Siga-nos

Perfil

Expresso

Internacional

“Marcha das mulheres” corre mundo contra Trump

Manifestação antiTrump em Londres, este sábado

NEIL HALL/REUTERS

Várias cidades em todo o mundo são este sábado palco de manifestações simultâneas contra Donald Trump, que tomou posse em Washington na sexta-feira

Milhares de australianos e também neozelandeses, homens e mulheres, iniciaram hoje uma série de manifestações anti-Donald Trump previstas para estes dias nos Estados Unidos e noutras partes do mundo.

Homens e mulheres desfilaram aos milhares em Sidney e Melbourne, Austrália, e em Wellington e Auckland, na Nova Zelândia, nesta “marcha das mulheres”, contra o desprezo pelas mulheres manifestado frequentemente por aquele que é desde sexta-feira o novo presidente norte-americano.

As manifestações deverão culminar em Washington, onde cerca de 200.000 pessoas são esperadas numa vasta praça frente ao Capitólio, o local onde o bilionário foi empossado sexta-feira 45.º Presidente dos Estados Unidos e que, segundo um especialista, reuniu apenas um terço da multidão que aplaudiu Barack Obama, em 2009.

Esta “Marcha das Mulheres”, principal manifestação prevista para hoje, teve origem num simples apelo no Facebook.

Seis cidades portuguesas - Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Faro e Angra do Heroismo vão juntar-se ao protesto que se realiza em mais de 60 países para contestar o novo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em Lisboa, a manifestação tem início às 15h, em frente à Embaixada dos Estados Unidos da América.

Entretanto, cerca de 500 pessoas em Seul e outras tantas em Tóquio protestaram contra Donald Trump, no âmbito desta marcha.

Meio milhar de sulcoreanos e estrangeiros marcharam, na sexta-feira, pelas ruas centrais da capital do país, reclamando “igualdade” e “respeito”, registaram os meios de comunicação locais.

“Protestamos contra as declarações discriminatórias e desrespeitosas de Donald Trump durante a campanha eleitoral e queremos enviar esta firme mensagem ao mundo no dia da sua tomada de posse”, sublinharam num comunicado conjunto várias organizações sulcoreanas defensoras dos direitos das mulheres.

Em Tóquio, uma marcha similar foi organizada na véspera com a participação de cerca de 400 pessoas, segundo estimativas da polícia da área Metropolitana da capital japonesa.