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Vestígio de ADN da lusodescente Maëlys encontrado na casa do alegado homicida

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As autoridades francesas recolheram mais uma prova da presença de Maëlys na residência da família de Lelandais. A prova de ADN encontrada permitirá perceber com mais rigor as circunstâncias da morte da menor lusodescendente

A investigação ao homicídio da criança lusodescendente Maëlys de Araújo, em agosto passado no leste de França, encontrou um vestígio de ADN da menina de nove anos na casa do autor confesso do crime, Nordahl Lelandais.

De acordo com o jornal "Le Parisien", as autoridades recolheram mais uma prova da presença de Maëlys na residência da família de Lelandais, em Domessin, a pouco mais de 70 quilómetros de Lyon.

Os investigadores analisaram a casa familiar do ex-militar, de 34 anos, incidindo atenção especial no sofá da sala e na garagem, usada para depósito de materiais.

A prova de ADN encontrada permitirá perceber com mais rigor as circunstâncias da morte da lusodescendente.

Na próxima segunda-feira, Nordahl Lelandais, que, em 14 de fevereiro, confessou ter morto a criança "involuntariamente", será presente a um juiz de instrução do tribunal de Grenoble.

Maëlys desapareceu a 27 de agosto do ano passado em Pont-de-Beauvoisin, no leste de França.

Lelandais foi detido em 31 de agosto e foi formalmente acusado do homicídio da lusodescendente.

Mais tarde, indicou à polícia o local onde enterrou os restos mortais da criança, tendo sido encontrado "quase todo o esqueleto", segundo o procurador de Grenoble, Jean-Yves Coquillard.

Nordahl Lelandais, cujo perfil psicológico continua a confundir os investigadores, é o principal suspeito de um outro homicídio, o do cabo Arthur Noyer, ocorrido em abril passado naquela mesma região, em Chambéry.