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Internacional

Ao segundo dia, NATO discute guerra do Afeganistão e possível entrada de novos membros

Jaap Arriens/NurPhoto/Getty Images

O secretário-geral da organização pretende que os membros da NATO concordem em financiar as forças de segurança afegãs até 2024. A Macedónia, que esta quarta-feira foi formalmente convidada a iniciar as negociações de adesão, fará parte de uma cerimónia especial neste segundo dia. Os Presidentes do Afeganistão e da Ucrânia são presenças confirmadas

Depois de um primeiro dia em que o Presidente dos EUA, Donald Trump, pediu aos aliados da NATO que gastassem em defesa o dobro daquilo que ainda não gastam, a cimeira da Aliança Atlântica deverá concentrar-se esta quinta-feira na discussão sobre o fim da guerra no Afeganistão e a possível entrada de novos membros.

O secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg, pretende que os membros da NATO concordem em financiar as forças de segurança afegãs até 2024. Trump opunha-se inicialmente a permanecer na guerra mais longa dos Estados Unidos, mas os seus conselheiros convenceram-no a continuar por mais algum tempo e até a autorizar o envio de mais três mil soldados.

Geórgia e Ucrânia de fora, Macedónia já com um pezinho dentro

Os casos da Geórgia e da Ucrânia, dois aspirantes a membros da NATO, também deverão estar em cima da mesa. No entanto, as incursões russas nos seus territórios têm dificultado as negociações para a entrada. De acordo com as regras da Aliança Atlântica, os países com conflitos territoriais não podem aderir à organização.

Já a Macedónia foi esta quarta-feira formalmente convidada a iniciar as negociações de adesão, fazendo parte de uma cerimónia especial neste segundo dia.

O afegão Ashraf Ghani e o ucraniano Petro Poroshenko, ambos Presidentes de países que não pertencem à NATO, são presenças confirmadas neste segundo dia de trabalhos.

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