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Milhares pedem “pão, casa e trabalho” nas ruas de Madrid

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“Marchas da Dignidade” exigem que a Europa “devolva a democracia usurpada” aos cidadãos dos “países submetidos”

Milhares de pessoas voltaram este sábado a pedir "pão, casa e trabalho" em Madrid, numas "Marchas da Dignidade" que tentaram "tornar visível a indignação" e exigiram que a Europa "devolva a democracia usurpada" aos cidadãos dos "países submetidos".

Mais de 125 organizações políticas, sindicais e sociais apelaram à participação dos cidadãos nestas marchas, organizadas em toda a Espanha sob o lema "Por uma rebelião democrática dos povos da Europa. Soberania, Dignidade, Solidariedade".

Os protestos na capital espanhola foram organizados em quatro colunas que saíram às 12h locais (11h em Portugal) de quatro locais distintos na cidade e confluíram nas Portas do Sol, onde foi lido um manifesto.

Os organizadores sublinharam que receberam o apoio dos partidos políticos da Esquerda Unida, Podemos e Equo.

O responsável pelo pelouro da Economia e Tesouro da câmara de Madrid, Carlos Sánchez Mato, sublinhou que as "Marchas da Dignidade" é o movimento social "com o desenvolvimento mais amplo de Espanha nos últimos anos", e afirmou a sua convicção de que "há que estar ali", apoiando a "sua luta".