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Pelo menos sete feridos em ataque terrorista em Jerusalém

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As autoridades israelitas consideram este incidente como um "ataque terrorista"

FOTO REUTERS/AMMAR AWAD

Cidadão palestiniano avançou com um veículo contra peões no leste de Jerusalém e depois tentou esfaquear as pessoas que passavam no local.

Pelo menos sete pessoas ficaram feridas esta sexta-feira, na sequência de um ataque terrorista no leste de Jerusalém, quando um cidadão palestiniano atropelou um conjunto de peões.

Segundo fonte policial, depois do atropelamento o indivíduo saiu do carro e tentou esfaquear as pessoas que passavam na zona, refere o jornal "Hareetz".

"Parece que foi um ataque com um carro e uma tentativa de ataque com arma branca perto de um posto da guarda de fronteira" , disse Luba Samri, porta-voz das forças de segurança, citada pela AP.



Nenhum dos feridos se encontra em estado grave, tendo sido todos encaminhados para o hospital onde estão a receber os tratamentos adequados. O atacante, que foi ferido pelas autoridades, é que inspira mais cuidados, de acordo com a mesma fonte.  

As autoridades israelitas consideram este incidente como um "ataque terrorista" que teve lugar nas ruas apinhadas de Jerusalém, num dia que é feriado em Israel para celebrar a festa judaica de Purin.



Este ataque ocorre depois de a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) ter afirmado que vai suspender a cooperação ao nível de segurança com Israel nos territórios palestinianos ocupados, uma medida que fazia parte dos acordos de paz assinados em 1993.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, solicitou a suspensão do pagamento da verba mensal paga à Autoridade Palestiniana, depois de a ONU ter anunciado na quarta-feira a entrada da Palestina no Tribunal Penal Internacional (TPI) a 1 de abril. A partir dessa altura, o país poderá assim denunciar crimes de guerra contra a Palestina.



Este é o mais recente episódios de ataques idênticos executados por militantes palestinianos, depois das ações envolvendo atropelamentos por veículos ocorridas em outubro e novembro de 2014. Nessas ações, três cidadãos israelitas e uma mulher equatoriana morreram.