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Primeira-ministra britânica nega intenção de criar taxa pela contratação trabalhadores da UE

DANIEL LEAL-OLIVAS/GETTY

Medida foi apresentada pelo ministro da Imigração, que defendeu o pagamento de uma taxa por cada trabalhador qualificado da UE contratado por empregadores do Reino Unido no pós-Brexit. Downing Street diz que proposta foi “mal interpretada” e está fora da agenda do Governo

A primeira-ministra britânica nega ter a intenção de criar uma taxa anual de mil libras (cerca de 1150 euros) a pagar pelos empregadores do Reino Unido que recrutem trabalhadores qualificados da União Europeia após o Brexit.

Depois de a notícia ter sido avançada pelo “Guardian” na sua edição de quarta-feira, explicando que a proposta foi defendida pelo ministro da Imigração, Robert Goodwill, um porta-voz de Downing Street afirmou que tal medida não consta da agenda do governo e que a sugestão de Goodwill foi “mal intepretada”.

Segundo o mesmo jornal, o ministro defendera a taxa como algo útil para os trabalhadores britânicos que se sentem prejudicados em relação aos trabalhadores migrantes.

A chamada “taxa de competências de imigração” visaria a possível imposição de um limite para o total de trabalhadores oriundos UE permitido anualmente, algo já em vigor para o caso de cidadãos vindas de fora da Europa.