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Theresa May: “Não temos medo”

REUTERS

Apesar de não relevar a identidade do suposto autor do ataque desta quarta-feira no centro de Londres, a primeira-ministra britânica diz que o individuo já fora investigado por ligações extremistas mas considerado uma fígura periférica. May adianta que a polícia acredita que terá agido sozinho e que não há motivo para pensar em “mais ataques iminentes” planeados

A primeira-ministro britânica Theresa May revelou esta manhã que o suposto autor do atentado de quarta-feira que causou quatro mortos (incluindo o próprio atacante) e mais de duas dezenas de feridos, nas proximidades do Parlamento britânico, nascera no Reino Unido e já fora investigado por ligações à violência extrema, embora tenha sido considerado uma figura periférica.

Falando esta quinta-feira na Câmara dos Comuns, May referiu que para não prejudicar as investigações em curso não podia relevar a identidade do indivíduo, que foi abatido após ter esfaqueado mortalmente um polícia, mas acrescentou que a polícia está convicta de que terá agido sozinho e que não há motivo para pensar que possa haver “mais ataques iminentes” planeados.

“Quarta-feira, um ato de terrorismo tentou silenciar a nossa democracia, mas hoje nós reunimo-nos com habitualmente”, afirmou a primeira-ministro britânica, que qualificou o atentado de quinta feira “um ataque contra as pessoas livres de todo o lado”. E frisou: “Não temos medo”.

A chefe do Governo britânico confirmou ainda as nacionalidades dos feridos: 12 cidadãos britânicos, três franceses, dois romenos, quatro sul-coreanos, um alemão, um chinês, um irlandês, um italiano e um grego.