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Grupo radical curdo reivindica atentados de Istambul

OSMAN ORSAL/REUTERS

As duas explosões que, no sábado à noite, mataram 38 pessoas, dos quais 30 polícias, e feririam mais 150, ocorreram junto ao estádio do Besiktas, no final do jogo contra o Bursaspor

O grupo radical curdo Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK), próximo do ilegalizado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), reivindicou este domingo o duplo atentado de sábado à noite em Istambul, na Turquia que fez 38 mortos.

“Os TAK reivindicaram o atentado que ocorreu ontem [sábado] em Istambul”, noticiou a agência Firat próxima do movimento separatista curdo.

Os atentados - duas explosões - ocorreram no final do jogo de futebol entre o Besiktas, onde jogam Ricardo Quaresma e o ex-jogador do Benfica Anderson Taliska, e o Bursaspor, já depois dos adeptos e dos jogadores terem saído do recinto, mas ainda assim morreram pelo menos 38 pessoas, 30 das quais polícias que ainda permaneciam no local, e cerca de 150 pessoas ficaram feridas.

Confirmam-se, assim, as suspeitas do Governo turco que acreditavam que os responsáveis dos atentados tinham sido precisamente os separatistas curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que já atacaram polícias noutras ocasiões.

Entretanto, segundo o ministro do Interior, Süleyman Soylu, já foram detidas dez pessoas por suspeita de ligação a estes ataques.