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Trump eleito Presidente dos Estados Unidos. Recorde uma noite eleitoral histórica

Donald Trump foi eleito o 45.º Presidente dos Estados Unidos. Com vantagem em estados fulcrais desde o início da noite, Trump esteve à frente desde o primeiro momento. Recorde aqui como foi a noite eleitoral que deu a vitória ao primeiro homem a chegar ao cargo sem ter tido qualquer experiência política ou militar prévia

Live:

08h20 Este minuto-a-minuto da noite eleitoral fica por aqui. Obrigada por ter escolhido a companhia do Expresso nesta noite histórica.

08h05 Começam a surgir as primeiras capas de jornais desta manhã. O "Dallas Morning News" escreve "Trump triunfa".

07h53 - Donald Trump confirma que Clinton lhe ligou para o felicitar pela vitória e agradeceu à candidata "pelo duro trabalho feito durante a campanha"

07h48 Mike Pence, candidato a vice-presidente de Trump, anunciou "o próximo Presidente dos Estados Unidos", a quem gabou a sua capacidade de liderança e visão

07h42 Trump conquista mais dez delegados ao vencer no Arizona.

07h40 A jornalista da NBC Kelly O'Donnell dá conta de que Clinton terá concedido a vitória a Trump num telefonema entre os dois, segundo informação de uma fonte. Contudo, oficialmente, a campanha da democrata recusou-se a aceitar a derrota para já

07h35 A Associated Press já dá como certa a eleição de Donald Trump: "Donald Trump eleito Presidente dos Estados Unidos", diz a agência.

07h29 Trump conquista mais dez delegados com a vitória no Estado do Wisconsin

07h26 “Uma noite que ficará para uma geração”, escreve Rui Tavares

07h21 “Quando alguém com percurso, discurso e perfil de Donald Trump chega à liderança da maior potência mundial passámos o ponto sem retorno. E não me refiro à natureza antissistémica da sua candidatura, até porque não estou seguro que ela seja real. Refiro-me o facto de ser um privilegiado de recorte fascista a liderar o descontentamento popular e a transformá-lo em poder pessoal. Se precisávamos de mais sinais, este foi o último. É para aqui que o mundo ocidental se está a dirigir. As pessoas sentem-se desamparadas. Cabia a quem recusa o que Trump significa responder a isto com o ímpeto de mudança que elas desejam, com figuras que lhes inspirem confiança, com uma candidatura que representasse estes sentimentos. Um democrata que fosse capaz de falar aos pobres (fossem brancos, latinos ou negros) e recentrar o debate político norte-americano no tema que, desde Roosevelt, deveria fazer parte do seu DNA: a desigualdade. Mas, mais uma vez, as forças progressistas deram à extrema-direita a iniciativa de representar o descontentamento popular. Se isto não provocar uma profunda mudança nos que foram derrotados, nos EUA mas também na Europa, esperam-nos dias negros. Nem sei se ainda vamos a tempo. Sei que vivemos tempos terríveis e não é com figuras como Hillary Clinton que nos livraremos dos novos monstros.”. Pode ler AQUI a opinião de Daniel Oliveira.

07h07 Pra já, Hillary Clinton não reconhece a derrota e não irá comentar os resultados.

07h02 Faltam apurar os votos em apenas seis estados: Arizona, Minnesota, Wiscosin, Michigan, Maine e New Hampshire. Donald Trump precisa apenas de três votos eleitorais para ser o novo presidente dos Estados Unidos da América.

06h53 Califórnia tornou-se na terça-feira no quinto estado norte-americano a legalizar a marijuana para uso recreativo, depois da adoção de uma medida submetida a referendo.

O 'site' da secretaria de Estado da Califórnia indica que a proposta 64 sobre a legalização da marijuana -- que até à data era apenas autorizada para fins terapêuticos naquele estado --, foi aprovada por 55,5% segundo os resultados preliminares.

06h47 Várias fontes do Partido Republicano ouvidas pelo Expresso durante a longa noite eleitoral acusam ainda as empresas de sondagens de terem falhado grosseiramente nas projecções e explicam que o eleitorado branco, conservador e operário votou em massa no magnata nova-iorquino. Saiba mais AQUI.

06h41 Trump vence também no Alasca e conquista mais três delegados.

06h38 O índice Nikkei da bolsa de Tóquio caiu 5,36 por cento na sessão de hoje perante a possibilidade de o republicano Donald Trump ser o novo Presidente dos Estados Unidos da América, tendência seguida pela generalidade dos mercados asiáticos.

O Níkkei caiu mais de 900 pontos, até aos 16.251,54 pontos.

O segundo indicador da bolsa japonesa, o Topix, perdeu 4,57%, fixando-se nos 1.301,16 pontos no fecho da sessão.

Também caíram os índices de referência da bolsa de Hong Kong, da Coreia do Sul, Xangai, Shenzhen, Singapura, Índia ou Austrália.

As bolsas asiáticas tinham aberto em alta, com os investidores convencidos da vitória da democrata Hillary Clinton nas eleições presidenciais norte-americanas de terça-feira.

06h36 O republicano Pat Toomey foi reeleito senador do estado da Pensilvânia, garantindo que o Senado fica nas mãos do Partido Republicano. Também a Câmara dos Representantes (câmara baixa do Congresso norte-americano) ficará sob controlo dos republicanos.

06h33 As urnas já fecharam no Alasca. Os primeiros resultados devem ser conhecidos em breve.

06h30 Marine Le Pen felicita Donald Trump.

06h24 Senado fica nas mãos dos republicanos

06h12 De acordo com as projeções, Trump contabiliza 238 delegados e Hillary Clinton 215. Restam 85.

06h10 Neste momento, faltam apurar os votos da Pensilvânia (98%), Michigan (82%), Wisconsin (92%), Minnesota (77% dos votos já contados), Arizona (69%), Main (77%), e Alasca (nenhum voto contado).

Para conseguir vencer as eleições presidenciais, Hillary tem de vencer na maioria dos estados que restam.

A Trump, por outro lado, se se confirmar o triunfo no Wisconsin, basta-lhe depois vencer no Michigan ou na Pensilvânia para se tornar o próximo Presidente dos EUA.

Contas feitas, Donald Trump contabiliza 48,3% dos votos, enquanto Hillary segue com 47,1%.

06h08 Donald Trump conquista mais seis delegados no Estado do Utah.

05h24

05h05 Segundo a CNN, prevê-se uma quebra na bolsa equivalente à do 11 de setembro de 2001.

05h00 O silêncio e as lágrimas reinam no local onde a campanha de Clinton está a acompnahar os resultados.

LUCAS JACKSON/ Reuters

CARLOS BARRIA/ Reuters

RICK WILKING/ Reuters

CARLOS BARRIA/ Reuters

04h53 Marco Rubio foi reeleito senador da Flórida.

04h45 “Falta apurar o número de votos em vários centros urbanos e estados, mas a apreensão é muito grande, porque aquilo que era a tradição em muitos sítios deixou de o ser”, diz Pedro Pinheiro, estudante de doutoramento na área das Ciências Biomédicas, na Universidade de Virginia, no estado com o mesmo nome.

“Começa a haver a sensação de que Trump pode ganhar”, diz o jovem português, que está em sua casa a acompanhar as eleições com uns amigos norte-americanos. Pois pode. O candidato republicano está à frente com 232 votos contra os 216 Hillary Clinton, segundo as projeções do “Guardian” e do “Politico”.

Hillary Clinton venceu no estado de Virginia, “swing state” oscilante, onde tanto têm vencido os democratas como os republicanos. “Trump venceu nas áreas rurais e Hillary Clinton nos centros urbanos de Virginia”. Michigan e New Hampshire “podem ser mesmo a última esperança”, considera Pedro.

04h40 “Acabou. A voz do povo fez-se ouvir”, diz o diretor da campanha de Donald Trump, Layne Bangerter.

04h27 Site de emigração canadiano “crasha” quando vitória de Donald Trump parece iminente.

04h19 Os 7 delegados do Oregon vão para Clinton; no Nebrasca, pelo menos 4 dos 5 delegados vão para Trump.

04h15 Nomes bem conhecidos do entrenimento norte-americano têm reagido à noite eleitoral no Twitter.

04h08 Donald Trump conquista mais 15 delegados na Carolina do Norte.

04h00 À hora a que fecham as urnas em cinco Estados, Clinton vence na Califórnia (55 delgados) e no Havai (4 delegados) e Trump conquista o Idaho (4 delegados). Neste momento a democrata tem 190 votos no Colégio Eleitoral, contra os 171 de Trump, mas este está melhor na contagem dos Estados ainda por definir. Sem vencer Michigan e/ou Wisconsin, Clinton dificilmente poderá ser Presidente.

03h56 A agência Associated Press já dá o Estado da Florida (29 delegados) como garantido para Trump. Uma conquista importantíssima.

03h54 A corrida à Casa Branca continua em aberto. Hillary Clinton, através das redes sociais já agradeceu à equipa que acompanhou e fez parte da campanha eleitoral.

03h49 Hillary Clinton agarra os 9 delegados do Colorado. Também está, segundo a CNN à frente no total de votos (mas, como sabemos, não é isso que decide o vencedor). Total no Colégio Eleitoral: Trumpp 167, Clinton 131

03h46 Onésimo Almeida, escritor português nos EUA:

“Os números não estão nada bem. Não estou a ver a coisa bem encaminhada. Tenho ficado surpreendido com a quantidade de gente que tem virado para o lado de Donald Trump.

Caso ganhe, a única maneira de fazer todas aquelas coisas que prometeu ao longo da campanha é com o apoio do Senado e do Congresso. Um homem daqueles com o Congresso e o Senado é muito perigoso.

Nos Estados em que são tradicionalmente democratas a margem de vitória sobre Trump não é muito grande. Esta semana ele tem estado muito calado e sem dizer disparates. Tem insistido muito na ideia da mudança e promete às pessoas as coisas mais básicas. Ganha sobretudo junto das pessoas que sentiram mais a perda da qualidade de vida da última década.

Hoje há muita gente a votar, mas parece que toda essa gente não foi votar a favor de Hillary Clinton.Quando fui votar, estava toda a gente calma nem houve qualquer distúrbio”.

03h39 Hillary Clinton conquista o Estado da Virgínia, ficando com os seus 13 delegados ao Colégio Eleitoral. O total de delegados fica em 167-122 a favor de Donalt Trump. O republicano lidera a contagem na maioria dos Estados que estão por resolver.

03h30 Daniel Da Ponte é senador de Rhode Island há 18 anos. Filho de pais portugueses, descreve a eleição presidencial como um momento único e lamenta que Joe Biden, vice-presidente de Obama, não se tenha apresentado à corrida. “A moral da história desta eleição: o que achamos que não pode acontecer, pode realmente acontecer”. Saiba mais AQUI.

03h26 No Ohio, com 18 membros do Colégio Eleitoral, venceu Donald Trump. Em 28 das últimas 30 eleições presidenciais, o vencedor neste Estado foi, também, o vencedor a nível nacional.

03h24 Os mercados financeiros reagiram à boa prestação de Donald Trump na contagem de votos com um enorme trambolhão. Índices como o Dow Jones, Standard & Poor's, Nasdaq, Nikkei e Hang Seng (Hong Kong) estão em quebra acentuada.

03h14 Ilhan Omar será a primeira somali-americana eleita para uma câmara legislativa nos EUA. Foi eleita para a Câmara dos Representantes estadual do Minesota. Passou quatro anos num campo de refugiados no Quénia antes de ir viver para a América.

03h05 O estado do Kentucky “é um microclima perfeito para Donald Trump”, diz Charles Harron, que tem 43 anos e cresceu no Kentucky, na cidade de Lexington. É advogado na área da saúde. Leia a entrevista AQUI.

03h03 “Se houver empate no Colégio Eleitoral, poderão ser dois democratas a dar a vitória a Trump”, escreve Joana Azevedo Viana. Está tudo explicado AQUI.

03h02 Não é possível fazer projeção do vencedor no Nevada, Iowa e Utah.

03h01 Donald Trump vence no Montana (3 delegados).

03h00 Idaho, Iowa, Montana, Nevada, Oregon e Utah terminam de votar, num momento em que há ansiedade no Partido Democrata.

02h42 “New York Times” admite possibilidade de empate no colégio eleitoral.

02h26 Obama: “Independentemente do que aconteça, o sol irá nascer amanhã”.

02h23 “New York Times” revê de 80% para 60% possibilidades de Clinton vencer.

02h22 Tal como as sondagens já previam, a Câmara dos Representantes continua a ser maioritariamente ocupado pelos republicanos.

02h04 Hillary Clinton fica com os 29 delegados de Nova Iorque; Trump vence os dois Dacotas (3 votos cada), Wyoming (3), Kansas (6), Mississípi (6), Nebrasca (3 dos 5 votos, pois este é dos poucos Estados que não têm o sistema winner take it all); não há, por ora, vencedor projetado no Arizona, Colorado, Luisiana, Michigan, Minesota, Novo México, Texas e Wisconsin.

02h00 As urnas fecham na Luisiana, Wisconsin, Arizona, Novo México e Wyoming, mas também em partes do Michigan, Minesota, Nebrasca, Colorado, Kansas, Dacota do Sul e Texas.

01h54 “Clinton não é a presidente ideal, é a presidente possível”

Paula Alves Silva, jornalista do Connect4Climate, do World Bank Group, está a assistir às eleições em Washington, D.C., onde vive há três anos. No bar em que se encontra neste momento, todos estão “extremamente receosos com as previsões que estavam a dar a vitória de Trump na Flórida”. Entretanto, Hillary Clinton passou à frente e ficaram todos mais descansados. “Aqui, americanos e não americanos anseiam por uma vitória de Hillary, que, não sendo “a presidente ideal, é vista como a presidente possível”. “As falhas são apontadas e criticadas até pelos seus apoiantes, mas quando se coloca a questão numa balança, não existe qualquer margem de dúvida onde o voto deve estar”.

A jornalista de 31 anos diz que, “independentemente do resultado, são umas eleições históricas”. “Podemos assistir hoje à eleição da primeira mulher presidente nos EUA”. Mas ainda é cedo para festejar, como nos fazem crer todas as projeções. A corrida continua em aberto. “As sondagens estão tão próximas que, sim, há receio de que Trump possa ser eleito esta noite.”

01h40 Sem surpresas, o Alabama preferiu Donald Trump, dando-lhe os seus 9 votos no Colégio Eleitoral.

01h37 Vigo County, no Estado do Indiana, é conhecido pela tendência em acertar no vencedor das eleições presidenciais, o que já acontece desde 1952. Este ano, em Vigo County venceu Donald Trump, com 55% dos votos.

01h33 Marco Rubio, que perdeu a nomeação do partido Republicano para Donald Trump, foi reeleito senador da Florida.

Joe Raedle

01h30 Fecham as urnas no Arkansas, mas ainda não há vencedor projetado. Em liça estão seis votos no Colégio Eleitoral. Há quatro anos, o vencedor foi o republicano Mitt Romney.

01h22 Mafalda Azevedo tem 27 anos e vive em Nova Iorque, onde está a fazer um doutoramento na área das Ciências Biológicas.

São 20h22 na cidade (menos cinco horas do que Portugal), o processo de votação foi “calmo, apesar dos protestos quando Trump foi votar”, e o ambiente agora é de grande tensão. “Toda a gente está muito ansiosa por saber os resultados”. A vitória de Donald Trump é, para Mafalda, o pior cenário possível. “A maioria dos meus amigos apoiava Bernie Sanders, mas agora apoia Hillary Clinton”.

Também ela, se pudesse votar, optaria pela candidata democrata. “Concordo mais com as suas propostas. Não posso deixar de ter em conta propostas ridículas de Trump como a de construir uma muralha na fronteira com o México.” Não é que Hillary seja a “candidata ideal”, porque não é, mas a ter de escolher optaria por ela.

01h20 Dois membros do colégio pelo estado de Washington dizem que não vão dar o seu voto a Hillary Clinton mesmo que a maioria da população que representam vote como votou nas últimas sete eleições presidenciais, a favor do Partido Democrata. Se a ex-secretária de Estado ficar empatada com o rival republicano no Colégio, um cenário para já improvável mas não impossível, poderão ser eles a ditar a vtitória do populista. Saiba mais AQUI.

01h15 Depois de votar em Nova Iorque, o candidato republicano descreveu estas eleições presidenciais como uma grande oportunidade para os EUA.

01h12 Enquanto se dirigia para o local de voto, Hillary Clinton prometeu dar o seu melhor caso seja eleita a próxima Presidente dos EUA

01h08 Resultados dos últimos Estados que fecharam, segundo as projeções: Hillary Clinton vence em Massachusetts (11 membros no Colégio Eleitoral), Rhode Island (4), Nova Jérsia (14), Illinois (20), Maryland (10), Delaware (3) e Distrito de Colúmbia (3); Donald Trump ganha no Tennessee (11), Mississípi (6) e Oklahoma (7). Nos demais Estados, é cedo para indicar quem ganha.

01h03 Balanço: Segundo a CNN, neste momento, Hillary Clinton conta com 68 membros do colégio eleitoral enquanto Donald Trump tem apenas 48. Para vencer a eleição é necessário conquistar 270.

01h00 As urnas fecham nos Estados de Connecticut, Delaware, Illinois, Kansas, Maine, Maryland, Massachusetts, Michigan, Mississípi, Missuri, Nova Jérsia, Dacota do Norte, Oklahoma, Pensilvânia, Rhode Island, Dacota do Sul, Tennessee e Texas, além do Distrito de Colúmbia, onde fica a capital, Washington DC. Somados, representam 172 votos no Colégio Eleitoral

00h43 Pelo menos uma pessoa morreu e três ficaram feridas num tiroteio perto de uma assembleia de voto na cidade de Azusa, na Califórnia (oeste), disseram os bombeiros locais. Três pessoas foram levadas para o hospital como ferimentos de balas e uma quarta pessoa morreu devido aos ferimentos ao chegar ao estabelecimento de saúde.

00h40 Colorado, Carolina do Norte, Utah, Flórida e Pensilvânia. Avarias nas máquinas de voto e atrasos na abertura dos locais de votos têm sido apontados como os problemas mais comuns. Saiba mais AQUI.

00h35 Fabio Alvarado foi esta terça-feira, dia de eleição, declarado cidadão norte-americano. Originalmente de El Salvador, o homem de 91 anos votou pela primeira vez e foi acompanhado pela mulher Marta, 80 anos.

MARIO ANZUONI/ Reuters

00h31 Donald Trump vence na Virgínia Ocidental, granjeando 5 votos no Colégio Eleitoral. No Ohio e na Carolina do Norte, como seria de esperar, é impossível projetar o vencedor com base nas sondagens à boca da urna. Trump tem, de momento, 24 membros do Colégio Eleitoral, contra 3 de Clinton. São precisos 270 para vencer a eleição.

00h30 A votação encerra na Virgínia Ocidental, Carolina do Norte e Ohio. Estes dois últimos são swing states, isto é, Estados oscilantes, cuja preferência varia de eleição para eleição e que, por isso mesmo, são determinantes para o desfecho das presidenciais.

00h24 “Será preciso um milagre para vencermos”, terá dito um membro da campanha de Donald Trump, citado pela CNN.

00h14 No Twitter, J.K Rowling, autora da saga Harry Potter, também comentou as eleições norte-americanas. O assunto tem sido comentado um pouco por todo o mundo e isso reflete-se nas redes sociais. #ElectionNight é a trend número no Twitter a nível mundial.

0h02 A CNN prevê, com base nas sondagens à boca da urna e numa fase ainda preliminar da contagem de votos, que Hillary Clinton vença no Estado de Vermont (3 delegados no Colégio Eleitoral) e que Donald Trump fique à frente no Kentucky (8) e no Indiana (11), Estado natal do candidato vice-presidencial de Trump, Mike Pence. As sondagens não permitem projetar um vencedor na Geórgia nem na Carolina do Sul, Estados que em 2012 votaram maioritariamente no republicano Mitt Romney.

0h00 As urnas fecharam na maioria das secções de voto da Florida, Carolina do Sul, Virgínia, Novo Hampshire e nas que ainda estavam abertas no Kentucky e no Indiana.

23h42 A diretora de campanha de Donald Trump, Kellyanne Conway, disse na televisão que o seu candidato “não teve o apoio total da infraestrutura republicana”. Será a desculpa a ensaiar em caso de derrota?

23h40 Dos 34 lugares de senador que vão hoje a votos, 24 pertenciam a republicanos e 10 a democratas. Dos que não estão em liça, 30 são de republicanos, 34 de democratas e dois de independentes que costumam alinhar com os democratas (um deles é Bernie Sanders, que foi adversário de Hillary Clinton nas primárias). Para reverter a maioria republicana atual (54-44), o Partido Democrata precisam de conquistar 15 dos 34 assentos hoje em jogo.

23h34 Resultados da votação antecipada, que terminou na segunda-feira, mostram que a participação eleitoral da comunidade hispânica bateu recordes. Se a tendência se tiver mantido ao longo desta terça-feira eleitoral, a provável vitória de Hillary Clinton vai dever muito aos latinos que se rebelaram contra o homem que os pôs a todos no saco de “traficantes e violadores”. Saiba mais aqui.

23h28 Depois de contados os votos das eleições presidenciais norte-americanas, não ganha o candidato mais votado, ganha o que tiver mais votos no colégio eleitoral, onde têm assento 538 grandes eleitores. O Luís Costa Ribas, da SIC, explica como funciona o colégio

23h25 Houve um tiroteio numa secção de voto em Azusa, Califórnia. O local está encerrado e, segundo a CNN, há dois feridos. Segundo a polícia local, o incidente deu-se às 14h (22h em Portugal). As autoridades pediram à população que evitasse a zona.

23h20 Nigel Farage, ex-líder do UKIP (Partido pela Independência do Reino Unido, eurocético) e estrela dos ataques mais violentos no Parlamento Europeu, comparou a Donald Trump ao Brexit.

23h08 Só nas primeiras horas de votação já se contabilizavam 5500 queixas, denuncia Wade Henderson, presidente da associação Leadership Conference on Civill and Human Rights. Pode ler mais AQUI.

22h56 Quem quer que vença a eleição será, possivelmente, um Presidente mal-amado. Segundo o sítio FiveThirtyEight, 59% dos inquiridos nas sondagens à boca da urna afirmam que Hillary Clinton é desonesta. O número é ainda maior quando o contemplado é Donald Trump: 65%. Não admira, pois, que 20% dos eleitores da candidata democrata e 27% dos que preferiram o republicano reconheçam que a principal motivação foi evitar a eleição do adversário.

22h53 Designer em Boston, Sarah Kresock diz que só votou em Hillary Clinton porque Bernie Sanders lhe pediu. Diz isto e outras coisas, que pode ler AQUI.

22h51 Jeremy Shaw tem 25 anos e estuda Ciências Biomédicas na Universidade de Virgínia, em Charlottesville, no estado da Virgínia. Em declarações ao Expresso, diz que o país se encontra “muito polarizado” e que “as pessoas estão simplesmente a votar no candidato que odeiam menos”. Leia a entrevista completa AQUI.

22h49 Quer saber porque foram hoje as eleições americanas? Nós explicamos.

22h39 Trump foi vaiado quando foi exercer o seu direito de voto. O candidato republicano negou que estivesse preocupado e assegurou “que está tudo bem”. Outra das imagens que estão a ser muito partilhadas nas redes sociais é do momento em que Trump parece espreitar o boletim de voto da sua mulher, Melania.

22h34 Em entrevista à CNN, um porta voz da campanha de Donald Trump desvalorizou a importância dada aos resultados nos Estados do Ohio, Carolina do Norte e Flórida.

22h30

22h28 Durante a eleição desta noite, as atenções vão estar centradas nos chamados “ swing states”, estados que, tradicionalmente, não votam sempre no mesmo partido, podendo decidir uma eleição. São eles o Colorado, Iowa, Ohio, Carolina do Norte, Nevada, Virginia, Pensilvânia, New Hampshire, Florida. O Expresso fez uma viagem por estes estados. Para ilustrar cada um dos deles foi escolhido um tema que marca a região − e o país − e um entrevistado.

22h25 Nas últimas horas, ambos os candidatos têm recorrido ao Twitter para apelarem ao voto.

22h11 O antigo Presidente George W. Bush (2000-2008) e a sua mulher, Laura, votaram em branco nas presidenciais, anunciou um seu porta-voz. Nas eleições para o Congresso, optaram pelo Partido Republicano, a que pertencem. Recorde-se que Jeb Bush, irmão do ex-chefe de Estado, foi um dos adversários derrotados por Donald Trump nas primárias republicanas, e muito maltratado por este durante essa disputa.

22h00 Hoje não se vota apenas para a Casa Branca. Os americanos vão escolher, ainda, os 435 membros da Câmara dos Representantes (a câmara baixa do Congresso, renovada integralmente a cada dois anos) e 34 dos 100 senadores (na câmara alta os mandatos são de dois anos e a renovação dá-se um terço de cada vez, de dois em dois anos). Dos 50 Estados, 12 elegem governadores e em 44 os parlamentos estaduais. Há, ainda, eleições para cargos do poder local e referendos em várias partes do território.

21h59 Sondagens recentes preveem uma vitória clara para Hillary. O site FiveThirtyEight dava há algumas horas as seguintes probabilidades de vitória: 71,4%para Hillary Clinton, 28,6% para Donald Trump. Leia sobre esta e outras sondagens AQUI.

21h55 Durante a eleição desta noite, as atenções vão estar centradas nos chamados “swing states”, estados que, tradicionalmente, não votam sempre no mesmo partido, podendo decidir uma eleição. São eles o Colorado, Iowa, Ohio, Carolina do Norte, Nevada, Virginia, Pensilvânia, New Hampshire e Florida. O Expresso fez uma viagem por estes estados, sobre a qual pode ler AQUI.

21h53 Esta noite, mais de 200 milhões de cidadãos dos Estados Unidos da América são chamados a eleger o Presidente do país mais poderoso do mundo. A disputa este ano é entre Donald Trump, candidato republicano, e Hillary Clinton. As urnas abriram entre as onze da manhã e o meio-dia (hora portuguesa) e fecham entre a meia-noite e a uma da manhã de quarta-feira.

21h50 O Expresso está em direto a acompanhar as eleições norte-americanas. Siga aqui com detalhe tudo o que se vai passar nesta noite decisiva para os Estados Unidos da América. Com texto, vídeo, notícias, análise, comentário, o site do Expresso vai fazer-lhe chegar tudo o que se passa do outro lado do Atlântico.

  • Porque são hoje as eleições?

    Data do século XIX a escolha da “primeira terça-feira depois da primeira segunda-feira do mês de novembro” para votar. Saiba porque foi esta a opção do Congresso.

  • Como funcionam as eleições nos Estados Unidos

    Nos Estados Unidos não há dia de reflexão e a campanha pode durar até ao fecho das urnas. Estas são apenas duas entre outras características que distinguem as eleições norte-americanas, como explica, neste vídeo, a jornalista da SIC Sara Antunes de Oliveira.

  • América continua dividida em dia de eleições

    As entrevistas de rua em dia eleições mostram um país dividido. Depois de uma das campanhas mais controversas das últimas décadas, os Estados Unidos escolhem esta terça-feira o sucessor de Barack Obama na Casa Branca.

  • Kentucky. “De um lado agricultores, do outro ex-mineiros: o que é que se esperava?”

    Charles Harron cresceu no Kentucky, na cidade de Lexington, tem 43 anos e é advogado na área da saúde. “Basicamente defendo os médicos e as enfermeiras que se metem em apuros por atender gente sem seguro de saúde”, diz Harron ao Expresso a partir de casa, onde está com a família a acompanhar a contagem dos votos. A luta deles não é pelo estado, “mais que perdido” para os republicanos, mas sim pelo país

  • “Para os nova-iorquinos isto não é o país deles”

    Nova Iorque votou em Hillary Clinton, mas o país está no fio da navalha. A cidade que vive da sua pluralidade cultural está em choque: isto é tão bom por aqui, porque será que o país não quer reproduzir o modelo?, questiona-se, ao telefone com o Expresso, a designer portuguesa Ana Paula Simões, que há um ano escolheu Nova Iorque para viver - não se arrepende da decisão, mas admite que as coisas possam ficar mais difíceis para quem precisa de vistos

  • A “maioria silenciosa” mais importante pode não ser a dos desiludidos que apoiam Trump

    Resultados da votação antecipada, que terminou na segunda-feira, mostram que a participação eleitoral da comunidade hispânica bateu recordes. Se a tendência se tiver mantido ao longo desta terça-feira eleitoral, a provável vitória de Hillary Clinton vai dever muito aos latinos que se rebelaram contra o homem que os pôs a todos no saco de "traficantes e violadores"

  • “Conhece a metáfora da caixa de Pandora? Trump abriu-a”

    Chamam-lhes romances, mas nem todas as personagens que habitam as páginas escritas por Richard Zimler são fruto (apenas) da sua imaginação. A Lisboa de Richard Zimler é real, o verde rural do Colorado é real, Goa colonial é a realidade possível de reconstruir. E Donald Trump também não é uma personagem de ficção, até porque a sua ascensão tem uma raiz bem visível e bem profunda: as falhas no sistema de educação norte-americano, diz Zimler em entrevista ao Expresso, à margem do evento organizado pela embaixada dos Estados Unidos em Lisboa para assinalar as eleições norte-americanas

  • “As pessoas estão simplesmente a votar no candidato que odeiam menos”

    Jeremy Shaw tem 25 anos e é estudante de Ciências Biomédicas na Universidade de Virgínia. Não votou por causa de um atraso no envio de uns documentos. Se o tivesse feito, o seu voto iria para Hillary Clinton, não por gostar especialmente da candidata, mas por ser o mal menor. Diz que o país se encontra “muito polarizado” e que os eleitores norte-americanos “mereciam melhores candidatos”

  • “Só votei em Hillary porque Bernie Sanders me pediu”

    Sarah Kresock tem 26 anos e vive em Boston. Tal como a maioria dos millennials, é apoiante de Bernie Sanders. Sem o senador do Vermont na corrida à Casa Branca, só há solução: votar em Hillary Clinton, por mais “desagrado” que isso lhe traga