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Marketplace, a nova app do Facebook

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Imagem do Facebook que pretende mostrar como é que a Marketplace vai funcionar

AP

Trata-se de uma secção de classificados dentro desta rede social para que os usuários possam vender ou comprar diversos itens, à semelhança de sites como o OLX e o Ebay

Com o lançamento do Facebook Marketplace, a rede social de Mark Zuckerberg pretende entrar no mercado da compra e venda de produtos entre utilizadores da web. Através desta secção de classificados, os utilizadores podem pesquisar artigos para venda com base na sua localização

Numa primeira fase, o Marketplace estará disponível nos próximos dias em quatro países – Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia – para iPhone e para Android. Posteriormente, será disponibilizado no site. Espera-se também que o lançamento desta nova funcionalidade ocorra noutros países, ao longo dos próximos meses, mas ainda não foram revelados mais detalhes.

Segundo dados do Facebook, “mais de 450 milhões de pessoas [por mês] visitam grupos que têm como objetivo a venda de artigos” entre os usuários, escreve o jornal “The Guardian” esta terça-feira.

A rede social em questão não receia a entrada num mercado que está saturado de propostas de aplicações através das quais os internautas podem vender os seus artigos, pois acredita que “tem vantagem em relação à concorrência devido aos milhões de utilizadores que possui”, assegura Jan Dawson, analista chefe da “Jackdaw Research”.

Dawson admitiu ainda que o Facebook, ao contrário de alguns dos seus concorrentes diretos no que diz respeito à venda de artigos, não tem planeado nenhum método próprio para que se possam efetuar os pagamentos ou as entregas dos artigos.

O analista confessa que a secção de classificados do Facebook “não será melhor do que as alternativas que já existem” e acrescenta que “a não ser que tenha muito sucesso no início, as pessoas vão explorar e posteriormente vão acabar por regressar à aplicação que usavam antes”.