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Quer viver melhor? Mude-se para a Austrália

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Pelo sexto ano consecutivo, Melbourne foi considerada a cidade com maior qualidade de vida

Scott Barbour/ Getty Images

Conclusão é do “The Economist”, que analisou qualidade de vida em 140 cidades por todo o mundo. Instabilidade e ameaça terrorista são as variáveis que fazem de Damasco, na Síria, a pior cidade onde viver

O topo do ranking anual publicado pelo "The Economist" para avaliar a qualidade de vida em cidades por todo o mundo não traz surpresas: mais uma vez, a cidade australiana de Melbourne é a que oferece melhores condições aos seus habitantes.

O país consegue ainda colocar Adelaide e Perth entre as dez melhores cidades do mundo. No entanto, também o Canadá tem (muitas) razões para festejar, uma vez que as cidades de Vancouver, Toronto e Calgary estão entre os primeiros dez lugares de ranking, uma vez que, conforme o "The Economist" explica, "as cidades com melhores resultados tendem a ter um tamanho médio e a situar-se em países ricos".

Embora a Europa esteja pouco representada nos primeiros lugares desta lista, o continente conta com a segunda melhor cidade (Viena, a capital austríaca) e a décima melhor (Hamburgo, na Alemanha).

Ameaça terrorista prejudica qualidade de vida

O ranking, que analisa 30 variáveis para uma lista de 140 cidades, tem em conta as condições de segurança, saúde, educação, infraestruturas e ambiente para determinar quais os centros urbanos que oferecem melhores condições de vida.

A novidade deste ano é o peso da instabilidade e da ameaça terrorista, um pouco por toda a parte. Se os efeitos da ameaça são particularmente visíveis na capital síria de Damasco, que se situa no último lugar da lista, a verdade é que também se fazem sentir em Paris, que faz parte do grupo de cidades cuja posição caiu relativamente ao ano passado.

Na Europa, a cidade em pior posição é Kiev, capital da Ucrânia, que faz parte dos dez nomes no fim da lista devido às pobres condições de educação e saúde.