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Filho de Martin Luther King revela ao Expresso que o pai “queria muito ser Presidente”

Cinquenta anos após o assassínio do histórico líder do movimento dos direitos civis, Martin Luther King, o seu filho mais velho confessa o secreto desejo do pai numa entrevista em que ataca violentamente Donald Trump

Ambos partilham o nome e o sonho de que um dia os Estados Unidos consigam expurgar de vez o racismo e as injustiças sociais e económicas que ainda hoje condenam mais de 40 milhões de americanos à pobreza, num país com um Produto Interno Bruto superior a 19 biliões de dólares (15,4 biliões de euros), o maior do mundo.

Cinquenta anos depois do assassínio de Martin Luther King Jr. (MLK), o filho mais velho do histórico líder do movimento dos direitos civis, recorda os tempos das filas para brancos e negros, dos espancamentos, tiroteios e atentados, deixando o aviso de que há um saudosismo racista promovido pela “retórica do atual Presidente (Donald Trump)” e um risco de “explosão social”, caso a violência contra as comunidades negras continue.

Revela, também, o desejo que o seu pai tinha de se candidatar à presidência dos EUA, uma intenção que pode ter sido fatal, pois foi a “proposta de reformas políticas e de uma radical redistribuição da riqueza que o condenou à morte e não a campanha contra o segregacionismo”.

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