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Obama. Reaproximação dos EUA e de Cuba "é a coisa certa a fazer"

"Não podemos apagar a História, mas podemos melhorar o futuro das nossas relações e o bem estar dos cidadãos", sublinhou Obama na sua declaração, ao mesmo tempo que dexou a promessa de lançar o debate com vista ao fim do embargo norte-americano a Cuba

Doug Mills/Reuters

Na declaração feita após a libertação do norte-americano Alan Gross, o Presidente dos EUA afirma que "está aberto um novo capítulo nas relações com Cuba" e promete lançar o debate com vista ao levantamento do embargo.

"É a coisa certa a fazer. Pelos americanos, pelos cubanos e pelo mundo". Na declaração feita após a libertação de Alan Gross e no momento histórico que marca a reaproximação entre os EUA e Cuba, o Presidente Barack Obama lembrou que melhorar as relações com o regime de Castro foi uma das prioridades assumidas quando tomou posse e recordou as conversações que foram sendo mantidas ao longo do último ano, e nas quais, frisou, o Papa Francisco teve um papel muito importante.

Obama congratulou-se com a libertação do norte-americano, condenado por conspiração,e garantiu que está aberto "um novo capítulo".

Como primeira medida, sinal dos novos tempos, anunciou a abertura de uma embaixada dos EUA em Havana.

Ainda que diga não acreditar em mudanças radicais "de um dia para o outro", Obama mostrou-se confiante. "É preciso ir devagar, passo a passo, mas a partir de agora será mais fácil para os cidadãos norte-americanos viajarem para a ilha de Cuba", disse, intensificando-se as transações comerciais e tornando-se mais fácil para as empresas exportarem os seus bens.

"Não podemos apagar a História, mas podemos melhorar o futuro das nossas relações e o bem estar dos cidadãos", sublinhou o Presidente, ao mesmo tempo que dexou a promessa de lançar o debate com vista ao fim do embargo.