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Internacional

Família portuguesa morta no Reino Unido tinha chegado da Venezuela

Mulher de 47 anos, morta no início do mês na própria casa com “múltiplas facadas”, tinha apenas nacionalidade venezuelana. O marido e os filhos, também assassinados, tinham nacionalidade portuguesa

A família portuguesa cuja morte no Reino Unido no início deste mês está a ser investigada pela polícia britânica foi identificada como sendo originária da Venezuela.

A mulher de 47 anos, cuja causa da morte foi confirmada pela autópsia como "múltiplas facadas", tinha apenas nacionalidade venezuelana.

O homem de 57 anos e as crianças, de sete e 10 anos, vítimas de "lesões múltiplas consistentes com a queda de altura", apesar de também terem nascido na Venezuela, tinham nacionalidade portuguesa, clarificou um porta-voz da Polícia Metropolitana de Londres.

O Comando de Homicídios e Crimes Graves está a investigar o homicídio de Laura Figueira, mas mantém a teoria de que não haverá mais ninguém envolvido, pois não fez qualquer detenção nem procura qualquer suspeito relacionado com as mortes.

A mulher foi encontrada morta na própria casa em Twickenham, perto de Londres, com vários ferimentos de arma branca, em 5 de março, após a polícia ter recebido um alerta pelas 17h54.

As autoridades iniciaram de imediato diligências para encontrar o marido e dois filhos, cujos corpos tinham já sido descobertos pouco antes das 17h pela polícia do condado de Sussex a 140 quilómetros de distância, em Birling Gap, uma área à beira-mar, perto de Eastbourne, no sul de Inglaterra.

Birling Gap, área conhecido pelas falésias brancas de calcário, é frequentada por turistas e também cenário frequente de suicídios.