Siga-nos

Perfil

Expresso

Internacional

easyJet quer que em 2020 um em cada cinco pilotos seja mulher

tiago miranda

De 2015 para 2016, a companhia lançou uma campanha que já permitiu duplicar a proporção de novos pilotos do sexo feminino para 12%

A companhia aérea inglesa easyJet quer aumentar o número de pilotos do sexo feminino, anunciou esta quinta-feira, a presidente executiva da empresa, Carolyn McCall.

Numa cerimónia de homenagem a Amy Johnson, uma das primeiras mulheres a pilotar um avião, que bateu vários recordes de voo nos anos 30, Carolyn McCall fixou como objetivo ter "20% de mulheres piloto em 2020", ou seja, uma mulher em cada cinco pilotos

"Há cerca de 50 anos quase todas as profissões eram dominadas por homens e nas últimas cinco décadas fizeram-se progressos em quase todos os setores, com mulheres a exercerem cargos de chefia na medicina, educação, finanças e na política", declarou a presidente executiva da easyJet.

No entanto, acrescentou, "pouco mudou na proporção de mulheres piloto", realçando que a companhia britânica está empenhada em mudar essa situação.

Segundo a easyJet, o número de mulheres admitidas na companhia 'low cost' aumentou para 6%, o que permitiu duplicar a proporção de novos pilotos do sexo feminino para 12%, através da campanha de recrutamento Amy Johnson, lançada em 2015. "Tendo alcançado o primeiro objetivo, avançamos para um objetivo novo", afirmou.

Atualmente, a easyJet conta com 164 mulheres piloto, das quais 62 são capitãs.