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Quando o único rival é a abstenção

O aniversário da anexação
 da Crimeia, a 14 de março,
 foi festejado com euforia

YURI KADOBNOV/getty

Presidenciais Com a reeleição garantida, Putin procura legitimidade através de uma participação alta. Oposição não tem discurso unificado

Sophia Kishkovsky correspondente em Moscovo

A reeleição de Vladimir Putin para um quarto mandato como Presidente da Federação Russa é dada como inevitável, equivalendo para muitos a uma espécie de coroação. Em causa estão meros pormenores processuais.

Um resultado de 70/70 — 70% de participação e 70% de votos em Putin — é indicado há meses como o desejo do Kremlin. Na sexta-feira o sítio noticioso RBC relatava que o regime baixara os prognósticos para 65%, nada menos que o resultado de 2012, de modo a não lançar dúvidas sobre o interesse dos votantes nas eleições e a legitimidade das mesmas.

Leia mais na edição deste sábado do Expresso.