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Tribunal turco condena a prisão perpétua três implicados no atentado de 2016

OZAN KOSE/GETTY

Um quarto acusado foi condenado a seis anos e três meses de prisão por pertencer a um grupo armado, enquanto 18 outras pessoas foram absolvidas

Um tribunal em Istambul condenou esta quarta-feira três pessoas a prisão perpétua pelo seu envolvimento num atentado bombista suicida do Estado Islâmico, em 2016, no distrito de Sultanahmet, que resultou na morte de 12 turistas alemães.

Hasan al Mayyuf, Fevzi Muhammed Ali e Halil Dervis foram condenados a penas de prisão perpétua por terem violado a Constituição da Turquia e a 329 anos adicionais, cada um, pela morte das 12 pessoas e tentativa de homicídio de outras 16 que ficaram feridas na explosão, noticiou a agência oficial turca Anadolu.

Um quarto acusado foi condenado a seis anos e três meses de prisão por pertencer a um grupo armado, enquanto 18 outras pessoas foram absolvidas.

As autoridades turcas consideram que o bombista suicida, um sírio chamado Nabil Fadli, era afiliado ao Estado Islâmico.

Fadli detonou a bomba perto de um grupo de turistas alemães a poucos passos da Mesquita Azul, um dos mais emblemáticos locais históricos de Istambul.

O ataque foi um dos vários que a Turquia tem vindo a enfrentar desde 2015.

Entre os feridos contam-se outros nove alemães e cidadãos da Noruega, Peru e Coreia do Sul