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Internacional

Síria: UE quer abertura de corredores humanitários em Alepo

GHITH.BERAM/ EPA

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, referiu que a União Europeia “não é indiferente ao sofrimento do povo sírio”. Mas admitiu que a resposta europeia não foi “suficientemente efetiva face à tragédia em Alepo".

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, apelou esta quinta-feira à "abertura imediata de corredores humanitários" para a retirada de civis em Alepo e a entrada de ajuda na cidade síria, mas admitiu que a União Europeia "não foi efetiva".

"Para ser claro, face à brutalidade do regime [sírio] e dos seus apoiantes -- a Rússia e o Irão -, não fomos tão efetivos como gostaríamos de ter sido, mas não somos indiferentes ao sofrimento do povo sírio", afirmou, acrescentando: "Usamos todos os canais diplomáticos para a abertura imediata de corredores humanitários para a entrada ajuda humanitária e a saída dos civis".

Contudo, Tusk admitiu: "Infelizmente, sei que não fomos suficientemente efetivos face à tragédia em Alepo".

Donald Tusk salientou, na conferência de imprensa no final do Conselho Europeu, que a União Europeia (UE) "não é indiferente ao sofrimento do povo sírio".

"A UE concentra-se na ajuda humanitária e nos esforços diplomáticos e já conseguimos alguns resultados, como a criação, com o Irão, de corredores seguros para os civis", acrescentou, sublinhando não terem sido adotadas novas sanções relacionadas com o conflito sírio.