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Fim de regime em Itália? Igreja e patrões não têm medo

Luigi Di Maio (M5S) foi o mais votado, mas pode não chefiar o Executivo

CIRO FUSCO/epa

Formar governo vai ser difícil, mas empresários e cúpula católica dão benefício da dúvida aos antissistema. Renzi limita opções da esquerda

“Por fim acabou o século XX”, afirma Mario Calabresi, diretor do diário “La Repubblica”, perante os resultados das eleições do passado domingo. Houve um terramoto político, não só italiano como europeu.

No país que representa a quarta economia da União Europeia, e com o qual França e Alemanha contavam para dar “um passo em frente” rumo a uma maior união do continente, os vencedores foram o partido dos indignados, Movimento 5 Estrelas (M5S), parcialmente antieuropeu, e uma coligação de centro-direita em que sobressai a Liga de Matteo Salvini, eurocética e xenófoba. “É um golpe que pode afundar a UE”, lamenta-se nos corredores de Bruxelas.

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