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Milhares de pessoas em fuga no Japão após sismo provocar nove mortos

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A ilha de Kyushu, no sul do Japão, foi uma das zonas mais afetadas pelo sismo desta madrugada

Masterpress

Autoridades nipónicas evacuaram esta sexta-feira cidades do sul, retirando 44 mil pessoas por receios de réplicas e de atividade vulcânica na sequência de terramoto de magnitude 6,4

Mais de 40 mil pessoas foram retiradas de várias zonas do sul do Japão que foram atingidas por um sismo de magnitude 6,4 na escala de Richter que provocou pelo menos nove mortos ao final de quinta-feira, madrugada desta sexta em Portugal.

Ao sismo seguiram-se dezenas de réplicas que espalharam o pânico entre a população, com as autoridades a monitorizarem os vulcões da região em busca de sinais de atividade exacerbada.

Até agora, e de acordo com informações das autoridades locais, pelo menos nove pessoas morreram na cidade de Mashiki na sequência do sismo que provocou o colapso de vários edifícios e danos noutras infraestruturas. Oito pessoas estão internadas no hospital em estado crítico, havendo mais de 850 feridos.

A Agência Meteorológica do Japão (AMJ) avisou a população de que são esperadas réplicas mais fortes durante a próxima semana e aconselhou os cidadãos a ficarem longe de prédios que pareçam instáveis. Existem ainda preocupações ao nível da atividade vulcânia na sequência do terramoto. A ilha de Kyushu, onde se registou o epicantro do sismo, é uma zona de elevada atividade vulcânica.

Desde novembro de 2015 que está implementado um alerta de nível 2 — que desaconselha as pessoas a aproximarem-se da cratera do vulcão — em Asosan, na autarquia de Kumamoto.