Siga-nos

Perfil

Expresso

Internacional

Como o mundo viu o ataque à Síria

IRANIAN LEADER OFFICE HANDOUT

Reações multiplicaram-se nas últimas horas.

Nas últimas horas sucederam-se as reações aos ataques aéreos lançados na madrugada deste sábado pelos Estados Unidos, França e Reino Unido contra alvos militares na Síria, aprovados por grande parte da comunidade internacional, mas já condenados por Rússia, Irão, China, Iraque, Egito e Venezuela.

Venezuela - "De uma maneira humilde, mas absolutamente firme condenamos a ação de guerra promovida pelo imperialismo e seus sequazes contra o povo sírio" - vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela, Diosdado Cabello

Irão - "O ataque desta madrugada contra a Síria é um crime e declaro que o Presidente americano, o Presidente francês e a primeira-ministra britânica são criminosos" - 'ayatollah' Ali Khamenei, guia supremo iraniano

China - "Qualquer ação militar unilateral sem o aval do Conselho de Segurança é contrária aos propósitos e princípios da Carta da ONU e viola os princípios e normas básicas do direito internacional (...) Opomo-nos ao uso da força nas relações internacionais e apoiamos o respeito pela soberania, a independência e a integridade territorial de todos os países (...) A China apela a todas as partes para que ajam no quadro do direito internacional e para que resolvam a crise através do diálogo e da negociação" - porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Hua Chunying

Iraque - "(Os ataques) são uma oportunidade para o terrorismo se desenvolver (...) São muito perigosos e ameaçam a segurança e a estabilidade da região" - porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraquiano, Ahmed Mahjub.

Palestina - Manifestantes palestinianos atiraram sapatos a uma efígie do presidente norte-americano Donald Trump durante um protesto realizado na cidade de Nablus, na Cisjordânia, contra o ataque aéreo desta madrugada lançado pelos EUA, França e Reino Unido na Síria.

Egito - O Ministério dos Negócios Estrangeiros egípcio manifestou "grande preocupação", temendo "as consequências para a segurança do povo sírio e a ameaça aos entendimentos já alcançados".

Arábia Saudita - "A Arábia Saudita dá o seu pleno apoio aos ataques lançados pelos Estados Unidos, a França e o Reino Unido na Síria, porque eles constituem uma resposta aos crimes do regime" sírio - Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita.

Israel - O ataque é "uma mensagem importante dirigida ao eixo do mal constituído pelo Irão, pela Síria e pelo [movimento fundamentalista xiita libanês] Hezbollah" - ministro da Construção e membro do gabinete restrito de segurança de Israel

Bélgica - "A Bélgica condena veementemente a utilização de armas químicas pela Síria e compreende a ação conjunta dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido" - Primeiro-ministro belga, Charles Michel