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Sete supostos simpatizantes do Daesh mortos no Egito

Os indivíduos, que estariam a “fabricar explosivos para cometerem ataques terroristas”, foram mortos após uma troca de tiros, indicou o Ministério do Interior egípcio, num anúncio que surge dois dias depois dos ataques contra uma igreja copta em Tanta e uma outra em Alexandria, no norte do país, que fizeram 45 mortos e dezenas de feridos

As forças de segurança egípcias mataram sete simpatizantes do autodenominado Estado Islâmico (Daesh) que planeavam ataques contra os cristãos coptas, anunciaram esta segunda-feira as autoridades, após um duplo e sangrento atentado jihadista contra esta comunidade.

O Ministério do Interior indicou egípcio, em comunicado, que estes “elementos que partilham a ideologia do Daesh se encontravam numa região montanhesa da província de Assiout (sul)” e que foram mortos após uma troca de tiros.

Apesar de não precisar a data dos confrontos, mas o anúncio acontece após dois ataques, domingo, contra uma igreja copta em Tanta e uma outra em Alexandria, no norte do país, dos quais resultaram 45 mortos e dezenas de feridos. Os ataques foram reivindicados pelo Daesh que ameaçou a comunidade copta com outros atentados.

Os sete suspeitos mortos estariam a “fabricar explosivos para cometerem ataques terroristas”, afirmou o Ministério.
“Quando as forças de segurança se aproximaram do esconderijo, eles abriram fogo, provocando uma respostas destas forças”, adiantou.

As armas, munições e uma coleção de publicações do Daesh foram encontradas no local, acrescentou a mesma fonte.
Dos sete suspeitos, três foram identificados. Apresentados como simpatizantes do EI, eram suspeitos de planear um ataque contra os coptas na região de Assiout e de Sohag (sul) e eram procurados pela segurança egípcia, segundo o Ministério.