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Internacional

Libertada auxiliar humanitária finlandesa raptada no Afeganistão

Andrew Renneisen/GettyImages

A notícia da libertação da finlandesa, raptada em maio no Afeganistão, foi avançada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Finlândia

A mulher, cuja identidade é desconhecida, trabalhava para um grupo sueco – Operation Mercy [Operação Misericórdia] – em Cabul, quando em maio foi raptada por homens armados que atacaram a casa em que estava hospedada. Durante o ataque uma colega alemã e um guarda afegão foram mortos.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros, em comunicado, afirmou que a mulher estava em "segurança", porém não deu quaisquer detalhes sobre o incidente e pediu para que a sua privacidade fosse respeitada.

O grupo humanitário, destacado em áreas como a saúde e o os direitos das mulheres, manifestou-se quanto à libertação da trabalhadora afirmando receber a notícia com "enorme alegria”e indicou que "o bem-estar da nossa colega está a ser avaliado".

O ataque não foi reivindicado por nenhum grupo, mas os raptos parecem estar a atingir cada vez mais pessoas no Afeganistão, maioritariamente auxiliares humanitários por motivações monetárias.

No início deste mês, foram libertados dois trabalhadores humanitários raptados em fevereiro na província de Jowzjan no norte do Afeganistão, num ataque que causou a morte de outros seis trabalhdores humanitários. Não foi revelado mais nenhum detalhe sobre o rapto ou sobre os seus autores.