Siga-nos

Perfil

Expresso

Internacional

26 mortos em novo motim em prisão brasileira

ANDRESSA ANHOLETE/GETTY

Rebelião entre fações rivais na Penitenciária de Alcaçuz durou 14 horas. Por motivos de segurança, cinco presos foram transferidos esta segunda-feira

No Brasil, um novo motim, desta vez na Penitenciária brasileira de Alcaçuz, provocou 26 mortos. A rebelião, que se prolongou por mais de 14 horas, foi já descrita como a mais violenta da história do Rio Grande do Norte e é a terceira a acontecer no país, só em 2017.

Pelo menos 15 dos presos foram decapitados. O motim começou na tarde de sábado e só foi possível dominar a situação 14h depois, na manhã de domingo, com a intervenção de equipas especiais de intervenção.

Já esta segunda-feira, o secretário de Justiça e Cidadania, Wallber Virgolino, precisou que a rebelião começou logo após o horário das visitas, envolvendo presos pertencentes a fações rivais - conhecidas como o Primeiro Comando da Capital e o Sindicato do Crime.

A imprensa brasileira refere que cinco presos foram transferidos esta tarde, incluindo os chefes das duas forças em conflito.

Alcaçuz tem capacidade para 620 presos, mas atualmente alberga no seu interior cerca de 1150.