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Internacional

Papa denuncia o “massacre inaceitável” na Síria

GIORGIO ONORATI / EPA

O ataque químico na província de Idleb que causou 72 mortos, entre os quais 20 crianças, foi condenado pelo líder da Igreja Católica que referiu rezar “pelas vítimas e pelos seus familiares”

O Papa Francisco denunciou esta quarta-feira um "massacre inaceitável" na Síria, onde um ataque químico provocou 72 mortos e provocou a indignação da comunidade internacional.

"Assistimos aterrados aos últimos acontecimentos na Síria. Condeno firmemente o massacre inaceitável que aconteceu ontem [terça-feira] na província de Idleb, em que foram mortas dezenas de pessoas indefesas, entre as quais muitas crianças", afirmou o papa durante a sua audiência semanal.

O Papa referiu que reza “pelas vítimas e pelos seus familiares” e apela “à consciência de todos os que têm responsabilidades políticas, a nível local e internacional, para que esta tragédia acabe”.

Perante milhares de fiéis na praça de São Pedro, Francisco encorajou ainda os esforço dos que, “apesar da insegurança e das condições difíceis, esforçam-se por fazer chegar a ajuda aos habitantes desta região”.

O Conselho de Segurança da ONU deverá reunir-se de urgência esta quarta-feira em Nova Iorque para pedir um inquérito rápido e completo ao ataque de terça-feira, que provocou 72 mortos, incluindo 20 crianças, e dezenas de feridos em Khan Cheikhoun, uma aldeia na zona rebeldes no noroeste da Síria.

O Papa falou ainda no “grave atentado” em São Petersburgo, na Rússia, na segunda-feira, que provocou 14 mortos e 49 feridos.