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Um cozinheiro irreverente

A um mês de completar 50 anos, Alex Atala, o mais renomado e controverso cozinheiro do Brasil (e um dos melhores do mundo), veio a Lisboa, passou dois dias com o Expresso e falou sobre como a cozinha o faz sentir-se um super-herói

Nelson Marques

Nelson Marques

texto

Jornalista

Nuno Botelho

Nuno Botelho

fotos

Fotojornalista

Na cena de abertura do episódio de “Chef’s Table” — a série documental da Netflix sobre a vida dos mais conceituados cozinheiros do mundo —, o brasileiro Alex Atala conta como, nos seus “tempos sombrios”, tomou um ácido “muito forte” e, durante a trip, compreendeu o sentido da vida. “Mas, claro, a trip acabou e o meu conhecimento desapareceu. E a questão ‘qual é o sentido da vida’ estava a incomodar-me.” Então, uma noite teve um sonho. Caminhava na rua como uma criança de mão dada com alguém que o guiava e perguntou-lhe: qual é o sentido da vida? Essa pessoa mostrou-lhe ciclos, ciclos da vida. E depois mostrou-lhe uma flor. “Uma planta tem um ciclo. A semente torna-se uma planta, que tem uma flor que se transforma num fruto. O fruto cai, há outra semente que cresce de novo. É este o ciclo da vida”, explica. A flor é o momento em que vivemos. O momento mais bonito do ciclo da vida.

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