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Novo balanço dos atentados em Bruxelas: 35 mortos e 359 feridos

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Os atentados no aeroporto e metro de Bruxelas fizeram dezenas de mortos e centenas de feridos e geraram nova onda global de solidariedade contra o terrorismo do Estado Islâmico

CHRISTIAN HARTMANN/ Getty Images

O ministério da Saúde belga atualizou o número de vítimas dos ataques na capital belga para 35, após a morte de quatro pessoas no hospital. O anterior balanço apontava para 31 mortos

Os atentados de 22 de março em Bruxelas causaram pelo menos 35 mortos, segundo um novo balanço anunciado esta segunda-feira pelas autoridades. O balanço anterior, estabelecido na noite de domingo, era de 31 mortos.

Responsáveis do centro de crise belga indicaram que 31 vítimas morreram na sequência dos ataques no aeroporto e no metro da capital belga e quatro sucumbiram posteriormente aos ferimentos no hospital. Os três bombistas responsáveis pelas explosões também morreram mas não estão incluídos nos números avançados pelas autoridades.

Dos 31 mortos encontrados nas zonas dos crimes, 28 já foram identificados: 16 são belgas e 12 estrangeiros, de nacionalidades norte-americana, holandesa, sueca, alemã, francesa, chinesa, italiana e britânica. Os atentados causaram igualmente 340 feridos, de nacionalidade belga e de 19 outros países.

Os dados são também confirmados pela ministra da Saúde belga, Maggie de Block, que também usou as redes sociais para expressar as suas condolências às famílias. “Quatro pacientes mortos no hospital. As equipas médicas fizeram todos os possíveis. Total de vítimas: 35. Coragem a todas as famílias”, pode ler-se na mensagem.

A constante mudança nos balanços é explicada pela divisão nos departamentos do governo belga: os procuradores detêm os números das pessoas que morreram durante os ataques, enquanto as autoridades de saúde são responsáveis por quem faleceu no hospital nas horas a seguir aos ataques.

As explosões no aeroporto de Zaventem e na estação de metro de Maalbeek deixaram Bruxelas em nível máximo de alerta contra o terrorismo. Na Place de la Bourse (Praça da Bolsa), centenas de pessoas homenageiam diariamente as vítimas dos ataques. O atentado na capital belga foi reivindicado pelo Daesh.