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Internacional

Guerra civil com risco de contágio

Muitas das vítimas do ataque de Duma eram crianças

FOTO EMAD ALDIN/epa

Para lá da retórica de Trump e Putin, também Israel e o Irão trocam ameaças relativas ao conflito sírio

Julio de la Guardia, Correspondente em Jerusalém

Numa semana em que pareceu iminente um ataque contra o regime sírio, os ziguezagues de Donald Trump no Twitter acabaram por indiciar recuo. Não obstante, a retórica subiu de nível, com o Presidente americano a acusar a Rússia de proteger um “animal que mata com gás” e Moscovo a afirmar ter “provas irrefutáveis” de que o ataque com armas químicas em Duma (Síria), no passado dia 7, não foi obra de Bashar al-Assad, antes “encenado” com ajuda dos serviços secretos “de um certo Estado que está à cabeça de uma campanha russófoba”, referindo-se ao Reino Unido. No Conselho de Segurança da ONU, a França falou de “ponto de não-retorno” e defendeu uma reação “robusta, unida e firme” contra Assad.

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