissão de política monetária", uma referência à possibilidade de o BCE voltar a comprar títulos de dívida europeia - e assim reduzir as taxas de juro pagas por países como a Espanha e a Itália.

Draghi disse que qualquer nova compra de obrigações pelo BCE terá de ser precedida por um pedido de ajuda a um dos fundos de estabilidade financeira. Mas, mesmo nesta versão condicional, a ideia de o BCE financiar diretamente os Estados da zona euro não agrada a todos os membros do banco - particularmente à Alemanha.

"Essas preocupações são infundadas", disse Monti ao Spiegel. "É exatamente essa desconfiança que nos impediu de encontrar uma solução clara para esta crise. Temos que a superar e voltar a confiar uns nos outros."

 

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O sul da Europa não precisa só de solidariedade e de empréstimos dos países do norte. Os países do sul precisam de ser honestos e de não martelar as contas e esconder os défices como têem feito sempre. É precisa mais justiça e responsabilidade por parte dos políticos corruptos. Os empréstimos não podem ser para dar reformas em duplicado e triplicado a quem ainda está no activo só porque pertenceram à corja política e têm acesso ao pote. Os países do sul não precisam apenas de uma troika para ensinar os políticos a governar. Precisam também de uma troika para administrar a justiça que é coisa que não existe. Julgar e punir os reponsáveis pelo descalabro a que levaram os seus países. Pela forma como os fundos têm sido esbanjados é natural que os países do norte não queiram mais abrir os cordões a bolsa e fazem eles muito bem.
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Re: Tem razão... mas há outros aspectos... Ver comentário
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E temos que ser mais exigentes... Ver comentário
Re: E temos que ser mais exigentes... Ver comentário
Re:APOIADO Ver comentário
Experiência própria...
Por experiência própria (casado com uma holandesa) há uma diferença essencial,entre norte e sul...é a politica.Os povos do norte são mais exigentes e intolerantes com os seu politicos...não lhe são permitidas mentiras,enganos e omissões.E quando se governa é para o interesse de todos.
A consequência de tudo isto é um maior rigor na governação...consequentemente melhores governos,logo mais bem estar.
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Exatamente Ver comentário
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O que está em causa...
não é nem a solidariedade nem o apoio moral do norte ao sul da Europa mas sim uma governação no sul capaz de disciplinar os respectivos países e autonomias, coisa que nenhum governo democrático é hoje capaz de fazer. A solução só pode ser portanto um governo da troika na sequência dos pedidos de resgate dos diferentes países. Espanha já poucos meses vai resistir sem ser governada pela troika e Itália deverá seguir-se. Então teremos solidadriedade, apoio moral e tudo que seja necessário a troco de fazermos aquilo que nos mandam. Então os mercados começarão a ganhar confiança.
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Ora aqui está mais um facho que saiu do armário! Ver comentário
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Pois
O futuro passará pelo nacional socialismo. Estes políticos terão que pagar o mal que fizeram às nações, em proveito dos próprios.
O Sul foi sempre melhor que o Norte
O Sul foi sempre melhor que o Norte.

Só deixou de ser assim quando, um dia, o Norte conseguiu impingir ao Sul a hipocrisia do seu modelo "democrático" que continua a querer vender (a qualquer custo) ao resto do mundo.

Ora, de "democracia" o modelo do Norte só tem a forma. Mas o embuste parece perfeito, e serve na perfeição os interesses do Norte. Ele mina a coesão das unidades politicas do sul, desagrega-as e torna-as domináveis através da intermináveis controvérsias e debates e disputas que impõe internamente. Acresce a isso a pretendida e cada vez mais notória hegemonia de uma língua.

Este embuste tem custado caro ao Sul. A avassaladora corrupção que lavra no Sul é obra do projecto do Norte, ela própria infinitamente mais corrupta e cínica. E não nos iludamos: corremos o risco de ser varridos da face do mundo em valor estratégico como o foram, literalmente, fisicamente, todos os que se viram invadidos no seu hemisfério pelos do Norte.

Começar a pensar em nos libertarmos do Norte, da sua língua bárbara e quinquilharia cultural, e, ainda mais, da sua prosápia politica e económica é condição sine qua non para um novo reflorescimento da antiga magnanimidade Greco-Latina, ou melhor: da vitoriosa força do Sul.

E o primeiro passo é: libertarmo-nos, no Sul, da avassaladora e impune corrupção que o Norte cá plantou.
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Nem pensar. Ver comentário
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NÃO É ASSIM TÃO SIMPLES
O problema são de facto as mentalidades. Mas está-se a esquecer de um TERCEIRO elemento: não são apenas as mentalidades do Norte e do SUL que estão em presença, há também a mentalidade do SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL.

Como qualquer forma de INTERNACIONALISMO, favorece os predadores num espaço em que dificilmente pode haver controlo. A razão da CRISE.

Acabo de ler uma notícia na BBC que diz que o Parlamento Sérvio acaba de votar uma Lei que devolve ao PARLAMENTO o controlo do Banco Central deste país. Lei imediatamente CRITICADA PELA UE e pelo FMI...

É bom recordar que por exemplo a Inglaterra só deu a autonomia ao seu Banco Central (o Bank of England) em 1997 com o governo Trabalhista (Socialista=Internacionalista) de Gordon Brown.

Ou seja: os países do Sul são pura e simplesmente mais vulneráveis aos predadores financeiros do Norte que lhes propuseram negócios (empréstimos, a própria CEE) que apenas favoreceram o sistema financeiro. E como nestes países há uma mentalidade mais propícia à corrupção, muito menos sentido cívico, e uma tradição de feudalismo (nas suas diferentes formas: Máfia, Igreja Católica, Partidos políticos, Sociedades secretas tipo Maçonaria ou Opus Dei, mais os Cunhados e Amigos), o resultado está à vista.

Talvez a "Desintegração Europeia" nos permita voltar a encontrar o caminho como NAÇÃO!!!

E não me venham com tretas de que ser nacionalista é ser fascista: é apenas cuidar dos NOSSOS interesses em vez de baixar as calças!!!

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Dar com uma mão e receber com as duas.
A atual crise europeia que assola a região do sul da Europa e Irlanda, tem na sua génese um projeto europeu cheio de artimanhas e manobras sinuosas onde se incluirão os incipientes e não avisados políticos destes países que negociaram a integração, a banca destes países e dos credores que se prepararam para a máxima absorção dos fundos a distribuir e um plano a longo prazo de recolha dos créditos por parte dos países credores. A maximizar estes efeitos, o amiguismo e tolerância das autoridades e dos governos, quer pela falta de linhas orientadoras e coerentes de desenvolvimento, quer na distribuição (generosa) dos fundos comunitários.
Hoje, aquilo que se passa era já previsível há alguns anos; criação de estruturas impossíveis de manter, endividamento incompatível com o nível de desenvolvimento e falta de um projeto digno desse nome. À parte de tudo isto, mas com consequências inimagináveis (mas já palpáveis...) o "empreendedorismo" dos partidos da área do poder, que embora responsáveis pela situação graças a enorme incompetência, se recusam discutir internamente os seus erros e omissões, preparando no seu seio novas fornadas de predadores dos recursos nacionais em benefício das elites das quais querem a todo o custo fazer parte. Em suma, incompetência; corrupção a vários níveis e assumida nas mais variadas formas; falta de uma verdadeira justiça; deturpação dos valores democráticos até no seio dos partidos, talvez sejam a génese e a continuidade da nossa desgraça.
Italia-receia-confronto-entre-o-norte-e-o-sul-da-e
Já muita tinta correu em relação a este assunto. De um lado pedem ajuda do outro acham que merecem castigo. No entanto sempre direi que ninguém está isento de culpas e quem não as tiver que atire a primeira pedra. No fundo foram irresponsáveis as duas partes. Uns porque emprestaram para vender sem saber como iam receber e outros que pediram para comprar sem saber como pagar. Os submarinos são o exemplo do que acabo de dizer. A Alemanha exporta para a União 60% do que produz. Se esse mercado for ao fundo também não fica bem de todo. É preciso encontrar um equilíbrio e bom senso precisa-se para que ninguém fique a perder. As dívidas dos Países em dificuldades está em grande parte nas mãos do Bancos Alemães e Franceses. Se esses Países forem à banca rota e não pagarem está-se a ver a derrocada. Principalmente a Alemanha e a França tem ganho muito dinheiro com esta crise e com os juros usurários praticados.

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/06/o-euro-e-os-custos-de-financiamento.html

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/03/explicar-o-bce-na-esplanada-do-cafe.html

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viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/05/confissoes-de-um-assassino-economico.html

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/06/confissoes-assassino-economico-ii.html
A diferença entre Norte e Sul da UE é evidente...
A Alemanha tem sido a "sanguessuga" monetária e económica da União Europeia através do mecanismo da moeda única ,o euro.

Apesar de ter uma dívida pública desproporcionada não divulgada e de não ter respeitado há poucos anos o limite de 3% de défice público na UE(atingiu cerca de 6% visíveis,mas teve muitas facilidades do BCE que os outros países-membros da UE-a França também está agora a ter- não tiveram).Assume-se agora descarada,desenquadrada das instituições da UE e falsamente puritana como mentora não do sonho mas sim do "pesadelo em que o euro se transformou".

A Alemanha é tão privilegiada pelos mercados de tal modo que até vende dívida pública alemã aos mercados a juros negativos(a França,que tem também uma divida pública desproporcionada,também está a beneficiar agora dessa significativa facilidade),enquanto os outros países-membros não gozam indevidamente dessas condições apesar de serem igualmente países-membros da União Europeia.
 
Algo está muito mal ...e a história da UE está muito mal contada.
Veremos...

É isto que os fachos da Goldman Sachs & FMI
querem!!!

Dividir para reinar!!

Os ultras são assim mesmo, asquerosos manipuladores com a coluna vertebral de um caracol.
É o que a Bola de Berlim quer: Divide pra governar Ver comentário
O PROJECTO EUROPEU
Os estrategas do projecto eram quase todos judeus e isso não é evidentemente nenhum crime, mas não se sentiam pertencentes a nenhuma nação (Israel ainda não existia), e achavam que toda a gente devia ser como eles (um erro de psicologia muito comum). Além disso, pensavam que tinham sido os nacionalismos a fomentar a II Guerra, o que não é verdade!!! Foram os nacionalismos REPRIMIDOS que fomentaram a Guerra, ou seja, o facto de a Inglaterra, a França e a Itália quererem governar a "Europa" desde o Tratado de Versailles!!! A Alemanha foi criminosa DUAS vezes, não por ser nacionalista (a Suiça também é e nunca invadiu ninguém) mas por ser IMPERIALISTA, o que é uma coisa COMPLETAMENTE DIFERENTE!!!

Está na altura pelo contrário de REHABILITAR os Nacionalismos PACÍFICOS!!!

A forma de saírmos disto é votar LEIS que subtraiam o controlo dos Estados ao Sistema Financeiro, e o DEVOLVAM AOS POVOS.

PORTUGAL deve sair da UE e do EURO, e voltar a ter MOEDA PRÓPRIA controlada pelo ESTADO!!!
Re: O PROJECTO EUROPEU Ver comentário
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O confronto é inevitável

Inevitável e desejável e quanto mais cedo melhor.
Qualquer tipo de aproximação de posições já virá fora de prazo, não se vislumbrando, nem de forma embrionária, quaisquer mecanismos que a possam viabilizar.

Ao Sul resta a esperança que a encosta seja o menos inclinada possível, de molde a manter a fé e a prolongar a agonia.

Ao Norte resta adiar o enfrentar da realidade, o fim do mito da solvência, que afinal depende apenas dos juros a que financiam a sua dívida.
Comentários, opiniões e táctica
Assunto interessante, muito comentado pela tertúlia, com opiniões muito variadas, algumas bem heterodoxas , o que demonstra o grande interesse suscitado.

Por mim. vejo mais uma táctica política. de uma raposa velha como Monti, acenando com uma possibilidade bem remota.
  A própria Itália, em que lugar a colocaria, a Norte ou a Sul ??
Porquê apelar à solidariedade estrangeira, quando dificilmente consegue a harmonia interna no assunto norte/sul ??

É uma manobra para a opinião pública alemã, traumatizada com a hipótese de conflito armado, esperando que se possa pressionar a dona Merkel a abrir os cordões à bolsa.

O dito Sul não tem razão nenhuma, tem máquinas políticas corruptas, gastadoras, e os próprios povos são consumistas e têm recorrida à dívida para os seus caprichos.

É normal que os pagantes, que diminuíram os gastos na previsão de crise, comecem a ficar fartos de ver outros a viver à grande, sem se preocuparem de produzir, bastando pedir à Alemanha, à Finlândia,etc, tudo para assentar na pedra de gelo e pôr ao Sol........
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Channtagem dos incompetentes
Estamos a assistir como na Madeira á chantagem.
Os mais corruptos e malandros querem viver ás custas de quem poupa e trabalha.
O futuro do Sul da Europa é o Mediterrâneo
Monti vem só colocar os pontos nos ís , porque a fractura já existe , desde que à dois anos começou a crise grega , os países do sul , andaram este tempo todo foi em negação e a assobiar para o lado , a dizarem primeiro que não eram a Grecia , depois que não eram Portugal , agoram começam a caír na real e a verificar que essa fractura exposta por esta crise é inevitavel e é uma fractura de âmbito geo-político , e sistémico.

Uma fractura não só entre o norte e o sul , mas sim um espartilhar da Europa em varias unidades geo-políticas , falta é a França acordar para a nova realidade para esta se impôr :

- Uma zona atlântica , oeste com a preponderância da Grã-Bretanha.

- Uma zona sul com a Espanha e Italia , com a França e Portugal a navegar nestas duas zonas.

- Uma zona norte com a Alemanha e seus satélites.

- Uma europa de leste por si tambem espartilhada em varias zonas de influência , novamente será o "campo de guerra" da nova Europa , com a Alemanha , a Russia e o sul da Europa a disputarem a sua influência , nomeadamente com a Russia a "apanhar" a Grecia na sua órbita.

- Isto sem esquecer os Balcãs , crónicos na instabilidade , que ainda não resolveram os velhos conflitos e verão à sua volta a instabilidade crescer , muito provavelmente os Balcãs implodirão , e virarão uma especie de Somália na Europa.

Feito isto , o sul da Europa só terá uma alternativa , virar-se para o Mediterrâneo , foi aí o seu passado glorioso será sempre aí o seu melhor futuro
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