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Polícias indonésios retidos no Sudão por contrabando de armas

Um novo destacamento de polícias indonésios partiu na quinta-feira passada para integrar a missão da ONU no Sudão

ANTARA/REUTERS

Um total de 29 espingardas kalashnikov, seis espingardas GM3 e 61 pistolas , foram encontradas quando o contingente de 139 polícias indonésios se preparava para abandonar o Sudão, onde integraram uma missão de manutenção de paz das Nações Unidas. O Sudão diz que os polícias estão apenas retidos no país e não detidos. A Indonésia enviou esta quarta-feira uma equipa para investigar o caso

O regime indonésio insiste que as acusações de que o seu contingente policial terá tentado efetuar contrabando de armas para fora do Sudão são inconsitentes e enviaou hoje uma equipa para investigar o caso, descoberto no sábado.

Um total de 29 espingardas kalashnikov, seis espingardas GM3, 61 pistolas assim como uma grande quantidade de munições foram encontradas quando os 139 polícias do contigente indonésio se preparavam para abandonar o país, num voo que iria partir do aeroporto El Fasher, após terem concluído o seu destacamento numa missão de manutenção de paz das Nações Unidas.

Os polícias indonésios alegam contudo que as armas encontradas não pertenciam à sua bagagem. “O que é claro é que os sacos que continham as armas não pertenciam à unidade indonésia”, refere uma mensagem do porta-voz da polícia indonésia, Rafli Amar. “Uma investigação está em curso, envolvendo as Nações Unidas, as autoridades sudanesas e a polícia indonésia”, acrescentou.

O Sudão diz que os polícias estão apenas retidos e não detidos. Cerca de 20 mil elementos de forças policiais e militares de diversos países integram atualmente a missão de paz da ONU naquele país africano.