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Libertação do assassino de John Lennon recusada pela nona vez

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Getty

Mark Chapman disparou quatro tiros fatais contra John Lennon, quando o músico dos Beatles regressa a casa em Nova Iorque com a sua mulher, Yoko Ono, a 8 de dezembro de 1980

“Nós consideramos que a sua libertação seria incompatível com o bem estar da nossa sociedade e que iria desvalorizar a gravidade do crime e minar o respeito pela lei”, referiu o painel do Departamento Correcional e de Supervisão da Comunidade de Nova Iorque, a propósito da decisão da recusarem conceder a liberdade condicional a Mark Chapman, o homem que matou com quatro tiros John Lennon.

O músico dos Beatles foi assassinado com quatro tiros a 8 de dezembro de 1980, quando regressava à sua casa em Nova Iorque, com a sua mulher Yoko Ono, após uma sessão tardia de gravações.

O painel voltou a negar a libertação de Chapman, atualmente com 61 anos, apesar de ter levado em contar os seus “esforços pessoais para estudar e se educar”, a sua “rede de apoio e planos para a sua libertação”.

Em 1981 o assassino de Lennon foi condenado a uma pena de 20 anos a prisão perpétua, após ter admitido ter levado a cabo um assassínio de segundo-grau. Depois do ano 2000, já foi analisada por 9 vezes a hipótese de lhe ser concedida liberdade condicional.

Chapman admitiu durante esta nova análise do seu caso que cometeu o crime de forma “premeditada, egoista e maléfica”.

O seu caso voltará a ser analisado em 2018