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Internacional

Apple, Google e Amazon entre as 97 empresas que decidiram processar Trump

Joe Raedle/GettyImages

As multinacionais querem provar que a ordem executiva que proíbe a entrada de pessoas de países muçulmanos nos Estados Unidos é inconstitucional. Os CEO chamam a atenção para a importância dos imigrantes na sociedade e na economia norte-americanas

Um total de 97 empresas, incluindo a Microsoft, Amazon, Google, Intel e a Levi Strauss & Co, decidiram apresentar uma ação jurídica contra o Presidente Donald Trump, questionando a ordem executiva que proíbe a entrada nos Estados Unidos de cidadãos do Irão, Iraque, Iémen, Somália, Líbia, Síria e do Sudão.

As multinacionais pretendem que se prove que a proibição é inconstitucional e que acarreta consequências negativas tanto no país como no mundo. A queixa foi apresentada no domingo e sublinha a importância dos imigrantes na economia e na sociedade norte-americanas.

“Os imigrantes fizeram algumas das maiores descobertas da nação e criaram muitas das mais icónicas e inovadoras empresas”, lê-se no texto apresentado. A posição das quase 100 companhias, secunda a decisão do procurador do Estado de Washington, que emitiu uma ordem de restrição temporária para suspender imediatamente a execução do decreto do Presidente. “Não é a voz mais sonante que prevalece, mas a Constituição”, afirmou Bob Fergunson, para quem a ordem executiva de Trump viola a Constituição.