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Ao minuto: Polícia confirma quinta vítima mortal

DARREN STAPLES / REUTERS

Autoridades britânicas detiveram esta manhã oito pessoas em buscas a casas em Birmingham. Theresa May revela no Parlamento que o atacante nasceu no Reino Unido e já era conhecido pelas autoridades. O autoproclamado Estado Islâmico (Daesh) assumiu responsabilidade pelo ataque. Paralelamente, vão-se multiplicando em Londres as homenagens às vítimas do atentado. Esta noite a polícia confirmou a existência de uma quinta vítima mortal

(Refresque a página para ler as últimas atualizações)

23h30 - Chega agora ao fim a cobertura ao minuto do atentado de Londres. Obrigado por ter estado connosco. Até amanhã!

21h20 - O número de vítimas mortais acabou de subir para cinco. Um homem de 75 anos que tinha ficado gravamente ferido no ataque e estava nos cuidados intensivos morreu esta noite, avança fonte policial. Além dele, morreram também a espanhola Aysha Frade, professora no DLD College London, um turista norte-americano, Kurt Cochran, o polícia Keith Palmer, que foi esfaqueado pelo atacante quanto este saiu do carro com o qual atropelou as pessoas, e ainda o próprio atacante, Khalid Mosood, que foi morto a tiro pela polícia depois de esfaquear o polícia. Os jornais britânicos estão a considerar apenas quatro vítimas, não contando com o atacante.

20h36 - O The Guardian e a BBC estão a avançar que a Scotland Yard, a polícia metropolitana de Londres, acredita que o atacante terá usado outros nomes. “Khalid Masood não deverá ser o nome de nascença”, disse um porta-voz daquela instituição.

19h54 - O frio não desmotivou o português Nuno Dias, que juntou-se à vigília em Trafalgar Square. “É importante mostrar que está tudo normal”, disse. Nuno Dias é gestor de projeto e vive há oito anos em Londres. “Não me sinto nada inseguro. Nada mudou para além de um pouco mais de trânsito, porque algumas ruas foram fechadas.”

19h43 - Um dos polícias londrinos encarregues de patrulhar as ruas de Westminster é o português Pedro Xavier. Natural de Bragança, disse à Lusa que todos os agentes devem estar preparados para serem chamados em caso de emergência. Esta manhã, o turno começou cedo nas ruas de Westminster, as quais patrulhou devidamente fardado, com o casaco de alta visibilidade e o colete balístico. Apesar de ter apenas a missão de manter a segurança em redor do Palácio de Westminster, onde funciona o parlamento britânico, afirmou que foi “um dia cansativo”. “Só em Westminster teríamos cerca de 300-400 polícias”, garantiu.

“Mantém-se em 'severe' [segundo nível mais elevado] para o público, mas 'critic' [nível máximo] para nós. Como o ataque aconteceu e infelizmente um dos nossos foi morto, evidentemente que um ataque a um membro dos serviços de segurança pode acontecer iminentemente, por isso temos de estar mais vigilantes”, explicou.

Enquanto membro das forças de segurança britânicas, onde tem a patente de sargento, Pedro Xavier reconheceu que o risco de atentado terrorista era real e que outros ataques no resto da Europa obrigaram ao treino para este tipo de situações.

"Nós sabíamos que iria acontecer qualquer coisa", declarou, referindo o facto de, entre setembro a dezembro de 2016, os serviços secretos britânicos MI5 terem desmontado 14 tentativas de atentados terroristas.

Nas próximas semanas serão intensificadas as medidas de segurança em Londres e em outras partes do país, mas o agente apelou à comunidade portuguesa para se manter atenta.

"Temos de nos manter extra-vigilantes e reportar qualquer tipo de anormalidade. As pessoas não podem ter medo de pegar no telefone e ligar se acham que há uma emergência genuína. Não vão ser criticados por isso, vão ser criticados se não o fizerem", enfatizou.

Xavier, que tem vários projetos empresariais ligados à comunidade, nomeadamente um infantário e um gabinete de serviços administrativos, reiterou a importância de a população ajudar nos esforços das autoridades.

Para este agente, a escolha é simples: "se todos nós fizermos o nosso bocadinho, mais fácil será de controlar um ato terrorista no país".

CLEMENS BILAN/REUTERS

19h20 - As Portas de Bradenburgo, em Berlim, na Alemanha, foram iluminadas com a bandeira do Reino Unido, num gesto de solidariedade contra os ataques de quarta-feira.

19h09 - Porque é que Jon Biddle, agente da polícia metropolitana de Londres, prefere não andar armado? “Porque não tenho medo de nada”, diz ao Expresso. “E há suficientes polícias armados para quando é preciso.” A polícia metropolitana é a principal protagonista da vigília em Trafalgar Square. Todos cumprimentam os agente, agradecem-lhes. “Somos cidadão com um uniforme”, diz Jon Biddle na corporação há 27 anos.

18h45 - A polícia divulgou ainda que dois dos feridos no ataque estão em risco de vida e que mais cinco estão em estado crítico.

18h41 - De acordo com a BBC, uma das oito pessoas que foram presas no seguimento do atentado é a parceira do atacante, Khalid Masood. A mulher de 39 anos foi presa por suspeitas de estar a preparar ataques terroristas. Entretanto, a polícia já divulgou mais detalhes dos presos, sete em Birmingham e um Londres. Além da mulher de 39 anos, há ainda mais duas mulheres de 21 e 26 anos, respectivamente, e quatro homens de 23, 28, 27 e 26 anos. O homem preso em Londres tem 58 anos. A polícia está ainda a fazer buscas em mais cinco moradas, em Londres, Camarthenshire e Birmingham.

18h36 - “O que aconteceu ontem é contra qualquer fé, qualquer religião.” Quem o diz é Mohamed Zellem, muçulmano do Bangladeche a viver há vários anos em Londres. Está na vigília acompanhado de um grupo de 15 a 20 muçulmanos da organização Muslim Aid. Seguram cartazes com o símbolo do metro londrino e onde deveria estar escrito “undergound” lê-se “we are not afraid” [não temos medo]. Muitos que passam cumprimentam-nos. Agradecem, passam-lhe as mãos pelos ombros, dão abraços e até beijos. “Estou feliz que estejam cá”, diz uma inglesa. O Expresso pergunta a Moahmed se teme que possam haver reações xenófobas contra os muçulmanos. “Estou consciente disso. Há pessoas que são doentes. Mas a maior parte da comunidade britânica não é assim.”

Jack Taylor / Getty

18h13 - Está a decorrer uma vigília na Trafalgar Square, uma das praças mais conhecidas de Londres. A secretária do Interior, Amber Rudd, falou à multidão e logo depois falou o presidente da Câmara de Londres, Sadiq Khan. "Os londrinos não se vão deixar acovardar por terroristas", disse. Milhares de pessoas estão na praça e fazem agora um minuto de silêncio.

HANNAH MCKAY/REUTERS

17h50 - A polícia britânica decidiu retirar o número do distintivo do oficial morto no ataque de quarta-feira à tarde em Londres, ou seja, ele não será usado por mais ninguém.

17h44 - A secretária de Estado do Interior, Amber Rudd, alertou para que não se condenassem os serviços de inteligência pelo atentado. "Eles fazem um trabalho fantástico. O facto de terem conhecimento da identidade do atacante não significa que essa pessoa esteja aser vigiada 24 horas por dia. Vamos descobrir mais sobre este homem e sobre as pessoas à sual volta. Não tenho dúvidas que os serviços de inteligência estão a fazer um óptimo trabalho", dissi numa entrevista à BBC.

17h36 - A mulher que saltou para o rio Tamisa para fugir ao carro é romena e já foi identificada, avançou a embaixada da Roménia em Londres. Chama-se Andreea Cristea, sofreu vários ferimentos graves e teve de ser operada. O namorado Andrei Burnaz, também ficou ferido, mas apenas com um pé partido. Segundo a BBC, os dois estavam em Londres para celebrar o aniversário de Burnaz.

17h16 - A Lusa falou esta tarde com um português que reside a poucas centenas de metros de Westminster. Pedro Fernandes mostrou-se resignado à iminência de mais atentados. “Vai sempre haver isto enquanto houver este ressabiamento da parte destes grupos de terrorismo”, afirmou o antigo diretor do jornal Hora H. Empresário radicado na cidade há 21 anos, natural de Vila Real, admite ser o português que mais perto vive de Westminster, residindo a escassas centenas de metros. “Eu moro a sensivelmente a 300 metros da Westminster Abbey. Ali é a minha zona de recreio, é onde eu e a minha mulher vamos passear”, descreveu à Lusa. Hoje, confessou sentir alguma consternação. “Sinto de facto uma coisinha no coração, porque é ali que eu ando todos os dias. Os atentados que houve anteriormente nunca me tocaram deste modo porque aquilo que a gente vê não sente. Mas ali a coisa foi diferente. Afetou-me um pouquinho", reconheceu. Porém, também recusou deixar-se intimidar pelos terroristas, atitude que admira nos londrinos. “É importante continuarmos o nosso modo de vida, com coragem, e seguir em frente. Se fizermos isso, é uma derrota para quem anda a espalhar o terrorismo”, enfatizou.

17h01 - Medo também é o que não sentem Cristina e Marcelo Negrini, brasileiros de São Paulo. Chegaram ontem a Londres, estavam a passar pelo controlo de passaportes no aeroporto quando aconteceu o atentado. Só souberam do que se passar quando chegaram ao hotel. E hoje foram à ponte de Westminster ver o Big Ben. “Não tenho medo”, afirma Cristina. “Vimos atos terroristas na Bélgica, em Paris, achava que também podia acabar por acontecer aqui. Mas não quando cá estivéssemos”.

16h54 - Até que ponto o atentado assutou os turistas? A julgar por Pedro Ferreira e Patrícia Azevedo, nada. Ambos são personal trainers, do Rio de Janeiro. Ontem, foram ver a troca da guarda no Palácio de Buckingham. Seguiram pelo parque St. James e viram ambulâncias passar em várias direções. Pedro, 27 anos está seguro de que ouviu tiros. “Sou do Rio. Barulho de tiro, quando escuto, sei o que é”, afirma. Hoje, um dia depois, estão sobre a ponte de Westminster, no mesmo passeio onde aconteceu o atentado. É a primeira visita do casal à Europa. “Nunca imaginámos que fosse acontecer uma coisa como essa”, diz Pedro. “Sabíamos que tinha acontecido em França. E amanhã vamos para lá”.

16h31 - Em comunicado, a família de Keith Palmer diz que está “desvastada” com a morte do agente e recorda-o como “um excelente pai e marido.” “Dedicado e orgulhoso da sua profissão, Keith era forte e corajoso. Sentimos muito a sua falta”, referem em comunicado.

16h15 - O acesso ao Parlamento continua encerrado e é junto a uma barreira da polícia que alguns cidadãos têm vindo a depositar flores. De resto, circula-se normalmente na ponte de Westminster. No mesmo passeio onde esta quarta-feira dezenas de pessoas foram atropeladas há turistas a tirarem fotos e muitos jornalistas. Todas as atrações turísticas entre a ponte e o London Eye estão abertas mas não há muitas filas.

16h07 - A imprensa britânica está a divulgar mais dados sobre o alegado autor do atentado. Khalid Massod tem 52 anos e é oriundo de Kent, Grã-Bretanha. Foi condenado em 1983 e 2003, mas não por crimes relacionados com terrorismo.

16h01 - Líder dos Trabalhistas, Jeremy Corbyn, acabou de depositar flores junto à vedação do Parlamento no final da ponte Westminster. Corbyn depositou as flores e permaneceu mais de um minuto em silêncio.

15h58 - Khalid Massod tinha sido condenado por agressões, posse de armas e perturbação da ordem pública, mas não havia dados que lançassem a suspeita que tencionasse levar a cabo um atentado​​.​

15h42 - Num discurso no Conselho de Segurança da ONU, o MNE britânico afirmou que o ataque ocorrido ontem em Westminster não foi o primeiro ataque em Londres, nem será o último, mas garantiu que os “valores nacionais bão prevalecer.”

Boris Johnson sublinhou ainda que os países estão unidos na luta contra o terrorismo.

15h34 - A polícia acaba de anunciar a identidade do individuo abatido e suposto autor do atentado: Khalid Masood, nascera em Kent, tinha 52 anos e os investigadores pensam que estava a viver em West Midlands.

15h25 - O Presidente Donald Trump publicou uma mensagem no Twitter a dar as condolências à família e amigos da vítima norte-americana

14h57 - Foi confirmado que o carro utilizado no ataque terrorista fora alugado em Birmingham, na Enterprise's Spring Hill.

14h46 - O solicitador Mike Pullen assistiu aos atropelamentos na Ponte Westminster: “Houve uma pancada tremenda atrás de mim e o taxista disse ‘não olhe, meu Deus ele acabou de matar aquelas pessoas’”, relatou à BBC4. “As pessoas estavam a gritar e a fugir… O meu primeiro pensamento foi que era um acidente de viação”, acrescentou.

14h16 - O turista norte-americano Kurt Cochran foi identificado como a terceira vítima do atentado de Londres. A sua mulher Melissa ficou ferida e ainda se encontra no hospital.

14H12 - A polícia está a efetuar novas buscas numa casa em Winson Green, Birmingham.

13h36 - Num telegrama enviado à primeira-ministra britânica, Vladimir Putin afirma que “os ataques terroristas se estão a tornar cada vez mais astutos e cínicos”. O Presidente russo diz ser “óbvio que todos os membros da comunidade internacional devem unir forças para enfrentar a ameaça”.

13h28 - Numa mensagem solidária dirigida aos familiares das vítimas de Londres, o ex-Presidente norte-americano, Barack Obama, afirma que “nenhum ato de terror pode abalar a força e a resistência de nosso aliado britânico”.

13h14- A primeira-ministra polaca, Beata Szydlo, associa o atentado em Londres às políticas migratórias na UE: “Ouço na Europa com frequência: não relacionar a política migratória com terrorismo, mas é impossível não relacionar as duas coisas”, afirmou a governante polaca em entrevista à TVN24.

13h11 - Marine le Pen insiste que o atentado de Londres demonstra que “é necessário controlar as fronteiras”.

13h - O MNE francês considera que o atentado em Westminster é um ataque à democracia e à liberdade em Londres.

12h56 - O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, também manifestou o seu pesar pelo atentado em Londres, reietrando que o país está unido na luta contra o terrorismo. “Os nossos pensamentos e orações estão com as vítimas e as suas famílias. Neste difícil momento, a Índia está com o Reino Unido no combate ao terrorismo”, declarou Narendra Modi.

12h41 - Primeira-ministra escocesa, Nicola Sturgeon, condena o atentado em Londres e diz que a Escócia está solidária com a capital britânica. “Acima de tudo, estamo solidários com Londres - uma cidade maravilhosa, diversa e vibrante que nunca se irá vergar a atos de violência” , afirmou a governante.

12h30 - Apesar de ser conhecido pelas autoridades, o atacante não constava da lista do MI5 – serviços de informações do Reino Unido –, que aponta 3 mil indivíduos como potenciais autores de atentados.

12h18 - O autoproclamado Estado Islâmico (Daesh) acaba de reivindicar a autoria do ataque numa mensagem divulgada através da agência Amaq. Grupo terrorista diz que a ação foi levada a cabo por um “soldado do Daesh.”

12h15 - A polícia britânica anuncia que terá mais patrulhas nas ruas, especialmente em “locais com multidões e zonas turísticas.”

11h44 - Porta-voz de Downing Street diz que o atacante foi investigado há “alguns anos”, mas recusa-se a admitir que tenha havido alguma falha ao nível da segurança, refere o “Guardian.”

11h41 - Um grupo de muçulmanos angariou em cerca de uma hora em menos de uma hora, mais de três mil libras (3456 euros) para ajudar os familiares das vítimas do atentado.

11h39 - O veículo utilizado pelo atacante, um Hyundai i40 metalizado, foi alugado num rent-a-car em Birmingham, situado a cerca da 1,6 km da propriedade que foi alvo de buscas durante a noite.

11h32 - A rainha Isabel II disse que os “seus pensamentos, orações e sentimentos profundos” estão com aqueles que foram afetados pela violência atroz registada na quarta-feira em Londres

11h29 - O papa Francisco enviou uma carta ao arcebispo de Westminster lamentando o atentado em Londres: “Profundamente triste por ter conhecimento da existência de mortos e feridos causados por um ataque no centro de Londres. A sua Santidade manifesta a sua solidariedade com orações para todos aqueles que foram afetados por esta tragédia”, pode ler-se na missiva.

11h16 - O deputado conservador James Cleverly sugere no Parlamento que o agente Keith Palmer seja agraciado a título póstumo.

10h59 - “O que aconteceu ontem foi uma terrível atrocidade. Hoje, estamos unidos na nossa humanidade, pelos nossos valores democráticos e pelo impulso humano pela solidariedade, estamos juntos em tempos de escuridão e adversidade”

10h57 - “Ontem, um ato de terrorismo tentou silenciar a nossa democracia. Mas hoje nós estamos voltamos à normalidade – como gerações fizeram antes de nós e as gerações futuras vão continuar a fazer – para transmitir uma simples mensagem: não temos medo e nunca iremos hesitar face ao terrorismo”, declarou May.

10h55 - Escultura de areia, uma homenagem às vítimas do atentado por Sudarshan Pattnaik, um artista indiano.

STR/EPA

10h48 - A chefe do Governo britânico diz que ontem assistimos ao “pior da humanidade”, mas o Reino Unido “irá lembrar sempre o melhor” e dá como exemplo a tentativa de reanimação do agente por parte do deputado Tobias Ellwood. May elogia também o trabalho das autoridades e dos serviços de emergência médica.

10h46 - “Os valores deste país vão prevalecer, vão vencer o medo do terrorismo”, declara May no Parlamento

10h44 - O nível de alerta no Reino Unido vai permanecer “severo”, o segundo mais grave, o que significa que um ataque é altamente provável, mas não iminente.

10h42 - May diz que o atacante nasceu no Reino Unido e já era conhecido pelas autoridades “por violência extrema”, mas não pode adiantar mais dados para não prejudicar a investigação em curso.

10h40 - A primeira-ministra britânica confirma a identidades dos feridos: 12 cidadãos britânicos, três franceses, dois romenos, 4 sul-coreanos, um alemão, um chinês, um irlandês, um italiano e um grego.

10h39 - A polícia de Londres cumpriu também um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do atentado.

10h37 - Theresa May agradece no Parlamento o apoio dado por vários países, na sequência do atentado, e volta a expressar as condolências aos familiares das vítimas.

10h30 - Duas vítimas que estão internadas num hospital londrino estão em “situação estável”, segundo o porta-voz hospitalar

10h18 - A polícia britânica acaba de atualizar para oito o número de detidos em buscas realizadas esta manhã em Birmingham.

10h10 - Vladimir Putin enviou esta quinta-feira uma carta a Theresa May, condenando o atentado em Londres. “As forças do terror estão a agir cada vez mais de forma traiçoeira e cínica. É necessário unir esforços de todos os membros da comunidade internacional para responder á ameaça do terror”, defendeu o Presidente russo.

10h04 - As autoridades francesas abriram uma investigação relativa ao atentado em Londres, após terem sido identificados três adolescentes nacionais entre os feridos.

09h58 - Entretanto, o MNE espanhol confirmou também a identidade da vítima nacional.

09h46 - Aysha Frade, uma cidadã galega de 43 anos, foi uma das vítimas mortais do atentado, avança o jornal “La Voz de Galicia”. A professora de espanhol dava aulas num colégio na capital britânica e foi atropelada esta quarta-feira depois de ter saído do trabalho para buscar as duas filhas à escola.

09h44 - Donald Trump Jr, filho do Presidente norte-americano, criticou uma afirmação do mayor de Londres: “Estás a brincar comigo? Ataques terroristas fazem parte de viver numa grande cidade”, questionou no Twitter.

09h35 - Os deputados do Parlamento britânico estão a cumprir um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do atentado. Parlamentares retomam esta manhã os trabalhos.

09h31 - O presidente turco lamenta o ataque terrorista em Londres, através de uma mensagem divulgada no Twitter.
“Demonstramos solidariedade para com o Reino Unido, aliado e amigo contra o terrorismo: a maior ameaça contra a paz e a segurança global”, escreveu Recep Tayyip Erdogan.

09h22 - “Londres é a melhor cidade do mundo. Nunca iremos ceder ao terrorismo. Continuamos juntos, perante aqueles que procuram alarmar-nos e destruir a nossa forma de vida”, refere um comunicado de Sadiq Khan.

09h19 - O mayor de Londres, Sadiq Khan, está a apelar à população e aos turistas para se juntarem a uma vigília pelas vítimas do atentado esta tarde, pelas 18h, em Trafalgar Square.

WILL OLIVER/EPA

09h12 - Começam a multiplicar-se as homenagens ao agente morto no ataque, Keith Palmer. São várias as pessoas que estão a depositar flores junto à sede da polícia em Londres

09h04 - Birmingham é um dos principais alvos de jiadistas no Reino Unido para captarem terroristas.

08h58 - Retomamos o direto esta quinta-feira. Polícia britânica anunciou esta manhã que deteve sete pessoas em buscas a casas em Birmingham.

23h40 Poder ler AQUI o que já se sabe sobre o atentado desta quarta-feira em Londres. Damos por encerrado o acompanhamento em direto. Obrigada por ter estado desse lado.

23h04 As autoridades sabem a identidade do atacante, mas não divulgou para não perturbar a investigação.

22h36 Novo balanço: cinco mortos e 40 feridos. Já durante a noite, a Scotland Yard reviu o número de vitímas do atentado.

21h31 “Manifesto a solidariedade para com o Reino Unido no dia daquilo que aparece como um atentado em Londres e, portanto, estamos solidários, a União Europeia e Portugal, com aqueles nossos parceiros naquilo que é a afirmação dos valores da paz, da liberdade e da democracia”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa, à saída de uma reunião na Comissão Europeia.

21h21 Há um português entre os feridos. O jovem, de 26 anos, foi atropelado quando atravessava a rua para apanhar o metro, tendo sido colhido por um carro, e rebolou por cima do capô, relatou José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades. Ficou com cortes profundos num joelho e numa mão, mas já teve alta hospitalar e encontra-se bem, disse à agência Lusa. Leia mais AQUI.

21h15 Veja as imagens que marcaram o dia. O atentado em Londres fez quatro mortos (o atacante, um polícia e dois civis) e pelo menso 20 feridos.

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22h14 Ao contrário do que foi avançado pelo Channel 4 e o jornal “The Independent”, Abu Izzadeen (Trevor Brooks), um pregador radical da zona leste de Londres não é o reponsável pelo ataque. Em declarações à imprensa britânica, o advogado de Brooks assegurou que o seu cliente está preso.

21h13 A chanceler alemã, Angela Merkel, expressou o seu apoio aos “amigos britânicos e a todos os habitantes de Londres”. “Embora as razões destes atos não serem ainda claras, reafirmo que a Alemanha e os seus cidadãos mantêm-se firmemente e resolutamente ao lado dos britânicos na luta contra todas as formas de terrorismo”, afirmou em comunicado.

21h05 O primeiro-ministro António Costa expressou solidariedade com o Reino Unidos e sublinhou que os acontecimentos desta quarta-feira “sinalizam bem as prioridades em que a Europa se tem de concentrar”. “Em vez de perdermos tempo abrindo visões inúteis, criando conflitos entre nós, é triste ser necessário eventos destes para nos lembrarmos que temos que nos unir. Só unidos temos capacidade de enfrentar estas ameaças”, defendeu.

20h57 “Nunca deixaremos que a vozes do ódio nos derrotem”, palavras da primeira-ministra britânica, Theresa May, numa breve declaração.

O parlamento está quieto e cercado. Mas amanhã de manhã voltará a funcionar. A garantia foi dada pela primeira-ministra Theresa May. “O parlamento vai reunir normalmente. Vamo-nos reunir normalmente”, disse May esta noite. “Os londrinos, e todos os outros de todas as partes do mundo que vieram visitar a grande cidade, vão levantar-se e seguir a sua vida normalmente”, acrescentou a chefe do Governo britânico.

WPA Pool

20h26 Relato de Ricardo Garcia, correspondente do Expresso em Londres:

O movimentado Hotle Park Plaza, inaugurado em 2010, fica mesmo em frente à ponte de Westminster. Muitos dos seus cerca de mil quartos têm vista para onde tudo aconteceu. Há funcionários e seguranças a barrarem a entrada a quem não esteja ali hospedado. O irlandês Edward Bits está no hotel desde segunda-feira, mas estava a trabalhar noutro ponto da cidade e não viu nada. Agora, contempla a ponte, os carros da polícia e o movimento dos jornalistas. O Expresso pergunta como reage ao atentado: “Bem, eu venho de Belfest”, ironiza. “Mas é impossível não ficar chocado”, acrescenta.

Sobre a ponte, parece que o tempo parou, apesar dos sinos do Big Ben continuarem a dar as horas. Nada acontece. Apenas ocasionalmente passa um carro de polícia.

20h07 A chanceler alemã, Angela Merkel, expressou o seu apoio aos “amigos britânicos e a todos os habitantes de Londres”.

“Embora as razões destes atos não serem ainda claras, reafirmo que a Alemanha e os seus cidadãos mantêm-se firmemente e resolutamente ao lado dos britânicos na luta contra todas as formas de terrorismo”, afirmou Merkel, citada num comunicado.

19h45 Em vídeo, Sadiq Khan, presidente da Câmara de Londres, condenou o ataque à capital do Reino Unido

19h40 O correspondente do Expresso em Londres, Ricardo Garcia, descreve o que vê no local que foi palco do atentado:

À entrada da ponte de Westminster, há uma pequena aglomeração de jornalistas internacionais, prontos para entrarem em direto. É o ponto de acesso da ponte pela margem sul do Tâmisa. Foi por aqui que entrou o carro com o qual foi perpetuado o ataque. Há um autocarro turístico, de dois andares, aqui parado. Já fazia a curva para sair da ponte quando o ataque aconteceu. Ficou como estava. Ao fundo vê-se o Big Ben iluminado, imponente. Mas a vista é imediatamente desviada para as ambulâncias e carros de polícia que ainda se mantém sobre a ponte. Stefano Marazzu, um italiano de 25 anos que trabalha num bar em Londres, está a transmitir as imagens em direto pelo Facebook. “Quero mostrar o que está a acontecer aos meus amigos na Itália”, explica. Está acompanhado de Francesco Pisano, que chegou a Londres há cinco meses para cá viver. “Sinto-me confuso”, diz. “Mas os terroristas não nos podem dizer o que devemos fazer. Vou cá ficar. Se voltasse, seria a vitória para os terroristas”.

Getty

19h33 David Cameron, antigo primeiro-ministro do Reino Unido, também comentou o ataque.

19h26 Embora ainda não tenha sido oficialmente confirmado pelas autoridades, a imprensa britânica avança que o suspeito do ataque, que foi morto pela polícia, será Abu Izzadeen (Trevor Brooks), um pregador radical da zona leste de Londres, já condenado e bastante referenciado por terrorismo. Brooks fazia parte do grupo de clérigos radicais da zona leste da capital liderado por Anjem Choudary, que está detido por incentivo a atos terroristas (suspeita-se que Choudary tenha dando apoio logístico ao grupo de seis portugueses que partiram do bairro de Leyton para a Síria).

19h19 “Estamos chocados e tristes com o incidente de Westminster. Condenamos este ataque e enquanto é muito cedo para especular sobre os motivos, os nossos pensamentos e orações estão com as vítimas e com as pessoas afetadas. Prestamos tributo também à polícia e aos serviços de socorro que lidaram com esta situação com bravura. O Palácio de Westminster é o centro da nossa democracia e todos nós devemos assegurar que continua a servir o nosso pais e as pessoas com segurança”, escreve o Conselho de Muçulmanos Britânicos, citado pelo jornal “The Guardian”.

18h56 “Infelizmente, temos a registar um ataque realizado no centro de Londres. Tudo leva a crer que seja um ataque de natureza terrorista, mas a informação que tenho é que ainda não está confirmado. Também ainda não se sabe a nacionalidade das vítimas”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, em Washington. “Queria condenar, em nome do governo português, este ataque, e exprimir ao povo inglês e às autoridades britânicas os nossos sentimentos e solidariedade”, acrescentou.

18h49 Com a noite a cair em Londres, todos os acessos à ponte de Westminster a partir da margem sul do Tamisa continuam cortados. Também cortado está o acesso ao Hospital de St Thomas, para onde foram levados os feridos. Alguns helicópteros continuam a sobrevoar a zona. Ao longe, vê-se na ponte os vários autocarros e automóveis que ali estavam na altura do ataque.

Todos os turistas que estiveram retidos por três horas no London Eye já foram retirados. Pouco a pouco, depois de prestarem declarações à polícia, foram saindo do edifício ao lado da atração turística, sendo imediatamente cercados pelos jornalistas.

Ao correspondente do Expresso em Londres, Ricardo Garcia, Esmé Knagenhjelm, uma norueguesa de 64 anos, contou que estava no topo da roda quando esta parou. Tirou fotografias e postou no Facebook. Pouco tempo depois, vários amigos começaram telefonar-lhe. “Foi o meu namorado que me ia dando as notícias a partir da Noruega, porque estava a acompanhar tudo na televisão”, disse.

O jovem Jack Hutchison, um americano de Boston com 16 anos, foi um dos últimos a sair. “Vi os feridos, via as ambulâncias e muitos polícias”, disse. Vai embora na quinta-feira, mas garante que não vai deixar de regressar a Londres. “Mas não volto a ir ao London Eye nem à ponte de Westminster”, acrescentou.

EDDIE KEOGH

18h13 A polícia diz que só há um atacante, que foi morto. Em conferência de imprensa, as autoridades negaram que existam outros responsáveis pelo ataque. “Parece que é uma situação de um só atacante”.

18h04 Polícia confirma quatro mortos e 20 feridos em Londres. Uma das vítimas mortais é um polícia.

17h59 O correspondente do Expressso continua junto do London Eye e acaba de falar com mais um turista de vista à capital britânica. André Garcia ficou mais de duas horas preso na roda gigante. Viu que tinha acontecido alguma coisa na ponte de Westminster. Pensou que era um acidente. Quando nos altifalantes internos disseram o que se estava a passar compreendeu indiretamente: “Não falo inglês mas entendi pela fisionomia das pessoas”, disse ao jornalista Ricardo Garcia.

17h49 BBC e “The Guardian“ avançam que o polícia esfaqueado não resitiu aos ferimentos e morreu. A polícia ainda não confirmou, mas está prevista para daqui a uns minutos uma conferência de imprensa.

17h48 Tobias Ellwood fez respiração boca a boca ao agente esfaqueado em Londres e tentou estancar o sangue dos ferimentos. Pode ler mais pormenores AQUI.

17h43 Martins de Andrade e Vivian Silva, dois brasileiros que estão de férias em Londres estavam a comprar os bilhetes para o London Eye quando tudo aconteceu. O correspondente do Expresso em Londres acaba de falar com eles. “Trancaram as portas e disseram-nos que todos tínhamos de ficar lá”, conta Martins ao jornalista Ricardo Garcia. Quando souberam o que tinha acontecido ficaram em choque. “Chorei”, diz Vivian. Ambos chegaram esta segunda-feira a Londres. “Que belo cartão-de-visita”, afirma Martins.

17h42 Em comunicado, a Câmara dos Comuns e a Câmara dos Lordes, considera que o aconteceu esta quarta-feira em Londres foi “extremamente sério”.

“A Metropolitan Police está a tratar do assunto e está a investigar. Em nome dos membros das duas Câmaras do Parlamento, queremos apresentar a nossa solidariedade para com os afetados e as suas famílias. Gostaríamos também de expressar a nossa gratidão à polícia e a todas as equipas de emergência”, lê-se no comunicado, citado pelo “The Guardian”.

17h33 Um mapa com a localização dos acontecimentos.

17h31 A Metropolitan Police admite que existam mais agentes feridos entre as vítimas do ataque, além do operacional que foi esfaqueado junto ao Parlamento.

17h30 O correspondente do Expresso em Londres, Ricardo Garcia, diz que há centenas de turistas presos desde a hora do ataque [13h40] no London Eye, uma das principais atrações turísticas de Londres. Por razões de segurança esta roda gigante parou logo depois do acidente e a zona foi cercada. Os turistas estão a ser retirados a conta-gotas e encaminhados pela polícia para um edifício ao lado. Os que ficaram retidos terão assistido aos trágicos acontecimentos uma vez que esta atração está localizada junto ao Parlamento.

Jack Taylor / Getty

17h29

17h26 “Podemos confirmar que tratamos pelo menos dez pessoas na ponte Westminster e colocamos em alerta uma série de hospitais para responder ao incidente. Para o local enviámos vários recursos. Estamos a trabalhar com conjunto com membros de outros serviços de emergência, tendo como prioridade assegurar que as vitimas estão a ser tratadas e transportadas para o hospital o mais rapidamente possível”, diz Pauline Cranmer, diretora de operações do London Ambulance Service.

17h19 Chris Ship, jornalista da ITV News, diz que uma mulher foi tirada viva do Rio Tâmisa. Está agora a ser tratada pelos médicos.

17h15 Na estação de comboios de Waterloo, a mais movimentada do Reino Unido (com 100 milhões de passageiros por ano), os comboios circulam normalmente. “Está tudo normal”, diz uma funcionária dos caminhos-de-ferro britânicos. A estação fica a pouca distância da ponte Westminster.

17h14 O nível de alerta em Londres mantém-se no segundo nível mais elevado.

17h11 Através das agências internacionais chegam às redações todo o mundo as fotos do aparato policial e das equipas de socorro. Aqui ficam algumas imagens que não esqueceremos tão cedo.

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STEFAN WERMUTH

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HANNAH MCKAY

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TOBY MELVILLE

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Carl Court

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Carl Court

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EDDIE KEOGH

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ANDY RAIN

17h05

17h03 A embaixada de Portugal em Londres desconhece, por agora, a existência de cidadãos portugueses entre os feridos do atentado, disse ao Expresso fonte da representação de Portugal. A representação de Portugal no Reino Unido está a acompanhar a situação. Saiba mais AQUI.

16h58

16h54 As autoridades não fazem balanço do número de feridos, mas temem que possa chegar aos dois dígitos

16h52 A polícia confirma que o incidente foi declarado como “um ataque terrorista”.

16h51 É provável que o atacante esteja a ser interrogado pela polícia britânica, diz um especialista em terrorismo à Al Jazeera.

16h49 Sadiq Khan, presidente da Câmara de Londres, através do Twitter, lamentou os acontecimentos e reafirmou que o caso está a ser tratado como “um ataque terrorista até que seja provado o contrário”.

16h44 No Twitter, Rita Katz, diretora do SITE Intelligence Group, que monitoriza os grupos jiadistas, refere que não existe qualquer confirmação sobre as motivações do que aconteceu em Londres. No entanto, sublinha que o uso de automóveis e os esfaqueamentos fazem parte das instruções dadas pelo Daesh para levar a cabo ataques.

16h39 Os canais de apoio ao autoproclamado Estado Islâmico (Daesh) estão a comentar com a hashtag #Westminster, tal como acontece um pouco por todo o mundo. No entanto, não existe qualquer informação de revindicação nos canais oficiais do grupo terrorista.

16h32 Até ao momento a embaixada portuguesa em Londres não dispõe de informações sobre a existência de portugueses entre os feridos

16h30 Kirsten Hurrell, de 70 anos, conta ao “The Guardian”, que viu uma pessoa caida junto ao carro.

“Ouvi o barulho de um acidente. Olhei. Vi um carro na vedação do parlamento. Incialmente, pensei ser um acidente normal. Pouco depois, ouvi uns sons muito altos. Podiam ser sons de disparos, mas não tenho a certeza”, descreve.

16h21 O deputado trabalhista Barry Sheerman publicou no Twitter uma imagem do interior da sala onde está fechado com vários outros deputados britânicos.

16h18 Além do suspeito que foi abatido pela polícia, pelo menos uma outra pessoa morreu. Segundo fonte do hospital de St Thomas, citada pela BBC, uma mulher morreu e várias pessoas têm “ferimentos catastróficos”.

16h15 A zona de Westminster é um polo de atração de turistas. Muitos atravessam a ponte e páram para ali tirar fotos com o Big Bem ou com o London Eye ao fundo.

16h12 Segundo o jornal “The Telegraph”, o atacante atropelou várias pessoas que circulavam a pé na ponte Westminster. Em seguida, saiu do carro e correu até às portas do Palácio de Westminster, a cerca de 500 metros, onde esfaqueou um polícia.

16h07 A primeira-ministra britânica, Theresa May, foi retirada do Parlamento em segurança.

16h04 Tom Peck, editor de política do jornal britânico “The Independent”, descreve os momentos em que ouviu os tiros.

16h02 Nenhum suspeito entrou no Parlamento britânico, garante a polícia, citada pelo jornal “The Guardian”. Segundo a mesma publicação, dois homens foram apanhados ponte Westminster

16h00 As autoridades estão a tratar a situação como “um ataque terrorista” até que existam “provas em contrário”

15h58 No momento em que tudo aconteceu, encontravam-se no Parlamento pelo menos 15 crianças que participavam numa excursão. Professores estão acalmar os menores, escreve a Sky News.

15h56 No local estão helicópteros de emergência médica a assisitir vários feridos, segundo testemunhos.

15h48 Ao início da tarde desta quarta-feira, a polícia abateuum homem que entrou nas instalações do Parlamento britânico esfaqueara um agente. Há também relatos de que um carro atropelou pessoas na Ponte Westminster situada nas imediações.

Diversas testemunhas dizem que viram várias pessoas a receberem tratamento devido a ferimentos. Num tweet, a Scotland Yard explica que está encarar o caso como um “ato terrorista”.

A SkyNews diz que um veículo de tração às quatro rodas atropelou uma pessoa e que em seguida o condutor abandonou a viatura.

A Polícia Metropolitana indicou que foi chamada ao local devido a um incidente com armas de fogo. No local, encontram-se também bombeiros, segundo a mesma fonte.

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  • Atentado em Londres. Detidas 7 pessoas em buscas a casas de Birmingham

    Polícia ainda não confirmou identidade do suspeito morto mas diz que já sabe quem ele era. Testemunhas citadas pelos media britânicos dizem que buscas desta madrugada em Birmingham estão relacionadas com o atentado que, na tarde de quarta-feira, provocou pelo menos quatro mortos e 40 feridos no centro de Londres. ”O homem [do ataque] de Londres vivia aqui”, garantiu uma testemunha à Press Association

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    “Manifesto a solidariedade para com o Reino Unido no dia daquilo que aparece como um atentado em Londres”, disse o Presidente da República no final da visita às instituições europeias, em Bruxelas