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Suspeito de ataque no Louvre foi interrogado, mas recusou falar

O suspeito do ataque de sexta-feira no Museu do Louvre, em Paris, foi hoje interrogado pela primeira vez, mas recusou falar com os investigadores, disseram fontes judiciais.

O suspeito do ataque de sexta-feira no Museu do Louvre, em Paris, foi hoje interrogado pela primeira vez, mas recusou falar com os investigadores, disseram fontes judiciais.

"De momento não quer falar", disseram. O suspeito, que as autoridades pensam ser um cidadão egípcio, foi atingido com quatro tiros no abdómen depois de atacar um grupo de militares com uma faca.

No sábado, o estado de saúde do suspeito melhorou, mas a polícia não pôde interrogá-lo por estar entubado e incapaz de comunicar.

O primeiro interrogatório realizou-se no hospital Georges Pompidou, em Paris, e foi autorizado pelos médicos, segundo a fonte.

Com base na análise do telemóvel e outros objetos pessoais do atacante, as autoridades suspeitam que se trata de um egípcio de 29 anos, chamado Abdallah El Hamahmy, residente nos Emirados Árabes Unidos e que viajou para França a 26 de janeiro com um visto turístico.

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  • O “ataque de natureza terrorista” que assustou o Louvre

    Ataque esta sexta-feira no museu do Louvre gerou o pânico entre os visitantes. Um homem armado, que o “Le Parisien” identificou como sendo Abdallah E-H., um egípcio nascido em 1988 que terá chegado a França a 26 de janeiro, oriundo do Dubai, tentou atacar um grupo de soldados que se encontravam de serviço num centro comercial subterrâneo do museu em Paris

  • Atacante do Louvre é egípcio e não era conhecido das autoridades francesas

    Suspeito nascido em 1988 terá chegado a França a 26 de janeiro, oriundo do Dubai. Segundo o “Le Parisien”, trazia consigo um bilhete de regresso para os Emirados Árabes Unidos com a data de 5 de fevereiro e não era conhecido das autoridades. Estava instalado num hotel na rua de Ponthieu, perto dos Campos Elísios