Siga-nos

Perfil

Expresso

Internacional

As seis piores toxinas que a Apple diz já não usar

  • 333

Getty

A Apple apresentou a lista das seis piores toxinas que já não fazem parte dos produtos que comercializa, em nome dos seus esforços pela sustentabilidade ambiental

“Nós já analisámos mais de 10 mil componentes individuais , e recolhemos dados de mais peças todos os dias”, refere o novo relatório anual da sustentabilidade ambiental.

A empresa assegura que o desenvolvimento tecnológico dos seus produtos tem passado também por uma preocupação em utilizar menos elementos nocivos para a saúde dos seus utilizadores e para o ambiente do planeta.

Em nome desses esforços divulga uma lista das seis piores toxinas que diz ter deixado de usar:

Arsénico - era utilizado nos ecrãs mas tem sido associado a surgimento de casos de cancro junto das fábricas. Deixou de usar em 2008

Berílio – mais forte do que o aço e mais leve do que o alumínio, era usado nos conectores e molas. Causa problemas pulmonares aos trabalhadores que com ele contactam, o que levou a Apple a deixar de o utilizar nos “novos produtos” (sem especificar quais)

Retardadores de chama bromados – em quase todo o mundo deixou de ser usado em 2013, mas a Apple diz que deixou de o fazer em 2008

Chumbo – a marca refere que o deixou de usar totalmente já em 2006

Mercúrio – a empresa indica que desde 2009 deixou de recorrer a lâmpadas florescentes à base de mercúrio

PVC e ftalatos – comuns nos cabos elétricos e nos dos auscultadores, foram substituídos por elastómeros termoplásticos, exceto nos da Índia e da Coreia do Sul, onde a Apple diz que está também a tentar substituó-los