Siga-nos

Perfil

Expresso

Internacional

Queda de avião na Colômbia com equipa de futebol brasileira a bordo faz 75 mortos

O jogador Alan Ruschel é um dos sobreviventes

LUIS EDUARDO NORIEGA A./EPA

Avião despenhou-se na madrugada desta terça-feira em Rionegro, arredores de Medellín, na Colômbia. A bordo seguia a equipa de futebol brasileira do Chapecoense, da primeira divisão brasileira. Há apenas seis sobreviventes. Antigo guarda-redes do Sporting, Marcelo Boeck, pediu dispensa de jogo e escapou ao acidente

As autoridades colombianas indicaram que sobreviveram 6 das 81 pessoas que seguiam a bordo do avião que se despenhou na madrugada desta terça-feira em Rionegro, arredores de Medellín, na Colômbia.

A Aeronáutica Civil colombiana divulgou a lista de todos os que seguiam a bordo

O jornal colombiano “Infooriente” avançara também que os feridos resgatados do avião foram levados para os hospitais de La Unión, La Ceja e Rionegro.

Até agora é conhecida a identidade de 4 das 6 pessoas que haviam sido resgatadas com vida do aparelho: Alan Rosuchel, brasileiro defesa central do Chapecoense, Ximena Suárez, assistente de bordo do voo, Marcos Danilo Padilha e Jackson Follmann.

A bordo seguia a equipa de futebol brasileira do Chapecoense, da primeira divisão brasileira, que chegava ao país para disputar a primeira mão da final Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

“Que Deus acompanhe os nossos atletas, representantes oficiais, jornalistas e convidados que viajavam com a nossa delegação”, declarou a equipa do Chapecoense na sua página no Facebook.

O ex-guarda redes do Sporting e do Marítimo, Marcelo Boeck, que se encontra no Chapecoense, pediu dispensa do jogo, para celebrar o seu aniversário, e escapou ao acidente, segundo indicou à TSF o seu empresário.

A aeronave iniciou a viagem na segunda-feira à noite e chegou a fazer escala em Santa Cruz de La Serria, na Bolívia, pertencia à companhia área Lamia e perdeu o contacto com a torre de controlo quando estava a sobrevoar o município de La Ceja, perto de Medellín.

“Parece que o avião ficou sem combustível”, disse Elkin Ospina, presidente da câmara de La Ceja, à “AFP”. Esta informação ainda não foi confirmada nem pelo governo colombiano, nem pelos responsáveis do aeroporto de Medellín.

A Autoridade da Aeronáutica Civil da Colômbia (AACC) já revelou que a aeronave comunicou “falhas elétricas” à torre de controlo do aeroporto cerca de 15 minutos antes de se dar o acidente.

Segundo “O Globo”, várias equipas de resgate estavam a tentar aproximar-se do local do acidente, mas este era de difícil acesso - as condições climátéricas dificultaram também a chegada ao local.

O acidente ocorreu às 22h15 locais, 3h15 desta terça-feira em Lisboa.