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Expresso

Internacional

Mais um juiz trava decreto anti-imigração de Trump

OLIVIER DOULIERY / POOL/ EPA

Juiz do estado de Maryland questionou a legalidade do decreto que proíbe a entrada nos EUA de cidadãos de seis países maioritariamente muçulmanos

Depois do Havai, foi o estado do Maryland a contestar o novo decreto anti-imigração de Donald Trump. Esta quinta-feira, o juiz Theodore D. Chuang ordenou a suspensão da medida, questionando a sua legalidade.

O decreto prevê que estejam proibidos de entrar nos Estados Unidos cidadãos de seis países maioritariamente muçulmanos (Irão, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen) durante 90 dias.

A administração Trump demorou mais de um mês a reescrever a ordem de proibição, depois de vários tribunais federais terem bloqueado a sua implementação no mês passado. Nesta nova versão, o Iraque foi retirado da lista dos países proibidos, tendo ficado também de fora quem viaje com cartões verdes e vistos.

No dia 9, o Havai tinha oficialmente recorrido à justiça para tentar travar a entrada em vigor do novo decreto, sob o argumento de que a medida prejudicaria a sua população muçulmana, afetando também o turismo e a situação dos estudantes estrangeiros.

Entretanto, também Washington e Nova Iorque recorreram aos tribunais para tentar parar a segunda versão da ordem executiva.