Isabel Pantoja tenta afastar-se de processo de corrupção
As defesas de Isabel Pantoja, Julián Muñoz e Maite Zaldivar juntaram forças sexta-feira para estabelecer uma estratégia comum de modo a forçar o tribunal a não aceitar as provas recolhidas quinta-feira pela brigada anti-corrupção, diz o "Diário de Sevilha".
A cantora, o seu ex-namorado e ex-autarca de Marbella e a ex-mulher deste são acusados de branqueamento de capitais entre 2003 e 2006.
O Ministério Público espanhol apresentou vários documentos relacionados com o caso Malaya, o processo de corrupção desvendado numa autarquia espanhola e que sentou no banco dos réus mais de uma centena de pessoas, entre autarcas de Marbelha e empresários. Os arguidos não querem que o processo seja ligado ao caso Malaya.
A acusação sustenta que foi criada uma rede de corrupção desde o mandato do falecido alcaide Jesus Gil, continuado com Muñoz e com a sua sucessora Marisol Yague. Isabel Pantoja teria conhecimento da origem ilícita de parte dos 3,5 milhões de euros que alegadamente terá ajudado a branquear, pedindo uma pena de três anos e meio de prisão e uma multa de 1,8 milhões de euros para a artista de Sevilha.


