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Turquia matou 63 militantes do Estado Islâmico na Síria

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Os ataques com drones e artilharia ocorrem após o sul da Turquia ter sido atingido por rockets lançados pelo grupo terrorista a partir da Síria

Os ataques lançados desde domingo pela Turquia contra alvos do autodenominado Estado Islâmico (Daesh) na Síria causaram a morte de um total de 63 militantes do grupo jiadista. Só esta segunda-feira, os bombardeamentos levados a cabo por quatro drones do exército turco no noroeste da Síria mataram 29 elementos do Daesh, noticia a CNNTurk.

Cinco depósitos de armamento situados nas regiões de Dunyen, Yan Yaban e Tatimus foram também destruidos nos ataques, referiu ainda a estação televisiva, citando fontes militares. Os aviões não tripulados descolaram esta manhã da base aérea de Incirlik, no sul da Turquia, a cerca de 120 quilómetros da fronteira com a Síria.

No domingo, os ataques com drones, rockets e morteiros tinham causado a morte de outros 34 elementos do Daesh, segundo militares turcos. Estas fontes referem que a ação surgiu como resposta aos ataques com rockets que o grupo extremista tem efetuado contra o província de Kilis, no sul da Turquia. A cidade de Kilis e a região circundante têm sido alvo de ataques com rockets nos últimos meses, causando a morte de cívis.

A Turquia tem frequentemente ripostado, atingindo posições do Daesh na Síria, mas tem frisado necessitar de mais apoio dos aliados ocidentais, tendo em conta a dificuldade em atingir alvos móveis com morteiros. Na semana passada, o ministro da Defesa Mevlut Cavusoglu disse que os Estados Unidos iriam fornecer um sistema de lançamento de rockets para uma zona próxima da fronteira que tem sido alvo de ataques, informação que foi confirmada por um responsável militar norte-americano.