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Novo Presidente francês percorreu Campos Elísios e homenageou soldado desconhecido

Macron à saída do túmulo do soldado desconhecido no Arco do Triunfo em Paris

ALAIN JOCARD / POOL

O novo Presidente francês percorreu hoje os Campos Elísios, em Paris, num veículo militar descapotável, após a cerimónia de tomada de posse, e, no Arco do Triunfo, prestou homenagem no monumento ao soldado desconhecido.

O novo Presidente francês percorreu hoje os Campos Elísios, em Paris, num veículo militar descapotável, após a cerimónia de tomada de posse, e, no Arco do Triunfo, prestou homenagem no monumento ao soldado desconhecido.

Emmamuel Macron, que aos 39 anos se tornou o mais jovem chefe de Estado francês, saudou as centenas de cidadãos que se juntaram nos dois lados da avenida para acompanhar o tradicional desfile, após a tomada de posse.

Depois das dúvidas acerca da opção por um carro civil, como os seus antecessores, Emmanuel Macron acabou por preferir utilizar um veículo de reconhecimento e apoio, construído por uma filial da Renault, e que deverá ser utilizado para o desfile do dia da festa nacional, a 14 de julho.

Rodeado pela guarda republicana a cavalo e em motas, o novo Presidente atrasou o início do desfile por causa da chuva que se sentia na capital francesa.

Emmanuel Macron chegou ao Arco do Triunfo num dos extremos dos Campos Elísios, onde cumpriu a tradicional cerimónia de homenagem ao soldado desconhecido, o seu primeiro ato como chefe de Estado, depois da tomada de posse no Palácio do Eliseu.

Depois de escutar a Marselhesa, o hino nacional de França, depositou uma coroa de flores no monumento em homenagem àqueles que morreram pelo país e, como manda o protocolo, reacendeu a chama ao soldado desconhecido.

No seu primeiro discurso como Presidente, Emmanuel Macron, que sucedeu a François Hollande, disse que "os franceses elegeram a esperança e o espírito de conquista".

"O mundo e a Europa necessitam hoje mais do que nunca de uma França forte e segura do seu destino", que traga a voz da liberdade, que saiba inventar o futuro, afirmou.