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Mónica Almeida, mulher de Luaty: “Que haja bom senso deste regime maquiavélico”

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Mónica Almeida, mulher do luso-angolano Luaty Beirão, gravou um depoimento vídeo para o Expresso a propósito da condenação do marido a cinco anos e sete meses de prisão. A justiça angolana atribuiu penas de prisão efetivas a Luaty Beirão e mais 16 ativistas. Mónica Almeida diz que ainda tem esperança - mas “começa a morrer” - que “surja algum bom senso” no regime angolano. “Não abalam o Luaty, a mim abalam-me. Que mais posso perder?”

  • Liberdade enjaulada

    Domingos da Cruz Maninho, oito anos e seis meses de prisão efetiva. Luaty Beirão, cinco anos e seis meses de prisão efetiva. Nuno Alvaro Dala, Sedrick de Carvalho, Manuel Chivonde Nito Alves, Inocêncio de Brito, Laurinda Manuel Gouveia, Fernando António Tomás “Nicola”, Mbanza Hamza, Osvaldo Sérgio Correia Caholo, Arante Kivuvu, Albano Evaristo Bingo, Nelson Dibango Santos, Itler Samassuku e José Gomes Hata, quatro anos e seis meses de prisão efetiva. Rosa Conde e Dito Dalí (Benedito Jeremias), dois anos e três meses de prisão efetiva. Angola condenou 17 ativistas. Pedro Santos Guerreiro analisa livremente

  • “A minha carta de Amor ao Herói da minha vida!”

    Quando Luaty Beirão ainda estava em greve de fome, a sua mulher Mónica Almeida escreveu-lhe uma carta e partilhou-a em exclusivo com o Expresso. No dia em 17 ativistas angolanos foram condenados a penas de prisão efetiva até oit anos, incluindo Luaty Beirão, o Expresso republica livremente a carta de Mónica